Mais uma da série: Evolução não existe, mas esqueceram de dizer isso pra Natureza. Todo mundo sabe ()ou deveria saber) que um dos maiores problemas quando se combate uma infecção é quando os medicamentos não são suficientemente fortes para aniquilar com os safados, mas algumas cepas estão resistentes ao remédio, enquanto que a maioria morre. Estes mais fortes se reproduzem, pois foram naturalmente selecionados, gerando descendentes mais resistentes, que terão mais descendentes cada vez mais resistentes.
Se isso não bastasse, ainda temos outro evento onde a Seleção Natural atua: quando o vetor não é exterminado pelos inseticidas, e os resistentes têm descendentes, que geram descendentes etc. A Seleção Natural dá, a Seleção Natural tira.
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Um projeto de lei que acabaria com a experimentação invasiva em grandes macacos nos Estados Unidos deu mais um passo para se tornar lei. É o The Great Ape Protection and Cost Savings Act de 2011, e prevê o fim de experimentações invasivas em chimpanzés, bonobos, gorilas, orangotangos e gibões. É grande, se pendurou na árvore e gosta de bananas, está protegido, apesar de eu saber que gorilas não se penduram em árvores e que demais símios gostam de muitas coisas além de frutos de duplo sentido.
Não, não estou xingando seu filho. A pergunta acima é baseada no mais puro espírito científico. Corvos, longe de sua má fama como companheiros de bruxos e serem espiões de Sarumã, o Branco, são espertos e sabem resolver problemas. Num estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge, comparando a capacidade de resolver problemas de corvos e crianças, vemos que há pouca diferença no modo de pensar de ambos. E isso com o auxílio de um fabulista do século VI antes da Era Comum.
O problema com o mundo é… nenhum. Nenhunzinho sequer; ou, segundo as sábias palavras do profeta George Carlin, o planeta vai muito bem, obrigado. As pessoas é que estão ferradas. Caminhando pro próximo bilhão de habitantes, arrumar comida para esse pessoal todo é um desafio. E não é só isso! Temos o problema de transporte, já que o artista pode ir até onde o público está, mas comida não tem essa autonomia.
Como toda pessoa que estuda algo da linha do 8º ano do Fundamental (ou 7ª série) sabe, seres humanos não se desenvolveram para comer apenas vegetais. Da mesma maneira, não evoluímos para a carnivoria estrita. Seres humanos são onívoros e precisam dos nutrientes obtidos em todos os tipos de alimentos, a despeito do que venham lhe dizer os panfletinhos verdes entregues por pessoas anêmicas.
Eu conheço um lugar onde o Sol nunca se põe. É uma montanha que fica na Lua. É tão alta que, mesmo que a Lua gire, a luz do dia nunca se apaga. Eu conheço um lugar em que o Sol nunca brilha: Fica nas profundezas do oceano. Uma fenda na crosta onde substâncias químicas escapam e o calor faz com que a água quase atinja 100 ºC. Isso mataria uma pessoa instantaneamente, mas existem criaturas lá, extremófilos, que conseguem sobreviver. Eles se alimentam de enxofre que vem da fenda, metabolizando e excretando ácido sulfúrico.
Normalmente, vem sempre à tona uma das falácias mais idiotas que existe quando se quer “provar” a existência de Deus. É a tola argumentação que o mundo é bonito, lindinho e o Universo é ordenado. Isso, claro, é prova que Deus existe, pois, se algo é bonito e ordenado, então é porque há um deus qualquer. Claro que eles usam a desculpa (ignorante) da Segunda Lei da Termodinâmica para provar que, estando o Universo caminhando para a desorganização mediante a Entropia, então é prova cabal que nada poderia ser ordenado como organismos vivos, enquanto todo o mundo ao redor é desorganizado.
Mas obviamente a Ciência não serve pra nada. Ela apenas nos deu armas nucleares, não é? Não é o que um paciente de 71 anos pensa. Ele sofreu uma lesão na medula espinhal após um acidente de carro há quatro anos e este acidente ceifou-lhe grande parte de seus movimentos. Muito mal conseguia mover seus braços, mas nada muito mais que isso. Seu destino estava escrito por um poder invisível e nada poderia reverter isso.
Ok, eu sei que você queria um. Quem não quer um exoesqueleto pronto para aniquilar qualquer coisa que apareça na frente? Provavelmente, quem não é psicopata… Enquanto isso, cientistas estudam técnicas que possam ajudar deficientes físicos ou com alguma lesão na medula espinhal (se definitiva ou não, não importa) para que possam andar novamente. É nisso que um grupo de pesquisadores suíços está trabalhando, e se você só conhece a Suíça por causa de queijo, chocolate e contas numeradas, tá na hora de rever seus conceitos…