O mundo desabou na cabeça do capitão Trevor Greene, do Regimento de Infantaria The Seaforth Highlanders of Canada. Esses caras não dizem “desculpe” depois de te mandar um pombo sem asa nas fuças. O cap. Greene estava com sua tropa em alguma aldeia de Kandahar, uma região esquecida por Deus, Jeová, Alá, Shiva, Quetzalcoatl ou qualquer outro deus da sua preferência. Durante a última reza do dia, os soldados, comandados pelo capitão Kevin Schamuhn, deram uma pausa e retiraram os capacetes e depuseram as armas para mostrar aos aldeões que eles eram amigos, brincando com as crianças.
Apesar de soldados, tinham certa ingenuidade ao não perceber quando chamaram as crianças para que ficassem longe dos soldados. Foi aí que eles foram atacados… à machadadas. Greene teve um ferimento grave, ganhando daquele povo que ele tentou ser amigo uma séria lesão cerebral. Muitos achavam que ele partiria dessa pra melhor, mas ele sobreviveu, ainda que numa cadeira de rodas. Mas poderíamos fazê-lo andar de novo? Sim, senhores. Nós podemos. Nós temos a tecnologia.
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Nós não temos noção do tamanho das coisas. Somos um bando de sem-noção, mesmo. Qualquer coisa que seja muito grande ou muito pequeno foge à nossa capacidade de racionalização, e temos que apelar para o pensamento abstrato, e isso nos leva a cometer erros.
No lar dos bravos e terra dos livres, você tem a oportunidade de ser o que quiser, fazer o que quiser, construir seu brilhante futuro, rumo a um horizonte de oportunidades… mas só se você for da cor certa. Ter o sobrenome adequado também pode, ou ajudar bastante, ou ferrar sua vida de vez. Que o diga Ahmed Mohammed.
Olha o absurdo do dia! O ministro da Educação Hakuban Shimomura mandou recadinho para as 86 universidades nacionais do Japão para que elas tomem medidas ativas para abolir cursos de Ciências Sociais e Humanidades (o que nós chamamos carinhosamente de Humans of Humanas), organizações semelhantes e convertê-los para o lado Exatas da Força, de forma que possam servir áreas que melhor tem uso na sociedade. Ou seja, Foudault fuqueu-se!
O ar está à nossa volta, mas não o vemos, só sentimos falta quando ele não está presente, assim como acontece com meu saldo bancário. São muitas as propriedades do ar, mas eu escolhi algumas para fazer o vídeo a seguir.
Pelo menos, foi assim que eu interpretei ao ler sobre um daqueles debates de gente de Humanas™. Basicamente, envolvendo uma Pollyana, um observador de favelas (não sou eu quem diz) e o Fernando Gabeira, mundialmente conhecido por sequestrar o Embaixador dos EUA e… bem, foi a única coisa que ele fez de notável, mesmo, mediados por um apresentador de BBB. Adivinhe qual deles leciona? Bem, o observador de favela dá aula na UFF, ou seja, entendem tanto de colégio como eu entendo de neurocirurgia.
Todo professor tem problemas com alunos dorminhocos. Alguns chegam a roncar (sério!). Hoje, por exemplo, um zé ruela estava dormindo. Mandei os outros alunos colocarem os cadernos e livros sobre ele. O lazarento não acordou. Quer dizer, quando acordou tomou um susto. Mas, claro, isso não aconteceu, é uma história fictícia.
Há um erro recorrente das pessoas. A maioria delas acha que Disney trabalha com cinema de animação. Disney não trabalha com animação, Disney produz magia. As coisas que eles fazem está mais para bruxaria da pesada e, dizem, que eles têm conjuntos de servidores com placas de vídeo voodoo pra isso (se você riu, parabéns! É velho). A qualidade vem de ampla pesquisa e desenvolvimento, rendendo inúmeros artigos científicos. Animação não é ficar mexendo com massinha… Bem., até é, mas ciência aplicada e que diferencia seu filho das animações da Disney.
Alguns anos atrás, em um blog já falecido e ressuscitado e falecido de novo, meu irmão espiritual