Dizem que o que nos diferencia de outros animais é que um age com civilidade enquanto os outros se pegam de porrada em jogo de futebol. Fora isso, seres humanos são tidos como os únicos capazes de reter memória de eventos passados e repassá-las mentalmente. Saca aquele filme que você passa dentro da sua cabeça com o que lhe aconteceu? Pois é, pelo visto, outros animais também conseguem fazer isso. Não, o seu tio Astolfo continua zureta, mas é fingimento. Ele se lembra muito bem que lhe deve dinheiro, aquele cachaceiro.
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O que faz com que as pessoas vivam mais? Claro, dinheiro no bolso é um fator principal, pois ajuda na hora de comprar remédios. Entretanto, alguns estudos inferem que não basta ter desenvolvimento econômico, mas sim que a Educação pode ter um papel mais importante neste cenário, o que pode direcionar as políticas de saúde pública.
O Ministério da Saúde devia trocar de nome para Ministério da Pseudociência. Ao invés de investir em hospitais e postos de saúde, em melhoria de equipamentos e treinamento de pessoal, o que fazem? Enganam a população com bobagens de constelação familiar e toques mágicos.
É uma droga quando se quebra um osso, por menor que seja. Pior ainda quando é num dos grandes ossos que têm que suportar carga, como os da perna. A cicatrização pode ser um processo longo e desconfortável. Só tem uma espécie de maluco que quer usar gesso numa perna ou braço: o irmãozinho de quem realmente precisa de usar gesso na perna ou braço. Aquilo é uma bela porcaria e… Ei, tem alguém aí de gesso lendo este teto? Pois é, né? Imagine quando eu disser que gesso, tcharããããã, COÇA! COÇA MUITO!
Na década de 60, Muzafer Sherif resolveu testar a Teoria do Conflito Realístico, em que grupos isolados concorrendo por recursos acabaria partindo pra selvageria. Ele testou isso num acampamento de escoteiros, separando dois grupos de jovens, que tinham excelente entrosamento entre si, mas passaram a hostilizar o outro grupo, porque perdiam as disputas e os brindes, quase chegando nas vias de fato.
Dissonância cognitiva é um termo criado pelo psicólogo comportamental Leon Festinger. A teoria da Dissonância Cognitiva procura explicar como a mente humana lida com situações de comportamento contraditório, e como nossa mente tenta apaziguar os dois princípios que se contradizem, de forma a nos deixar em paz conosco mesmo. O cérebro costuma buscar maneiras de encontrar coerência entre suas cognições. O indivíduo passa por um conflito no seu processo de tomada de decisão com situações que precisam ser tomadas ao mesmo tempo, mas são mutuamente contraditórias. Quando os elementos dissonantes são de igual relevância ou importantes para o indivíduo, o número de cognições inconsistentes determinará o tamanho da dissonância.
Muitas pessoas sonham em ser alguém na História, vislumbram a possibilidade de seus nomes entrarem para livros e se tornarem conhecidos por vários especialistas. O problema é que isso pode acontecer de uma forma que você não gostaria, um exemplo disso é o caso de Harry Eastlack. Ele ficou conhecido por ter tido uma mutação, mas não daquelas tipo x-men de disparar feixes de energia pelos olhos.
Nossos corpos são fantásticos mesmo nos menores movimentos. Se nosso cérebro fosse um computador, ele teria vários loops e sistemas recursivos para fazer movimentos simples, como o de uma pinça usando os dedos. Não apenas isso, mesmo no escuro, seu cérebro sabe onde cada membro está. Se você estiver num quarto escuro e fechar os olhos, se lhe disserem para juntar a ponta dos indicadores de cada mão sobre a cabeça, seu célbo se encontra lindamente. Se você, meu amigo, quiser ir urinar de noite, no escuro, não vai precisar ficar procurando o seu “amiguinho” (achar o vaso é outra história, o que fará a sua devotada cônjuge ter arroubos de loucura pelo chão todo molhado). O problema é que isso, apesar de parecer simples, é um problema para quem projeta próteses. O cérebro não as encontra direito. Mas isso parece mudar com uma nova tecnologia da Cleveland Clinic
Normalmente, as pessoas acham que o cérebro é uma bela massa esponjosa feita majoritariamente de água (no que estão certas) e as células são todas iguais (no que estão completamente erradas). As células da glia, por exemplo, são células não-neuronais do sistema nervoso central. Basicamente, elas proporcionam suporte e nutrição aos neurônios. Estas células são divididas nos seguintes tipos: Macroglia (astrócitos, oligodendrócitos e células de Schwann) e Microglia.