O mundo antigamente era menos complicado. Acordava-se de manhã cedinho, ia pra labuta (eu disse “labuta”), parava-se um pouco para comer, voltava-se ao batente e ia pra casa de noite, onde uma refeição quentinha (ou não) estava esperando, junto com uma esposa quentinha (ou não). Pelo visto, não se mudou muita coisa ao longo da história.
O homem não sabia grandes coisas, não tinha acesso à informação, não sabia nada. Outra coisa semelhante aos nossos dias, com a diferença que hoje somos bombardeados com todos os tipos de informação, como TV, rádio, jornais, revistas da Avon, propagandas, outdoors, galhardetes, placas, carros de som, celulares, fax, homens-sanduche, animadores de lojas etc. Com o tempo, chegou a Internet, com e-mail, websites, vídeos pornô de amadoras educativos, documentários, TV do restante do mundo, conteúdo pirateado e até um vídeo com a vergonha que você passou na formatura, quando bebeu todas e quase morre afogado na privada, devidamente postado no Youtube por algum “amigo seu”. É muita informação. Mas quanto dela é realmente útil? O quanto dela é realmente conhecimento (informação NÃO É conhecimento). Continuar lendo “A vida moderna traz sobrecarga de informações ao cérebro”

Estávamos tristes aqui. Sua Santidade, o
Eu nunca entendi porque algumas pessoas são implicantes. Cada um tem a sua visão particular das coisas, mas o ser humano possui a tendência de forçar que os demais façam e atuem segundo a vontade de uns poucos. Afinal, eu estou certo e você tem que aceitar e ponto final.
O site britânico de genealogia
O problema de alguns debilóides é não terem noção do ridículo. Acham que só porque a nossa incrível benevolência de ceder um espaço para postarem artigos é libertinagem de escrever qualquer merda. Daí acontece uma postagem como a que está abaixo e, como poderão ver, mantive a transcrição na íntegra, com o idioma crental (links por minha conta). Have Fun!
A IBM anunciou um progresso significativo para a criação de um sistema de computador que simula e emula as habilidades do cérebro para a sensação, percepção, ação, interação e cognição, enquanto rivalizando com baixo consumo de energia do cérebro e consumo de energia e tamanho compacto.
Eu nem sei como dou uma séria notícia a vocês, meus pobres crentes. Melhor ir direto ao assunto: SEU JESUS É TRANSEXUAL! Isso mesmo, monas, Gay-zuis, como todo bom judeu, foi circuncidado, adorou a experiência e cortou o resto do bilau fora. mesmo porque, segundo os Evangelhos, o Grão cavaleiro do Burrico nunca usou seus apetrechos mesmo, nem pra fazer um xixizinho básico.
Em tempos de web 2.0, informação a um clique de mouse, em cima do olho, de
A Seleção Natural fez maravilhas com os seres vivos, desde que não passavam de procariontes, com sua zona desgraçada dentro de suas células, onde o material genético estava largadão. Seria como se seu cérebro compartilhasse a vizinhança com seu intestino, o que não é muito diferente de muitas pessoas que eu conheço. Uma das poucas coisas que a Seleção Natural não nos capacitou foi gravar uma série de símbolos aleatórios, que usamos de forma ordenada afim de representar nossos grunhidos e sons que emitimos, pela bnoca ou outros locais, aos quais chamamos de “letras”. Usamos as palavras e as reconhecemos facilmente, pois elas possuem significado. Por exemplo, se eu disser “Júlia Paes”, você criará em seu cérebro um símbolo icônico de conteúdo reprodutivo (ou não); já algo como bru3aJamesasp4t não diz quase nada. “Quase” porque eu aposto a alma da Paula como vocês leram o “James” lá no meio. No entanto, Vasw9t2hux6na3rw parece no máximo o nome de algum polonês exposto num quadro de clínica oftalmológica. É por essas e outras que temos grandes problemas em lidar com senhas, que devem (ou deveriam) ser garantia de segurança aos seus usuários.
As pessoas acreditam em quaisquer bobagens. E hoje, há a demanda para tudo ser ecológico, sequestrar carbono (isso vale pra carvão e diamantes?), proteger bebês-foca e evitar o buraco