Não é de hoje que simuladores cirúrgicos existem. Em 2013, testaram até com o recém-nascido e recém-morrido Google Glass. Em 2002, dezesseis residentes cirúrgicos tiveram as capacidades psicomotoras de base avaliadas e foram randomizados para treinamento de Realidade Virtual até que os níveis de critério de especialistas estabelecidos por laparoscopistas experientes fossem alcançados. A dissecção da vesícula biliar foi 29% mais rápida para residentes treinados em sistemas de Realidade Virtual.
Agora a empresa FundamentalVR, sediada em Londres, Reino Unido, está lançando nos Estados Unidos seu simulador cirúrgico de realidade virtual cvhamado Fundamental Surgery. O sistema usa controladores de feedback tátil para manipular objetos no mundo virtual. Isso dá ao usuário a capacidade de tocar o que parece ser objetos físicos, tendo a resposta sensorial adequada. Muita ficção científica pra você? Não, é realidade, mesmo!
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Todo mundo tem uma receitinha mágica medicinal ou mesmo um diagnóstico já pronto, mesmo que (e principalmente) não faça a menor ideia do que está passando o que está sentindo o ou mesmo falando. Aquelas receitinhas de vó da sua avó ainda perduram até hoje, com diagnósticos mais do que malucos e recomendações que não fazem o menor sentido, mas insistem que é isso e que médico não sabe de nada.
A mente humana é misteriosa, idiossincrática, confusa e totalmente gambiarrenta, sendo a coisa mais louca que se tem notícia. Ainda assim, é melhor ter ou se vira nuteleiro. Há um sem-número de condições e/ou síndromes psicológicas de toda espécie. Algumas bem mais esquisitas que outras, como alguém que acha que o pênis está diminuindo (redução genital) ou acha que todos são cópias ou robôs e vivem em um mundo de conspirações.
Eu sempre digo que religião é um câncer sociológico. Ele se alastra fundo, causa metástase e acaba sendo mais do que maléfico. E mortal! Eu aceito que a pessoa resolva se conectar com uma esfera que ele não compreende, passe a acreditar que haja seres supranaturais ou, pelo menos, sobrenaturais, mas tenho verdadeiro asco por institucionalização da fé, em que um líder diz o que você tem que fazer, pensar e agir ou um Deus bom, justo e misericordioso vai destruir a sua vida de forma selvagem. 
Atualmente, há um grande movimento para liberar geral a maconha para tratamento médico. Claro, quem fala isso é uma besta, já que tem muita diferença entre usar canabinoides e o jererê. Alguns pacientes fumam maconha para combater a epilepsia, a esclerose múltipla e ocorrências de dores crônicas, mas em países em que isso é permitido é preciso de receituário específico. Em alguns estados norte-americanos, tratamentos com maconha são permitidos, apesar de haver lei federal criminalizando o uso. Sim, é uma bagunça, mas ter estados com leis independentes acabam nisso.
Verificar o que as pessoas têm na cabeça é uma tarefa nem sempre muito fácil. A parte fácil não é lá muito bem aceita; além de sujar o machado e a sala, os comitês de ética faça enchendo o saco para que o paciente, no mínimo, saia vivo. Outros procedimentos, apesar de não serem tão divertidos, envolve eletrodos e/ou maquinário de grande porte, o que complica muito. Enfiar eletrodos no cérebro seria um meio-termo, mas também causa problemas, como tudo ser muito bem esterilizado e ter fios, muitos fios, de um lado pro outro. Seria legal se pudéssemos colocar um implante definitivo (ou quase) no cérebro e ele mandar de lá de dentro todas as informações que precisássemos, sem necessariamente usarmos fios conectores.