O dançante sistema de navegação das abelhas

Abelhas são um perfeito exemplo do que uma sociedade organizada e bem controlada devia ser. Tá, é um regime escravagista, ditatorial e o macho sempre se ferra. É… bem, vamos deixar esse negócio de boa sociedade pra lá.

O comportamento das abelhas é amplamente estudado e uma das principais características delas é conseguirem se localizar para extrair néctar. Antes achava-se que era a sua visão, mas não é só isso.

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Açúcar é pior que tabaco, dizem cientistas

Toda vez o açúcar volta à baila. No artigo Sódio é o novo açúcar, eu contei a história de como o açúcar foi divulgado como um maníaco psicopata, envenenando qualquer coisa à sua frente, uma espécie de Lucrécia Bórgia em nível molecular. Depois, ele foi tido como extremamente benéfico, mas agora virou o principal responsável de um mal que afeta não só adultos, mas crianças também: a obesidade,

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Ruídos, mineiros, fantasmas e alucinações

No artigo imediatamente anterior, eu comecei falando sobre como a Humanidade deixou uma das maiores marcas de sua presença no mundo: poluição. Não apenas em termos de petróleo derramado, mas outro tipo de poluição: barulho. Pode-se dizer que não há mais nenhum lugar na Natureza onde em algum momento do dia não haja um som produzido por algum invento humano. Mas como é nossa relação com o barulho e outras manifestações sensoriais? O que aconteceria se vivêssemos num ambiente desprovido de sensações?

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Shhh, hora de fazer silêncio…

Levante de madrugada. Ande descalço pela sala e fique em pé, de olhos fechados. Você está envolto ao silêncio, certo? Errado! Preste atenção. Se não for o tic-tac do seu relógio, será o som da sua geladeira. Num prédio? Sempre tem um vizinho batendo a porta. Casa? O som da rua, onde alguém está chegando de carro.

Se quisermos mesmo estar em silêncio, nem mesmo aqueles fones que agem como supressor de ruído são 100% eficientes. É necessário sair de casa. Mas existe realmente um lugar sem nenhum tipo de ruído criado por seres humanos?

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Nova técnica usa terapia genética contra cegueira

O mais importante dos sentidos, com certeza é o tato. Sem ele, estaríamos incapazes de perceber o perigo à nossa volta, nos machucaríamos, quebraríamos ossos e nada sentiríamos. Ainda assim, a visão é o sentido mais lamentado por se perder. A perda do tato não nos permite sentir nossos entes queridos e interagir com o mundo, mas deixar de ver o mundo também é deplorável, apesar de eu achar que qualquer sentido que se perca fará uma imensa falta.

A Ciência corre cada vez mais rápido e a meta é tentar fazer o milagre de fazer cegos enxergarem (de verdade e não mandingueiros trapaceiros que pagam gente para se fingirem de cegos). A ferramenta está em nós mesmos, então, as pesquisas apontam o uso de terapia genética.

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O problema das redes sociais para quem produz conteúdo

Até que ponto as redes sociais são tão importantes e/ou influentes para se divulgar conteúdo? Com certeza, não parece muito, pela maneira como as redes sociais trabalham e qual o foco delas. Acham que redes sociais existem para divertimento ou interação de pessoas, mas há muito tempo eu descobri que 1) Redes sociais só querem dinheiro, mesmo. 2) As pessoas não querem interagir, só agir.

Vi um vídeo do Derek Muller, do canal Veritassium que questiona a rede do Facebook como forma de divulgar conteúdo. O vídeo pode ser visto a seguir:

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Terrários: O que são, como são e como fazê-los?

Caí de para-quedas numa pergunta que sequer foi dirigida a mim: "Qual seria o tamanho mínimo de um biodome para simular as condições de nosso mundo?" É uma pergunta interessante, mas complicada. A rigor, é muito difícil reproduzir nossa biosfera, que é a parte onde larga maioria dos seres vivos… bem, onde eles vivem e se mantém vivos.

Para responder a pergunta é preciso entender o nosso mundo, e para entender o nosso mundo é preciso criar uma réplica em menor escala do que acontece à nossa vota. Paradoxo Tostines? Nem tanto se entendermos o que é o quê.

Favor abrirem o LIVRO DOS PORQUÊS, capítulo "Planeta Terra"

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Ciência diz que Sexto Sentido e engôdo. JURA????

Qualquer pessoa com um mínimo de senso crítico (cerca de 0,1% da população, se tanto) tem sérias reservas com relação ao chamado "sexto sentido". Ele faz tanto sentido quanto o sétimo sentido dos Cavaleiros do Zodíaco, o que me faz sentir que as pessoas não anda se sentindo bem.

Pesquisadores australianos chegam agora de carrinho, com chuteira de trava de metal, demonstrando que o que parece premonição é apenas senso comum.

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O lago da Groenlândia que nos ensina sobre o clima

Quando eu era garoto, eu lia sobre a Groenlândia e imaginava um imenso monte de nada. Não conseguia imaginar qual a importância daquele lugar esquecido, rodeado de gelo por todos os lados, que se tivesse esquimó, estava com sorte (sim, eu sei. Na época eu não sabia). Glaciologistas, entretanto, sabem muito bem o que encontrar na Groenlândia: pistas sobre o que aconteceu, está acontecendo e ajuda a prever o que irá acontecer com o clima do planeta.

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O Fabuloso Pilar de Delhi

Eu canso de dizer que tecnologia não é computador, não é acessar internet ou usar smartphone pra baixar joguinho. Os homens da Antiguidade já dispunham de tecnologia. Que diabo! Uma alavanca é ferramenta tecnológica! Mas algumas obra são fenomenais e mostram a engenhosidade dos “tempos de antigamente”, Eu nem menciono as pirâmides, que é arroz de festa. No Oriente podemos ver coisas que faz de nossos índios… bem, índios: pessoas que mal saíram da Idade da Pedra e nem sabiam o que era fogo até Bartolomeu Bueno da Silva ganhar o apelido “Anhanguera” (não sabe do que estou falando? Livros: leia-os!).

Na cidade de Delhi, Índia, há um pilar. Ele é conhecido por Pilar de Delhi, mas sua fama não é pela originalidade do nome e sim por ele ser o que é: uma maravilha em termos de arte e técnica. Um pilar de mais de mil anos, feito de ferro e em melhor estado que muito “aço inox” vendido por aí.

Queiram, por gentileza, pegar o LIVRO DOS PORQUÊS, capítulo “Civilizações”, subdivisão “Índia”

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