Vi uma manchete bombástica – escrita por um jornaleiro, óbvio – que relatava 4 maneiras da humanidade ser aniquilada pela tecnologia. Os cenários hipotéticos são risíveis, como qualquer histeria propagada pelo pessoal de jornais. Os algozes são os mesmos de sempre: Inteligência Artificial (porque, né?, Exterminador do Futuro), acidentes científicos (mas hein? Tipo o quê? Hulk?), mudança climática (sim, claro. Nós controlamos o tempo!) e nanotecnologia. Como se dentro de nos não habitasse trocentas bactérias doidas para me devorar por dentro.
Claro, eu também fiz o meu listão de como a tecnologia vai passar o rodo na gente. É a versão BuzzCETfeed!
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Tem coisas que me incomodam. Uma delas é a atual mania de ficarem mendigando atenção. Aliás, em qualquer caso isso é irritante, mas pior ainda é quando vemos o conhecimento científico implorando para ser aceito. Cientistas produzem conhecimento diariamente, produzem novas técnicas, novos materiais, novas tecnologias etc. Ainda assim, é ridículo como é necessário ficar com um pires na mão, olhos caídos, biquinho e dizendo "Por favor, acredite em nós!"
Eu estava em dúvida sobre o que postar agora. Pedi ao senhor Harvey Dent para ele me dizer, mas o 

Outro dia eu estava olhando pra cima, por pura falta do que fazer. Eu estava vendo, indo bem alto, um avião de passageiros que, como sabemos, só carrega passageiros e suas malas. O que me chamou a atenção foi a linha branca que estava se formando atrás dele, reta que nem a trajetória do avião. Limpa e branca. O que seria aquilo? Bem, muitos sites têm a explicação: Aquilo são chemtrails, trilhas químicas usadas para diversos fins: controle do clima, redução de chuvas, controle de natalidade, manipulação das mentes, envenenamento de mananciais hídricos, extinção de indígenas, redução da biodiversidade e fazer gente burra se convencer que existem conspirações idiotas, feitas por grupinhos secretos que todo mundo diz conhecer.
Uma das coisas que me faz rir muito é o pessoal que fica chilicando dizendo que os novos filmes de Guerra nas Estrelas (Star Wars my ass!) serão um fracasso. Também disseram isso quando a Disney comprou a Marvel (e eu chamo carinhosamente de Disvel). Hoje, vemos o poderio que são os filmes baseados nos heróis da Marvel, que faturam infinitamente mais que os quadrinhos. O pessoal parece que esqueceu uma coisa simples: Disney INVENTOU o cinema de animação! Inventou a técnica que usava fundo amarelo e um prisma que separava a cor amarela das outras cores, podendo fazer um perfeito chromakey, que foi usado no filme Mary Poppins, de 1964.
Estou agora de pé, olhando para fora, pela janela de minha sala. Eu vejo um bonito céu azul, algumas nuvens e o vento balançando as folhas das árvores. Eu sei que está calor lá fora, mas estou com ar-condicionado ligado. Por causa das Leis da Física, a camada de ar que envolve a Terra refrata a luz do Sol. O ângulo de inclinação dos raios e absorção de energia faz com que o céu azul seja visto agora, ao invés do escuro firmamento, salpicado de estrelas. A luz do Sol, tão forte, me impede de ver essas mesmas estrelas. O Sol é um astro muito ciumento.
Eu costumo dizer que a Ciência nunca está errada. A Ciência se autocorrige. A cada erro (nossos ou dos colegas), aprendemos mais e, de preferência, se for pra cometer erros, que sejam novos. Por isso as publicações indexadas, com revisão de pares, é tão importante. Garante a lisura que algum maluco não escreveu um monte de bobagens, assinando com nome de personagem de desenho animado.
As escolas públicas de São Paulo não são um paraíso. Nenhuma escola pública é, nem mesmo nos EUA. Mas, de fato, a Secretaria Estadual de Educação faz jus ao ditado que um relógio quebrado está certo duas vezes por dia. Lá mandam materiais e kits para experimentos de Química, os professores passam por uma prova do mérito, no qual podem ganhar um aumentinho a mais, além de serem estimulados a cursar um mestrado ou doutorado (o que eu acho inútil. Ou você tem competência pra dar aula, ou não tem. Mestrado não te dará isso, mas enfim).
Bem, eu resolvi que este será o primeiro de uma série de artigos, como os de já enorme sucesso