É muito legal ver filmes tipo capa-e-espada, com cavaleiros usando suas reluzentes armaduras, elmos, luvas, espadas, maças e cavalos (que também tinham suas próprias armaduras). Apesar desta visão romanceada, ela… bem, não direi que é falsa, pois não era, mas muito rara de acontecer. Estas armaduras eram muito caras e só nobres e ricaços poderiam pagar por elas, já que eram feitas sob medida e demorava um bocado de tempo e custava uma fortuna, e só nobres tinham as duas (mas nem todos, também). Quanto mais “rica” a armadura, com pintura, desenhos, enfeites e entalhes, mais ricaço ainda era o cavaleiro. Para guerra normal, a peãozada ia protegido com… bem, na verdade se fossem com um escudo de madeira estavam com sorte. E, claro, o nobre não ia na frente. Isso do rei em sua armadura brilhante, montado num cavalo branco, indo na frente liderando é coisa de filme, também.
Sim, cavaleiros negros existiam, porque existiam armaduras negras. Havia de todas as cores que o cliente quisesse (e pudesse) pagar. Algumas chegariam ao preço de um jatinho particular, mas hoje você pode comprar por uns 1000 dólares, que convertendo pra real, com frete e impostos, dá o valor de um jatinho particular.
Algumas dessas armaduras tinham lindos tons de azul, preto e dourado, mas isso remete a um pequeno problema: como os armeiros dos séculos entre XV e XVII conseguiam isso? Magia? Nah, algo um pouquinho mais engenhoso que isso!
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A história de nossos tatatatatataravós é repleta de aventura, romance, drama e perigo. Saindo da África, nossos antepassados dominaram os quatro cantos do mundo, indo parar em todos os lugares literalmente. Pesquisas estimavam mais ou menos quando eles chegaram na Ásia e na Austrália, mas evidências arqueológicas mostram que isso pode ter acontecido muito, mas muito antes, da ordem de 20 mil anos antes. E 20 mil anos é muita coisa
Sons de passos. Um farfalhar de tecido. A senhora entra empertigada, com o torso bem moldado pelo espartilho, com uma blusa branca com babados descendo pela gola, abotoada de acordo comas normas de decoro e um vestido que assentava bem em sua cintura, como era costume de sua época. A audiência em silêncio, o movimento da cabeça faz ondular os cachos brancos que emolduram algo prodigioso. Não a beleza, que outrora tivera, mas o mais importante era o que tinha naquela cabeça.
Você deve conhecer algo sobre os cananeus, aquele povo que Jeová mandou que os israelitas aniquilassem, já que o deusão achou uma boa ideia dar a terra dos caras pra hebreuzada, com quilômetros e quilômetros de terras vazias. Obviamente, isso e mito, historinha pra boi dormir. Mas o que realmente se sabe do povo que viveu lá pelas bandas da Palestina até a Jordânia?
Me perguntaram o que significava ser cientista. Não só isso! Perguntaram como ser cientista. O que é preciso. Muitas vezes os pais nem são muito ligados em ciência, mas veem o interesse dos filhos. Assim, pais até querem saber mais, até para orientar melhor suas crias. Isso é muito legal!
O Observatório Nacional teve uma ideia que eu realmente acho muito boa: um Curso à Distância sobre Astronomia. Infelizmente, não sei quem teve a insânia de produzir e, pior ainda, de liberar um lixo de apostila cheia de erros conceituais, diagramação e tinha até mesmo indicação que tinha animação em Flash. E isso num PDF!
Aqui é Brasil, e não tem essas paradas dos Sobrenatural de Almeida agindo impunemente. Aqui fantasmas, só funcionários públicos. Monstros, só os que desviam verba. Múmias, há 300 anos no Congresso Nacional. Lobisomem? Esse não tem salvação. Passa-se o cerol!
Gatos são seres que nos adestraram há muito, muito tempo, apesar deles fingirem que foi o contrário só para elevar nossa auto-estima e assim premiá-los com mais gulodices. Esses descendentes de Mefistófeles têm uma longa relação com o ser humano. Pesquisas atuais usaram análise de DNA e determinaram que as origens do nosso bichano estão no Oriente Próximo e no antigo Egito, há cerca de 10 mil anos. O que mais que foi descoberto?