Vocês já devem ter notado que eu adoro noticiar coisas que envolvam novas tecnologias para a fabricação de próteses mais eficientes, mais baratas e, raramente, mais eficientes e mais baratas no mesmo pacote. Bem, toda tecnologia em seu estado inicial é cara, cujo preço só vai barateando ao longo do tempo. Ainda assim, é legal acompanhar o que se anda pesquisando por aí.
Por exemplo, uma recente pesquisa partiu do princípio que próteses são legais, ótimas, mas falta uma coisinha: a sensação de tato. Sim, muitas pesquisas enveredam para isso, ainda mais que o tato é um dos nossos principais sentidos. A que eu trago hoje é uma pesquisa sobre pele artificial que traz sensores eletrônicos.

Se você me segue no Twitter, é capaz de não ter percebido, já que isso dependerá da frequência que você acessa. Bem, o Twitter volta e meia me sacaneia suspendendo a minha conta. Na última vez, eu fiquei puto e criei uma conta de backup.O problema é que não pode dizer que pessoal lacrador está errado e que índios saem caçando a torto e a direito, inclusive causando extinção de espécies.
Nada como reeditarem ideias idiotas. E é curioso que por mais idiota que uma ideia seja, parece que mais ela é reeditada. Um exemplo disso é a mania asinina de converter o gás carbônico, esse incrível ser malévolo, em combustível. Toda semana sai uma maluquice a esse respeito com ideias ÇENÇASSIONAIS!
A todo momento, surgem novas e melhores próteses. Desde aquelas muito maneiríssimas, praticamente lhe transformando num T-800, até aquelas impressas com pRástico, baratinhas e até boas pelo preço que se paga, que normalmente é uma merreca, provavelmente chegando no Brasil custando um braço.
Como saber o que procurar em Marte? Como buscar sinais de vida lá? A resposta é simples e complicada ao mesmo tempo. Deve-se partir de algum parâmetro de comparação. Sendo assim, vamos tirar como exemplo aqui mesmo. Onde estão as mais antigas evidências de vida?
Existem coisas rápidas. Ayrton Senna era rápido, SR-71 era rápido e até a velocidade que meu salário cai na minha conta e é devorado pelos boletos imediatamente é rápido. Ah, sim, tem a luz e a caganeira, mas vamos deixar velocidades escatológicas de lado e ficarmos só na luz. Sim, a luz é rápida. Ainda assim, dá para ser captura em foto quando ela se propaga. Dá até pra fazer videozinho, principalmente se você não for o Kylo Ren e parar o feixe.
Ciência é mais que conhecimento organizado. Eu diria que é pura poesia. Aquela palhaçada do filme Contrato “ain, tinha que levar um poeta”. PORRA NENHUMA! Ciência é mais do que isso até. Ela é capaz de ver o invisível e ouvir o inaudível (lembrei daquele conto chato do príncipe que ficou um ano na floresta.)
Os investigadores olham a cena. Algo está errado. Eles se detêm nos detalhes. Sim, algo está muito estranho. Sim, a vítima se matou, é o que tudo indica… mas tem algo errado! Por que alguém que cometeria suicídio teria feito um bolo pouco antes? Não, não faz sentido. Os investigadores chegaram à conclusão: assassinato. A perpetradora foi uma senhora, uma senhora de olhos doces e rechonchudinha como a Dona Benta. Uma senhora que cometeu vários assassinatos de todos os tipos, desde facadas até tiros, envenenamento, enforcamento e asfixia.