É uma droga quando se quebra um osso, por menor que seja. Pior ainda quando é num dos grandes ossos que têm que suportar carga, como os da perna. A cicatrização pode ser um processo longo e desconfortável. Só tem uma espécie de maluco que quer usar gesso numa perna ou braço: o irmãozinho de quem realmente precisa de usar gesso na perna ou braço. Aquilo é uma bela porcaria e… Ei, tem alguém aí de gesso lendo este teto? Pois é, né? Imagine quando eu disser que gesso, tcharããããã, COÇA! COÇA MUITO!
De nada.
Muitas vezes o gesso não é suficiente; daí, o paciente vai para uma ci8rurgia, onde é colocado lindas pecinhas de metal para sustentar o osso ao se fundir e se curar. O problema disso? Já falei aqui. Será que a Ciência pode fazer algo para resolver isso?
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Na década de 60, Muzafer Sherif resolveu testar a Teoria do Conflito Realístico, em que grupos isolados concorrendo por recursos acabaria partindo pra selvageria. Ele testou isso num acampamento de escoteiros, separando dois grupos de jovens, que tinham excelente entrosamento entre si, mas passaram a hostilizar o outro grupo, porque perdiam as disputas e os brindes, quase chegando nas vias de fato.
Dissonância cognitiva é um termo criado pelo psicólogo comportamental Leon Festinger. A teoria da Dissonância Cognitiva procura explicar como a mente humana lida com situações de comportamento contraditório, e como nossa mente tenta apaziguar os dois princípios que se contradizem, de forma a nos deixar em paz conosco mesmo. O cérebro costuma buscar maneiras de encontrar coerência entre suas cognições. O indivíduo passa por um conflito no seu processo de tomada de decisão com situações que precisam ser tomadas ao mesmo tempo, mas são mutuamente contraditórias. Quando os elementos dissonantes são de igual relevância ou importantes para o indivíduo, o número de cognições inconsistentes determinará o tamanho da dissonância.
Muitas pessoas sonham em ser alguém na História, vislumbram a possibilidade de seus nomes entrarem para livros e se tornarem conhecidos por vários especialistas. O problema é que isso pode acontecer de uma forma que você não gostaria, um exemplo disso é o caso de Harry Eastlack. Ele ficou conhecido por ter tido uma mutação, mas não daquelas tipo x-men de disparar feixes de energia pelos olhos.
Nossos corpos são fantásticos mesmo nos menores movimentos. Se nosso cérebro fosse um computador, ele teria vários loops e sistemas recursivos para fazer movimentos simples, como o de uma pinça usando os dedos. Não apenas isso, mesmo no escuro, seu cérebro sabe onde cada membro está. Se você estiver num quarto escuro e fechar os olhos, se lhe disserem para juntar a ponta dos indicadores de cada mão sobre a cabeça, seu célbo se encontra lindamente. Se você, meu amigo, quiser ir urinar de noite, no escuro, não vai precisar ficar procurando o seu “amiguinho” (achar o vaso é outra história, o que fará a sua devotada cônjuge ter arroubos de loucura pelo chão todo molhado). O problema é que isso, apesar de parecer simples, é um problema para quem projeta próteses. O cérebro não as encontra direito. Mas isso parece mudar com uma nova tecnologia da Cleveland Clinic
Normalmente, as pessoas acham que o cérebro é uma bela massa esponjosa feita majoritariamente de água (no que estão certas) e as células são todas iguais (no que estão completamente erradas). As células da glia, por exemplo, são células não-neuronais do sistema nervoso central. Basicamente, elas proporcionam suporte e nutrição aos neurônios. Estas células são divididas nos seguintes tipos: Macroglia (astrócitos, oligodendrócitos e células de Schwann) e Microglia.
Se você é homem casado, sabe que se tem mulher em casa fazendo dieta para emagrecer, fatalmente você também estará fazendo dieta. Minha digníssima, por exemplo, está fazendo dieta low-carb. Uma maravilha, mas isso só dura quando você se vê almoçando lasanha de berinjela, com aquele maravilhoso sabor da derrota.
No tempo da TV ao vivo, era um problema sério. Tudo tinha que ser resolvido na hora. Até mesmo as novelas eram ao vivo. Conta a Glória Menezes que ela tinha que dizer a fala dela olhando para a câmera, e a câmera ia se afastando. Era uma novela de época, e a Glória com aquele vestidão de direito. O problema é que o suporte da câmera engatou na armação do vestidão e à medida que a câmera ia recuando, a Glória Menezes teve que andar junto, ou ia cair no chão. E era AO VIVO! Já o finado ator Jaime Barcelos, durante um Tele Teatro (ao vivo, claro), numa cena que ele tinha que cair, o fez de mau jeito caiu e se machucou, quebrando a perna. Tiveram que retirá-lo de lá imediatamente. Então, pegaram um mané, o vestiram de médico, ele entrou, colocou o estetoscópio na cabeça do Jaime e vaticinou: “ele morreu, senhora”, removendo o ator dali e levando-o pro hospital.
O riso é uma expressão praticamente humana. Nos faz nos sentir bem e demonstramos com isso que estamos apreciando determinada situação. Por isso foram criadas as piadas, peças de comédia e isso evoluiu para programas de rádio e TV. O problema é que nem sempre as pessoas achavam engraçado, o que era ruim para programas ao vivo. Com isso foi inventado o laugh track ou trilha de risada. Aquele disco chato de gente rindo, de forma a lhe convencer que um esquete de algum programa de humor sem graça é engraçado. Pior que realmente ajuda a fazer você achar engraçado.
O Brasil, lugar que ama a Pseudociência, já baixou normativa do Ministério da Saúde oferecendo nos hospitais e postos de saúde do SUS atendimento a vários tipos de pseudociência. Um deles é o apiterapia, que é o tratamento com abelhas e seus produtos, que nem sua avó, que tudo mete própolis na receita. Evidências científicas? Vamos ficar devendo, mas uma pesquisa veio trazer um lado… ruinzinho deste tratamento. Pessoas estão morrendo por causa dele.