Eu olho meu calendário, mas ele me prega peças. Ele me diz que estou no século XXI, mas vivo tendo provas que estamos ainda na Idade Média. Temos gente acreditando em cobras falantes, políticos sem o menor escrúpulo, pessoal que adora manipular pessoas humildes e idiotas que acreditam que homossexualidade é alguma forma de doença. Agora, o mais tosco mesmo são os que os sujeitos acima descritos são o mesmo imbecil, como é o caso do SecreOtário de Direitos Humanos que diz acreditar piamente que existe uma cura gay. Por mero acaso, ele é pastor, também. Coincidência?
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Bem, saiu o filme do Deadpool e já temos uma miríade de pessoas que está interiorizando o personagem. Seja por avatares, cosplays e até mesmo página de facebook. Tem até página do Deadpool Cristão e… Péra! Deadpool Cristão? Sim, isso mesmo, queridos. Deadpool é cristão de verdade. Eu não pude acreditar logo de início. Seria possível que o mercenário tagarela tivesse algo a ver com o Cordeiro de Deus, o Príncipe da Paz, o Maravilhoso Conselheiro? A resposta tem que está nos evangelhos e… OHHH!!!!!!!… não é que é verdade? Deadpool não é apenas cristão, ele é o próprio Jesus!
Nós queremos nos sentir especiais, achamos que tudo tem a ver conosco. Um exemplo disso é o teste criado por Bertram R. Forer, que em 1948 fez um teste com seus alunos. Ele os submeteu a um teste de personalidade. Era uma folha de papel com uma análise única e individual baseada nos resultados dos testes que estes alunos tinham feito antes. Entretanto, os alunos tinham que ler esta avaliação e avaliar o grau de acerto dessa análise, variando de 0 (muito ruim) a 5 (muito boa). Boa parte dos alunos concordou que a avaliação escrita para cada um deles era bem de acordo com o que eles pensavam de si mesmos. O problema era que o texto era igual para todos. Isso foi chamado Efeito Forer ou Falácia de Validação.
Já estavam sentindo falta, né? Acharam que o mundo estava menos maluco, né? Pensaram “AHÁ! as pessoas estão menos estúpidas, NÉ? Tenho más (ou boas, dependendo do ponto de vista) notícias para vocês. Os imbecis não deixaram de aparecer. E a prova disso é que temos mais uma grande, fantástica, envolvente, incrível, mágica, fantabulástica (já posso me candidatar a um emprego na Apple?) sessão que todos vocês amam.
A pessoas continuam acreditando num monte de bobagens. Acham que o futuro foi escrito por astros, que não passam de planetas rochosos ou de gases, com o Sol saracoteando de um lado pro outro, numa visão da Antiguidade em que a Terra era o centro do Universo.
As pessoas são extremamente burra, estúpidas, iletradas, ignorantes, nekulturnys, idiotas, e absurdamente burras (sim, tão burras que menciono duas vezes). A tendência em achar que o Sobrenatural de Almeida vai resolver todos os problemas é uma arma ótima para esconder a sua estupidez e preguiça.
O mundo anda cheio de religiões. Que diabo! Por que não fazer uma só para você? Mas não seja como esse pessoal sem imaginação, que fica copiando mitologias dos outros. Aqui lhe ensinaremos como você pode criar o seu próprio Deus em casa!
Eu tentei não fazer uma manchete do tipo Cidade Alerta (mentira, foi proposital), mas não tem como relatar isso de outra maneira. Um idiota achando “O” terrorista achou que ia ser uma excelente ideia invadir uma delegacia de polícia com um colete de explosivos (que mais tarde descobriu-se ser falso), uma bela duma faca de açougueiro, gritando Allahu Akbar (em árabe “Deus é Grande!”). Os comedores de queijo não se renderam dessa vez e passaram o cerol no espertão, que deve estar muito puto da vida nesse momento ao descobrir que não só não ganhou 72 apsaras como ainda foi parar no Inferno polinésio e arder no infinito (se bem que ele está ao lado de Einstein).
O mundo religioso conseguiu um sistema de pagamentos como financiamento de imóveis da Caixa, em que você vive pagando eternamente, e lá pelas tantas nem sabe o motivo. Você nasce e paga, volta e morre e a cada reencarnação você paga um carma que ninguém lhe ensinou como fugir dele, pois ninguém sabe este crime horrível que você cometeu.