Religiosos são estranhos. Eles vibram, torcem, fazem e tudo para que um evento catastrófico destrua o mundo. Podem reparar, eles chegam a ficar com os olhinhos brilhando ao dizerem que o mundo vai acabar e todas as pessoas irão sofrer e morrer e acabar no inferno da maneira mais horrorosa possível.
Essas criaturas, na ânsia de ver mostres e destruição, ainda têm a insânia de achar que são boas pessoas, mas no fundo não passam de psicopatas. Dá até medo, perto do que eles esperam, vendo tudo uma onda apocalíptica sem precedentes.

Nem todo mundo sabe tudo. Na verdade, ninguém sabe tudo, pois todos os dias sempre tem algo aparecendo que nos faz querer saber mais. O não saber nunca foi problema na humanidade. Você ignorar um determinado tempo pode fazê-lo querer se aprofundar mais, investigar, perguntar a especialistas. Agora, tem o lado nocivo: os que não sabem e não querem aprender, impondo suas opiniões sem embasamento nenhum. Se recusam que você ensinem e lhe ameaçam.
Essa é uma história de amor, mas de tragédia. Um amor impossível. Um amor que não poderia acontecer. Um amor proibido por duas famílias rivais. Um amor entre uma adolescente e um homem mais velho, que gerou uma criança que virou palco de discórdia e uma quase tragédia. Não, não foi Sófocles, Shakespeare ou mesmo Nelson Rodrigues. É a história da menina indígena que teve filho indígena de outro indígena, mas um indígena da tribo errada. O bebê, fruto deste enlace, foi enterrado vivo pela avó e bisavó da criança.
Muito bem, chegou o momento. Sinto muito mas alguém tem que dizer logo de uma vez: seu deus não existe! Não, não adianta me xingar. Aceite que dói menos. Seu deus é uma fábula, uma historinha sem pé nem cabeça, um mito criado por pessoas fracas que precisam dar um sentido às suas vidas miseráveis. Pois é, eu sei que é triste. MAS CALMA! Nem tudo está perdido! Sabem quem é o verdadeiro Deus? EU! Sim, eu!
Docho Eshete era um pastor, servo de Nosso Senhor Jesus. Era um bom homem, um homem de fé e princípios. Ele acreditava nos poderes por ter renascido, estava remido no sangue de Cristo Jesus. Pastor Docho conduzia uma cerimônia de batismo no Lago Abaya, na cidade de Arba Minch, no sul da Etiópia, para 80 pessoas. Pastor Docho era um cara legal e estava lá, pronto para o renascimento de seus irmãos, para que, um dia, eles fossem batizados pelo Espírito Santo de Deus.
Eu tenho pra mim que os problemas de São Paulo começaram quando eles começaram a enfiar purê de batata em tudo. Pizza, cachorro quente, churrasco. Capaz até de usarem purê no lugar de KY. Isso fez com que São Paulo tivesse a mania de proibir tudo. O que São Paulo não proíbe são ideias retardadas, oriundas da imbecilidade religiosa de seus deputados toscos (desculpem a sucessão de pleonasmos). Uma delas é que o preso pode ter vários dias descontados de suas penas se simplesmente lerem a Bíblia.
Há muito tempo, eu tinha postado artigo sobre a pesquisa do dr. Edson Amâncio em que ele demonstrava que
Eu, como servo de Nosso Senhor, fico regozijado na paz de Cristo Jesus ao presenciar milagres. Quando almas perdidas se encontram e vão para o seio do Senhor Deus, Nosso Pai. Quando vidas se transformam, decisões são tomadas e aqueles que antes seguiam por um caminho, mudam radicalmente, apenas pelo que lhes toca o coração, amém, irmãos, graças a Deus.
Ir para a cadeia não é legal. Ainda mais quando você fez por onde estar ali, mas isso só não acontece em Shawshank. Lá todos são inocentes e um advogados os ferrou. Chegando no lugar onde você verá o Sol nascer quadrado, se você espera ser tratado com amorzinho e atenção, revise seus conceitos. Carcereiro é um bicho que não presta. A última deles fez o pessoal dos Direitos Humanos dar chiliques homéricos. E eu nem sei direito o motivo. Só falaram que deram carne de porco para os Camelinhos de Allah em pleno Ramadã.