Especialistas em ensino, que não lecionam, dizem que alunos amam a escola

Pelo menos, foi assim que eu interpretei ao ler sobre um daqueles debates de gente de Humanas™. Basicamente, envolvendo uma Pollyana, um observador de favelas (não sou eu quem diz) e o Fernando Gabeira, mundialmente conhecido por sequestrar o Embaixador dos EUA e… bem, foi a única coisa que ele fez de notável, mesmo, mediados por um apresentador de BBB. Adivinhe qual deles leciona? Bem, o observador de favela dá aula na UFF, ou seja, entendem tanto de colégio como eu entendo de neurocirurgia.

A diferença é que eu não vou em nenhum hospital dizer a neurocirurgiões como eles devem trabalhar.

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Professor Kickboxer acorda aluno com jato de extintor de incêndio

Todo professor tem problemas com alunos dorminhocos. Alguns chegam a roncar (sério!). Hoje, por exemplo, um zé ruela estava dormindo. Mandei os outros alunos colocarem os cadernos e livros sobre ele. O lazarento não acordou. Quer dizer, quando acordou tomou um susto. Mas, claro, isso não aconteceu, é uma história fictícia.

Nesse meio tempo, eu fico feliz com meus seguidores, como o Marcelo, que compartilhou uma notícia de um professor que acordou um aluno com um extintor de incêndio.

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Disney faz milagre até com areia

Há um erro recorrente das pessoas. A maioria delas acha que Disney trabalha com cinema de animação. Disney não trabalha com animação, Disney produz magia. As coisas que eles fazem está mais para bruxaria da pesada e, dizem, que eles têm conjuntos de servidores com placas de vídeo voodoo pra isso (se você riu, parabéns! É velho). A qualidade vem de ampla pesquisa e desenvolvimento, rendendo inúmeros artigos científicos. Animação não é ficar mexendo com massinha… Bem., até é, mas ciência aplicada e que diferencia seu filho das animações da Disney.

Agora, os nerds da Disney desenvolvem sistemas para renderizar objetos granulados, como areia, açúcar etc,de forma mais rápida.

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Cigarro eletrônico não só não afasta como atrai para cigarros convencionais

artigo sobre os males dos cigarros eletrônicos (os e-cigarrettes). Vários dependentes químicos vieram me xingar, claro. E sim, ao ponto que você é dependente de nicotina, pois esta tem um poder viciante maior que o da cocaína, você é um dependente químico sim. Aceite que dói menos (depois, procure uma clínica para desintoxicação).

Uma das alegações é que usavam o dispositivo pois ele fazia menos mal que o cigarro e viciava menos (aham!). Infelizmente, existe algo chamado Realidade, a Destruidora de Mundos,e  uma pesquisa mostra que, sim, cigarros eletrônicos, longe de afastar, estão servindo de porta de entrada para cigarros convencionais. Onde está seu Mata-Rato agora?

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As pessoas sempre vêm no pacote completo (e por que isso pode ser problemático)

Alguns anos atrás, em um blog já falecido e ressuscitado e falecido de novo, meu irmão espiritual Cochise César escreveu sobre como as relações entre as pessoas na internet mudou nos últimos anos. Ele contava de como os fóruns de discussão eram organizados em torno de temas. Você gosta de pokémon e conversa com outras pessoas que também gostam de pokémon. Mas há uns 10 anos inventaram um negócio chamado rede social. Nas redes sociais você se relaciona com pessoas, não com temas. E é aí que surge o problema.

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Mostrar o menino afogado era mesmo necessário?

A Síria já anda em clima de terror que nem Stephen King seria capaz de descrever. Isso não começou agora, mas está tomando dimensões cada vez piores, embora não tão alarmantes para alguém tomar uma atitude. A não ser que as ações da ONU e suas cartas bem sérias seja fazer algo. Na quarta-feira, as Interwebs ficou em polvorosa por causa da foto de um menino morto, junto com tantos outros refugiados que tentavam sair daquele Inferno na Terra chamado Síria. Uma imagem chocante, horrível, triste, desesperançada e impactante. Todos rangendo em lágrimas, rasgando a roupa e criticando a imprensa ou dando parabéns pela coragem.

Mas essa foto era mesmo necessária?

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Fragmento de exemplar do Alcorão talvez seja mais velho que Maomé. Talvez

Em nome de Allah, o Clemente e Misericordioso, hoje, aos 17 dias do mês de Dhul-Qada, perfazendo 1436 anos desde o dia da Hégira, a fuga de Maomé (salallahu alaihi ua salaam) de Meca para Medina, leio sobre o teste de Carbono-14 em um fragmento de um manuscrito do Sagrado Corão. Curiosamente, a datação revelou que a feitura do mesmo seria de antes de Mohammed ter recebido a Revelação do Arcanjo Gabriel e ter recitado as passagens.

Não que eu acredite no relato mitológico islâmico (apesar de achar muito legal, confesso), mas há detalhes que as pessoas parecem não ter dado a devida atenção. Para isso você vem aqui, certo? Para aprender mais (além de escrever bobagens, mas só uns poucos fazem isso).

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Pragmática: usando a linguagem no mundo real

Amiguinhos e amiguinhas!

Seguindo a nossa introdução aos estudos linguísticos, hoje vou falar de algo MUITO importante, mas que muito pouca gente leva a sério… O uso da língua.

Conhecer uma língua não é só conhecer as palavras (léxico), como pronunciá-las (fonética/fonologia), como combiná-las em frases (sintaxe). Você também precisa conhecer o uso da língua, no dia-a-dia. Essa é a parte mais difícil de se adquirir ou aprender uma língua (há diferenças, um dia eu explico).

Conhecer o uso de uma língua significa: saber usar as coisas no contexto certo, saber identificar contextos, saber usar expressões idiomáticas, gírias, arcaísmos, memes, tecnicismos… Ou seja, coisas que a gente não aprende nem na escola nem no dicionário nem na gramática, mas no dia-a-dia mesmo da interação social.

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Sobre a Ciência e seus métodos

Não é um vídeo falando com detalhes do Método Científico. É apens uma reflexão sobre os mesmos e o quanto são importantes. Nada muito detalhado, mas que eu queria gravar assim mesmo. Chamem de vaiade, se quiserem, pois tudo é vaidade.

Isso sem falar que eu queria testar outras formas de fazer video. Tirando o cameraman, até que ficou bem legal. Tá, ok. Não sei se ficou legal, mas parafraseando Tolkien, como autor da obra me dou ao luxo de apresentar do jeito que eu gostar. Espero que vocês tmbém gostem.

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Folclore e Religião. Será que tem diferença?

Diz Joseph Campbel, mitologista, que mito é como se define a religião dos outros Muitas histórias são contadas de pais para filhos, ao longo dos anos. Sacis, cucas, boitatás, iaras etc. Será que tem tanta diferença assim de pregadores com poderes mágicos, como andar sobre a água, curar pessoas e multiplicar peixes?

Se você ainda não viu o vídeo que foi ao ar´sábado, taqui a sua chance de ver. Se você quer acompanhar assim que for publicado, assine nosso canal. Não esqueça de nos recomendar. Tupã está de olho!

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