Grandes Nomes da CIência

Biografias de cientistas conhecidos ou não tão conhecidos assim. Curiosidades e fatos sobre suas pesquisas, inclusive gente anônima que fez ciência e não recebeu os devidos créditos. Mais »

Livro dos Porquês

A sabedoria e o conhecimento. Isso é Poder! Abra sua mente, aprenda mais sobre questões básicas (e complexas) e tire suas dúvidas, de forma mais didática possível, sem ser aquelas aulas chatas de colégio. Mais »

Grandes Mentiras Religiosas

O mundo não é tão bizarro quanto fazem parecer. Mentiras e enganações para ludibriar as pessoas, lindamente desmontados, de forma a trazer à luz a desonestidade para tentar lhe fazer parar de pensar e simplesmente aceitar o que querem que você pense. Mais »

Caderno dos Professores

Para quem quer ensinar e muitas vezes se pergunta como abordar um tema. Como deixar a aula interessante, como levar conhecimento aos seus alunos por meios que pedagogos lhe odiarão, mas serão amados pelos estudantes. Mais »

 

As mil faces de Jesus: O mau-caratismo religioso

Você sabe como Jesus é, certo? Cabelos levemente cacheados, barbudo, alto e com cara de quem nasceu na Palestina, não é mesmo? Mas, aí somos obrigados a perguntar: Tem certeza? De onde você tirou esta idéia? Você sabe como era a aparência do X-Man Palestino ou sabe apenas a descrição que lhe disseram? Para ser sincero, eu acho que você deveria rever os seus conceitos.

Tomemos a única fonte confiável (eu disse “confiável” ?) da existência de Jesus: A Bíblia. Dê uma procurada lá pela descrição do Jóquei de Jegue. Pode ir, eu espero. Achou? Hummmm, procura de novo. E então? Não achou nada, certo? É exatamente isso que examinaremos, pois vamos analisar de onde veio a representação do David Copperfield Bíblico e como podemos descobrir fraudes documentais através disso. Siga-me, Watson, e veja como é elementar.

Para princípio de conversa, não há NENHUMA descrição física de Jesus no Novo Testamento. Ainda assim, apareceram milhares de ícones, pinturas, moedas, estátuas, desenhos, rabiscos e pichações de todo tipo ilustrando-o. Interessante, não é? Mais interessante ainda é saber que boa parte dessas representações muitas vezes não concordam entre si.

A referência iconográfica direta a Jesus começa no século IV, aproximadamente. Daí em diante, todas as demais são apenas cópias dos estilos anteriores. Estas cópias geraram mais cópias (com alguma “liberdade expressiva” por parte dos artistas) e assim sucessivamente.

Claro que ninguém é maluco (ou não deveria ser, pelo menos) de desenhar algo sem o menor vestígio ou indicação. Pois, é. E as Ovelhinhas do Senhor bradarão alto, insistindo que se há representações artísticas, é porque aconteceu uma dessas duas coisas (ou as duas simultaneamente):

1) Deus os inspirou divinamente
2) Os artistas tiveram em mãos documentos descritivos sobre o X-Man Palestino.

Isso é evidência de muita coisa, não é? Afinal, Deus em sua omnipotência, omnisciência e outros “omni” é capaz de fazer com que todos enxerguem a verdade como ela é. Isso somado aos documentos e relatos históricos pode-se construir uma imagem do sujeito que alegam ter ressuscitado mortos e bancado o serviço de buffet durante uma festança, certo?

ERRADO!

Vamos detonar de vez aquela babaquice falaciosa que os cristãos insistem em jogar aos quatro ventos. Eles estão sempre enchendo o saco com as citações de Flávio Josefo, Cornélio Tácito, Publius Lentullus, Pôncio Pilatos etc.

O mau-caratismo é imenso e só perde para a burrice de repetirem, que nem papagaio, o que uma determinada fonte (completamente falaciosa, ridícula e estúpida) traz, usando isso como se fosse a verdade definitiva.

Aqui estudaremos as mais comuns citações sobre G-zuis, inclusive os textos de:

  • Flávio Josefo
  • Cornélio Tácito
  • Públio Lêntulo
  • Pôncio Pilatos
  • Volume Archko entre outros.

Na página a seguir, veremos a principal fraude que alegam ser uma das mais irrefutáveis provas que Jesus existiu: Flávio Josefo.

Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

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