As pessoas ainda não entenderam para que serve a tecnologia. Não entendem que as ferramentas existem para nos ajudar no trabalho que deve ser nosso, e não substitutos. No mundinho 2.0, querem que nossos computadores, tablets e smartphone façam tudo, que adivinhem tudo, que nos auxiliem em tudo. caímos para uma geração indecisa, com amor próprio em declínio e auto-estima praticamente inexistente.
A prova disso tudo que estou falando é uma pesquisa que diz que nossos tablets devem ser mais que conselheiros, mas guias espirituais, psicólogos, médicos e amigos. Como se isso que está sobre a minha mesa fosse mais que uma máquina.

As pessoas são imediatistas e pouco interessadas em detalhes. Amam os produtinhos tecnológicos, mas não querem nem saber como ele foi parar ali. Muitos dos nossos bens de consumo vieram da pesquisa básica, a pesquisa pelo saber, apenas, que foi utilizada para promover a produção de itens com fins mais práticos.
Polímeros sintéticos são uma maravilha tecnológica. As muitas aplicações dos plásticos moldaram e moldam o nosso mundo. Mas não existe almoço grátis. A longevidade dos plásticos é seu maior problema, acarretando em poluição. Centenas de milhões de toneladas de plásticos são jogadas foras e boa parte desse montante não são recicladas. Temos que dar um jeito de acabar com eles, e o melhor jeito é por meio de agentes decompositores, como bactérias, por exemplo.
Contemplem a tabela periódica. Está tudo lá. Só que de todos os elementos que existem, apenas 92 são encontrados naturalmente. Vai até o Urânio e só, acabou, caput. Daí pra frente só elementos sintetizados, criados, fabricados pelo Homem. O que vem além disso são os chamados “elementos transurânicos”. Um deles é o cúrio, elemento batizado em homenagem ao casal Curie, descoberto em 1944 por Glenn Seaborg, Ralph James, e Albert Ghiorso, por meio de bombardeamento do plutônio com partículas alfa. É um elemento tóxico e muito radioativo. Quem tem cúrio, tem medo.
Quando a sonda Galileu se chocou contra Júpiter, muitos ficaram com medo que a pilha atômica que aquela sonda usava detonasse o hidrogênio do Planeta-Deus, incendiasse-o e o gigantão se transformasse numa nova estrela. Será mesmo que isso é possível.
O Brasil é um lugar que tecnologia é levada a sério. Amamos WhatsApp e Candy Crush. O problema é que não conseguimos fazer o que a Alemanha Nazista fez na década de 1940 e a URSS fez na década de 1950 (e não estou falando de extermínio de pessoas. Neste quesito, somos muito bons, obrigado).
Na verdade, não. Mas antes que você, criaBURRIcionista comece a espernear dizendo que a máfia das indústrias farmacêuticas estão boicotando a fosfoetanolamina… hã, quero dizer, antes que eles reclamem do imenso complô dos ateus satanistas que querem acabar com a moral da família cristã espalhando o Darwinismo, vamos dar uma olhadinha do que se trata.
Ao longo dos anos, estamos ficando com menos pêlos (sim, com acento. dane-se o Acordo Ortográfico!). Se nossos ancestrais eram peludões, atualmente estamos com a pele quase à mostra, com algumas exceções, como os que têm
Em termos de escala evolutiva, esponjas são os animais menos evoluídos que existem na Terra, mas estão acima dos comentaristas de portais de notícias. Desde sempre, elas são conhecidas e muitas vezes usadas até para você tomar banho, apesar de hoje usarmos esponjas sintéticas, oriundas de materiais obtidos com o petróleo; petróleo este que se derramado causa grandes impactos ambientais e ninguém quer um manchão de óleo em suas praias.