Em tempos de problematização, uma das formas que pessoal lacrador implica é quando alguém diz que outra etnia é composta por indivíduos todos iguais. Eu tive um colega de trabalho japa (na verdade, era descendente, mas é japa. Que se dane se você não gostou) nos sacaneava dizendo, com sotaque, que “ocidental é tudo igual, né?” (o miserável nunca tinha ido ao Japão). Hoje isso é mal-visto, tido como racismo. Bem, até poderíamos aceitar como racismo, mas isso porque somos programados para identificar gente como nós. “Pessoas como nós” é garantia que não seremos atacados pela tribo vizinha, o que faz sentido num mundo com alguns milhares de seres humanos totalmente espalhados, mas é o tipo de informação gravada em nosso cérebro.
Então, temos o sentimento que quem não é igual a nós, é tudo a mesma coisa, mas será isso preconceito que se aprende? Pois, uma pesquisa mostra que não é tão simples assim.

O que vende? Vende a notícia espalhafatosa, terrível, mundo cão e, melhor de tudo, o mundo vai acabar de forma horrível, numa catástrofe saem precedentes (mentira, tem precedentes), em que toda a vida na Terra será varrida do mapa, da Terra e de tudo mais, pois a própria Terra vai pro saco numa explosão cósmica quando um pedregulhão maior que a minha pilha de boletos acerta um porradão bem no meio de nossa fuça.
Saltos ecoam pausadamente no chão. O alvo traje bem ajeitado sobre o corpo delineia bem, mas não tanto para se divisar o que se tem dentro. Não é importante. Os cabelos lindos, macios e sedosos rebrilham nas luzes e a bancada está à sua frente. Luvas postas nas mãos. Óculos de segurança como manda a norma. Um leve batom, mas vaidade não é impedida no meio científico.
Era uma vez uma cobra com 4 patas que conseguia ficar ereta. Não apenas isso, ela falava e mandou umas ideias de jerico pra uma dona burra feito uma porta, casada com um zé ruela mais burro que ela. Aí veio o chefe da milícia e expulsou todo mundo do condomínio construído de forma irregular.
Geração de energia é algo muito complicado. Um país industrializado precisa de uma política de geração de energia bem planejada. Como o Brasil não é uma coisa, não pode ter a outra. O Brasil tem momentos que sofre picos de consumo de energia e, por isso, precisa ativar as usinas termelétricas. Sendo majoritariamente uma produção de energia por meio de hidrelétricas, a quantidade de carbono lançado na atmosfera sobe muito quando precisa ligar as esquentadinhas. As usinas nucleares seriam uma melhor pedida, mas os silvícolas deste país ainda têm medinho de isso aqui virar Chernobyl, sendo que nem somos tão incompetentes assim.
Peixes-robôs nem são mais novidade. A não ser site de notícias brasileiros que acharão isso aqui o supra-sumo da inovação, quando o que é realmente destaque são os detalhes, e não o peixe em si. Agora, imaginem um peixe-robô com algo semelhante a sangue. Aí é uma bela inovação, certo? Não, não é sangue-sangue, mas algo que em princípio seria bem semelhante, se os detalhes não diferissem. Mas quem quer um sistema robótico 100% semelhante a um ser vivo?
Começou uma cruzada contra os patinetes motorizados. Sendo sucinto, é uma espécie de Uber em que você anda com um patinete que você desbloqueou via aplicativo. O valor do percurso é debitado no seu cartão. Está sendo proibido em várias cidades… por que sim. O prefeito
Eu preciso colar coisas de vez em quando. Minhas colas preferidas são superbonder, óbvio, e cola de isopor. Cola de PVA meleca tudo. Cola de bastão nem sempre cola direito. Cola de isopor é o ideal. Não, nem cola quente, aquela merda só serve para queimar os dedos e soltar a cola depois.
A Diretiva da União Europeia sobre o Direito de Autor foi aprovada, inclusive o famigerado artigo 13, aquele artigo que fará com que a Internet acabe, porque não poderá ter um bonequinho no fundo. O problema é que o artigo 13 não dizia isso, mas o bando de imbecis que são contra ele sequer leram a normativa, e saíram vociferando, pois o youtubeiro amado disse que é ruim, e as pessoas são burras demais para procurar saber (isso vale pros youtubeiros retardados também).
Eu gosto das associações que costumam fazer. Algumas, totalmente despropositadas. Outras, têm até um motivo para a associação e esse motivo é simplesmente ser notado. Tive um belo vislumbre disso ao ler uma pesquisa científica que determinou a presença de cloreto de sódio (o sal de cozinha, você sabe) em um lago de Europa (o satélite de Júpiter e não o continente).