Médicos usam impressora 3D para fazer bebê voltar a respirar

Eu confesso: adoraria ter uma impressor 3D. Eu imprimiria um monte de treco inútil. Eu modelaria meu rosto em 3D e imprimiria uma estátua minha, deixando para a posteridade a minha magnificência.

Isso, claro, porque sou um pulha; já que médicos usaram uma impressora 3D para um fim mais nobre: salvar a vida de um bebezinho, imprimindo uma traqueia novinha em folha.

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Pesquisa fala o que já sabíamos: Estudante brasileiro não sabe pensar

Sabe aqueles ufanistas que ainda acreditam na qualidade da Educação Brasileira? Pois é, continuarão acreditando, pois o fator "Realidade" nunca é levado em conta. Pena que a vida real é dura e não está nem aí pro que as pollyanas pensam ser.

O novo exame do PISA não só avaliou a nossa catátrofe educacional em nível de conhecimento, mas também se os alunos tinham capacidade de pensamento lógico e resolução de problemas. Antes de você continuar, um spoiler: os alunos não têm nem uma coisa nem outra).

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Quando o marketing da pseudociência ganhou aos 45 do 2º tempo

Antes de começar, deixe-me contar uma coisinha: Eu tenho mais de 12 anos, e (penso eu) sei como o mundo funciona. Sei que não existe almoço grátis e sei que todos nós temos contas a pagar. Mas também sei que existe uma coisa chamada "ética" e outra coisa chamada "correção" e elas nos impedem de aceitar certas atitudes.

Dito isto, devo dizer que me surpreendi com o que li, sobre o canal Nerdologia abraçar pseudociência por causa de patrocinadores, derrapando feio na curva. Algo assim merece ser examinado.

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A lenta e microscópica vida nos mares

Há um grande problema em acompanhar o mundo natural. Ou ele é muito rápido, muito grande, muito pequeno ou é muito lento. Ou uma mistura dessas coisas, duas a duas. No caso da vida, é difícil acompanhar o que acontece, já que temos que ver as minúcias, os detalhes e, mais importante, a paciência de acompanhar tudo isso. O problema que muitos detalhes escapam já que há mínimas variações e só juntando tudo e acelerando o processo para termos noção.

O vídeo a seguir mostra a lenta vida dos corais e esponjas, pequenos seres marinhos que parem estar lá, paradões, sem contribuir com nada. Mas suas estruturas são vibrantes e recheadas de vida.

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Professores + Bolinhas + Microgravidade = DIVERSÃO!

Eu perguntei uma vez o que era melhor que ser professor. Me disseram que seria esmagar os inimigos, vê-los fugindo diante de você e ouvir o lamento de suas mulheres (depois disso, parei de fazer perguntas a marombados). Melhor que ser professor é se divertir ensinando de maneira divertida. Vocês sabem, aquilo que NUNCA ACONTECE nos colégios. Na verdade, não nos divertimos, não ensinamos realmente e nem fazemos nada divertido, pois Pai Paulo Freire de Oxum não gosta.

Nós perdemos isso. Não nos divertimos, porque não ensinamos. E não ensinamos porque temos que seguir programas chatos, desinteressantes e totalmente avessos a qualquer coisa que indique que aprender tenha que ser divertido. Mas nem todo mundo pensa assim, principalmente quando se enche um 727 com professores e bolas de ping-pong.

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A Vida pode estar dando sopa em Titã

Sendo o segundo maior satélite natural do Sistema Solar (e domínio do Senhor dos Céus) Titã. A imensa sopa orgânica dele, com um imenso oceano de metano e etano, os compostos orgânicos mais simples, nos faz refletir sobre a imensa possibilidade de haver vida lá ou, pelo menos, ter um ponta pé inicial.

Titã é uma imensa sopa pré-biótica e mesmo que não vejamos vida lá agora, nos dá conhecimentos sobre como era o nosso próprio planeta há 3,5 bilhões de anos.

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O que se faz com seus implantes depois que você morre?

Morte nunca é agradável. Salvo se for de algum rato, barata ou van que corta o seu carro, vindo pelo acostamento. Normalmente, a família fica com a cabeça cheia e, com isso, acaba-se esquecendo uma coisa: e se o falecido(a) tinha uma prótese w/ou implante médico? O que se faz com eles?

Se formos pensar bem, é uma pergunta intrigante. São milhões de peças como próteses de membros como braços e pernas, silicone para os seios, marca-passos e até dente postiço. Parafusos, pedaços de titânio para substituir ossos etc. Para onde vai tudo isso depois que a gente morre? Para o caixão? Algumas modelos que tem por aí, depois que morrerem, virarão uma poça de silicone.

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Brasil e seus jovens cientistas: SOCORROOOOO!!!!

Eu sou masoquista. Só pode ser isso! Todos sabemos como o Brasil ama a Ciência (SQN), e como o Governo Federal tem um apreço (HUAHSUHAHAHAHAHA) muito especial para com o desenvolvimento científico e tecnológico. Eu fico esperando por novos talentos nas áreas de Ciência e Tecnologia, mas os eventos sobre isso são sofríveis, como o prêmio Jovem Cientista e o FEBRACE.

Sério, gente, vendo os projetos, nenhuma imprecação na língua dos químicos, engenheiros, físicos, biólogos e matemáticos seria suficiente para dizer: FACEFUCKINGPALM!!

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O frio cintilar das estrelas e o calor do brilho dos flocos de neve

"Você já pensou o que é a diferença entre minúsculos flocos frágeis e estrelas extremamente grandes e eternas? Não há nenhuma". É assim que o fotógrafo Tadas Janušonis começa na descrição do seu vídeo. Para quem ficou acordado à noite contando estrelas ou esperou pelos primeiros flocos de neve de um inverno bem frio (e, para mim, qualquer temperatura abaixo de 20ºC É bem frio), a diferença é tão pequena, ainda mais olhando para cima e se confundindo em apontar quem é um e quem é outro.

No time lapse a seguir, Janušonis nos traz as maravilhas do céu. Sejam em formas de pontos brilhantes devido os zilhões de joules produzidos nos seus corações nucleares, seja num tímido pedaço de água congelado, refletindo a luz da miríade de estrelas à nossa volta.

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Uma carta ao mestre, com carinho

Eu creio que a parte mais emocionante do primeiro episódio da nova série Cosmos, apresentada por Neil deGrasse Tyson, é o relato dele quando conheceu Carl Sagan. Os olhos de Neil faiscaram ao se lembrar do homem que Carl Sagan era, a ponto de oferecer sua casa para o jovem Neil, com então 17 anos, passar a noite, caso não houvesse ônibus por causa da nevasca.

Neil escreveu uma carta a Carl, com a dedicação e apreço que um padawan se dirigiria ao mestre Jedi. E esta carta diz:

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