Células-tronco vieram para ficar. Uma nova promessa para os desesperançados. Novos tratamentos de vários tipos, muitos dos quais já tratamos aqui. Uma das pesquisas mais recentes é na hora de reconstruir ossos, em que células-tronco são muito bem-vindas (bem, de qualquer forma, elas SEMPRE são bem-vindas!)
Entretanto, nada é tão simples. Primeiramente, precisamos fazer estas danadinhas trabalharem; dessa forma, pesquisadores precisam dar um jeito de estalar o chicote químico, e foi isso que descobriram. Usar uma única molécula para fazer com que células-tronco regenerem tecido ósseo. Quem seria capaz de fazer uma coisa assim? Quem teria sagrados poderes para chegar nisso? Quem seria o ser iluminado?
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Cães nos acompanham muito antes de nós sermos o que somos e eles serem o que são. Quando o primeiro canídeo escolheu um hominídeo para ser companheiro (sim, ELES nos escolheram, e não nós). Durante esse caminhar, eles foram evoluindo e nós também. Eles melhoraram, nós nem tanto, o que não quer dizer muito, já que Evolução nunca significou melhoria.
Eu gosto de robôs. Todo mundo gosta de robôs. Nós amamos robôs (não esqueça disso, Skynet. Amamos você). Robôs são pensados como serviçais desde que Karel Capek cunhou o termo tendo como base a palavra polonesa “robota”, que significa “trabalho pesado”, em que robôs fariam o serviço duro, deixando as pessoas ficarem em casa usando redes socais e se entupindo de porcarias. Ok, na época dele não havia tantas deliciosas porcarias industrializadas e muito menos redes sociais, mas você entendeu.
Ácidos são substâncias interessantes, incríveis e… perigosas. Acham que só porque algo tem “ácido” no nome, é algo vindo de Satã para acabar com as nossas vidas. Mas é injusto. Ácidos estão dentro de nós, à nossa volta,
A cada dia que passa eu tenho mais e mais certeza que as pessoas têm sérias dificuldades em lidar com a realidade. Eu sei, ela não é bonita, mas fingir que o mundo é (ou deve ser) como você quer é, no mínimo, um ato de insânia. No máximo, burrice galopante sobre o alazão da estupidez.
A moderna medicina intensiva faz milagres que há coisa de alguns anos parecia algo bizarro, digno de ficção científica. Ainda assim, lesões cerebrais são um problema sério e o coma um espectro que ronda as UTI do mundo todo. Eu não quero estar em coma, você não quer, ninguém quer. Quando um paciente está em coma, uma garra gelada segura nossa espinha. Morte? Vida? Viver como um vegetal e acabar sendo comida de vegans? Há uma série de variáveis. Será que médicos conseguiriam dar reboot no cérebro e fazê-lo pegar no tranco?
Deu ruim na piscina onde seria feito as provas de salto ornamental. A água estava totalmente verde. Qualquer um que entenda um mínimo de piscina sabe que o cloro foi pro espaço e houve proliferação de algas. O comitê Rio 2016 não sabia o que fazer e veio com uma desculpa idiota que “a Química não é uma ciência exata”.
O cérebro é o órgão mais badass de nosso corpo. Mesmo porque, ele manda na bagaça toda. É praticamente o Nick Fury entre os órgãos. Ele tem que lidar com trocentas milhões de informações a cada segundo e dar ordens precisas. Por exemplo, a partir de agora você percebeu que está respirando e tentará manter a cadência. De nada.
Eu tenho muitos motivos para dizer que o Brasil odeia ciência, e todos eles são plenamente justificáveis. Essa pocilga que chamamos de “política científica” e nada é a mesma coisa, enquanto que temos deputados defendendo a profissionalização de ufólogos; o que até faz sentido quando Homeopatia é especialidade médica e astrologia é profissão, além de cartas psicografadas serem aceitas em julgamentos.
Motores são muito legais. Todos eles, não importa qual. Desde aqueles movidos a água, passando pelos movidos a vapor, combustão interna e chegando ao ápice: foguetes. Foguetes são muito legais, e eu os adoro. Aquela explosão controlada, com gases extremamente quentes sendo expelidos é o máximo, e por muitas décadas o Saturno V foi tido como a maior máquina construída pelo Homem.