O Brasil tem sérios problemas. Um deles é exatamente ser o Brasil. Ontem foi inauguração da Copa do Mundo; e, cá pra nós, que LIXO! Meia dúzia de gato pingado parecendo alguma mostra pedagógica de colégio de periferia, com ents, garoto índio vestido como um maia (não perguntem) e ainda reclamam que gringo pensa que aqui é só mato, selva e bundas rebolantes. Pior! Nem passista de escola de samba tinha. Pelo menos, colocassem o Caprichoso.
O ponto alto é (ou deveria ser) o exoesqueleto que está sendo desenvolvido pelo dr. Miguel Nicolelis, um cientista sério que preferiu ralar peito daqui, ou estaria esperando a boa vontade do CNPq para comprar uma chave de fenda. Só que enquanto o Galvão tagarelava sobre o ônibus da Seleção (a qual não deu as caras na abertura), o chute foi dado e só. E a reação as pessoas só pode ser descrita como uma coisa:
ESTA É A SUA SEXTA INSANA!

O título faz alusão ao mundo conquistado por Alexandre da Macedônia. Indo do Egito até quase chegar no Oriente Distante. Um império tão imenso (e fugaz, entretanto) que em algum ponto dele estava fazendo Sol, não importando em que momento fosse.
Um dos artigos que mais gostei (dentre uma saraivada deles), é o da
O mundo moderno trouxe muitas coisas, e para cada coisa, trouxe vários problemas. Celular em colégio é um problema. Se por um lado pais precisam falar com os filhos (os colégios podem ter telefones, mas quando a última vez que você viu um orelhão na rua?), pelo outro esta DESGRAÇA faz de qualquer aula um inferno, com alunos enchendo o saco com estas porcarias enfiadas no ouvido, quando poderiam muito bem enfiar em outro orifício. Eu mesmo já cheguei a tomar uns 10 aparelhos, formando uma pilha na mesa e ameaçando vender numa banquinha de camelô.
O estranho mundo de Hades tem coisas que ninguém acredita. Depois de 500 anos de moderna medicina,m as pessoas parece que enlouqueceram e resolveram que o bom mesmo é como quando nossas tatatataravós davam à luz os bebês, num ambiente inóspito e prontos (mãe e bebê) para morrer de alguma infecção ou procedimento que dará errado.
O proto-indo-europeu é um idioma ao qual se atribui como raiz linguística e ancestral comum das línguas indo-europeias faladas pelos povos proto-indo-europeus, já que seria estranho indígenas brasileiros falarem este idioma. Durante o século XIX, a grande maioria do trabalho linguístico foi dedicado à reconstrução de suas “filhas”, como o proto-germânico, e na maioria das técnicas atuais de linguística histórica foram desenvolvidos como resultado.
A Ciência precisa de medidas precisas. Para tanto, é preciso equipamentos preciso, bem calibrados e cada vez mais sensíveis. Usamos
Você curte Astronomia, não é? Você adora coisa que não doa no seu bolso, certo? Você ama ler e não perde tempo quando aparece um livro novo no mercado, estou certo? Você fez cursinho de inglês e saca muito do idioma, é isso? Então, tenho excelentes notícias para você. A NASA editou e está distribuindo um livro do pesquisador Douglas Vakoch, do SETI, e eu acho que você vai curtir de montão.
O reino dos planetas-deuses é desolado. A partir do planeta-guerreiro, o sistema solar já está muito frio, espaçado, praticamente morto. Quando chegamos no planeta-deus Netuno, não há água líquida, seu reino marinho repousa apenas na mitologia. É muito frio, deserto, sem vida; mas, nem por isso, vazio. Há uma imensa vizinhança circundando o reino de Netuno, magnífica, mas indiferente, com uma frieza de dar dó, pois além de não dar bola para as bactérias que andam sobre a Terra e constroem mísseis balísticos, os longínquos mundos perto de Netuno estão longe demais do Sol para serem paraísos caribenhos. No máximo são como Zamhareer , o infeno de gelo.
Não há coisa pior que a vontade de querer acreditar em algo. A vontade de querer que o mundo tenha todos os problemas resolvidos de maneira mágica, sem ter que levantar a bunda do sofá, é tão grande que se aplaude qualquer besteira, por mais insana que possa parecer.