Os caixões de ferro de Almond Fisk

O século XIX foi um boom tecnológico, mas não apenas uma explosão de novas tecnologias. Isso sempre existiu. O grande impacto foi sentido direto na vida das pessoas, a começar pelo transporte de longas distâncias. As pessoas iam morar mais e mais distante, muitas vezes seguindo o conselho de Horace Greeley, a quem é atribuída a frase “Vá para o Oeste, jovem”. Entretanto, o problema de ir para longe é a volta, e muitos não voltavam. Ou voltavam, mas mortos. Isso causou sérios problemas a muitas pessoas. Continuar lendo “Os caixões de ferro de Almond Fisk” →

A história esquecida não divulgada

Como sabem, eu chutei o pau da barraca faz tempo. Não dou mais atenção o que vocês querem ou não querem que eu escreva. Vocês dizem gostar do meu blog, mas como eu já mostrei várias vezes, gostam, na encolha e não muito. Não compartilham, não falam dele. Se eu fosse preferir, prefiro muito mais os idiotas que me odeiam. Esses sim fazem boa propaganda.

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Artigos da Semana 120

Ufa! Passei o dia todo escrevendo e só agora pude colocar os posts da semana. Espero terminar amanhã, mas é tão legal e envolvente o tema, dando vários desvios e me forçando a ficar no tema central. Sentia falta disso.

Enquanto eu termino e (espero)  poder postar amanhã, vai vendo o que postei esta semana.

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Os horripilantes casos de enterros prematuros

Algo de errado no ar. A respiração está difícil, pesada, a poeira entra pelas narinas. Um mexer das mãos bate com um som surdo. Madeira. A tentativa de mexer as pernas é infrutífera; não há espaço! Olhos se abrem, mas o que se vê é a escuridão aterradora, o corpo tenta se sacudir, mas a única coisa que se pode perceber é que está preso dentro de uma caixa. O grito de horror finalmente sai da garganta e é horrível, mesmo para a única pessoa capaz de ouvir: a mesma que gritou. O destino está selado… selado dentro de um caixão! E a desafortunada pessoa jazia ali, enterrada viva, e seus próximos minutos serão de uma agonia atroz enquanto cada molécula de oxigênio é consumida e a morte virá por asfixia.

Você já se perguntou do porquê de haver velórios? Não apenas pelo inveterado sadismo do Cristianismo, os velórios vieram por causa de um medo patológico: as pessoas serem enterradas vivas. Isso tem até um nome: Tafofobia. Continuar lendo “Os horripilantes casos de enterros prematuros” →

Artigos da Semana 119

Hoje é domingo, dia de debate na TV. Aquele debate que eu não vou ver, já que eu sei bem em quem vou votar: ninguém. Vou ficar em casa, mesmo. Se você é dos meus, gaste seu tempo com coisas mais produtivas, como ver os artigos que postei esta semana.

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O maravilhoso atlas anatômico dobrável de Voghterr

O estudo de Medicina sempre foi difícil, ainda mais quando se precisa de modelos anatômicos e gravuras do que se deve estudar. Na Idade Média era mais complicado, já que estudar em corpos não era bem visto, em alguns locais terminantemente proibido. Quem tinha dinheiro, podia pagar por modelos anatômicos de marfim, mas essa não era a realidade de todo mundo. Então, os livros anatômicos era de sua importância. Por isso, o trabalho de Heinrich Vogtherr é tão importante.

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Não olhe agora, mas a Virgem Maria está pagando peitinho

A iconografia cristã tem horas que é… como direi?… curiosa. Entre várias iconografias esquisitas, dessa vez vamos citar a iconografia de Maria, mãe de Jesus, mostrada amamentando. Esse tipo de iconografia é chamado Virgo Lactans ou Madonna Lactans (em latim), Madonna del Latte (em italiano), Γαλακτοτροφούσα (em grego, Júnior!) ou Млекопитательница (em russo). Em português, o termo é Virgem Amamentando, mesmo, e foi uma temática muito em voga durante a Idade Média, representando Maria como uma mãe, e Jesus apenas como um bebê como outro qualquer. Continuar lendo “Não olhe agora, mas a Virgem Maria está pagando peitinho” →

O Control+Tab dos antigos

Quando eu escrevo artigos, não nem que sejam informações paralelas e adicionais, que não necessariamente farão diferença, mas ajudam em trazer mais subsídios para o melhor entendimento ou simplesmente porque é legal saber mais. No caso dos artigos especiais, eu fico com mais de uma janela dedicada a isso, com trocentas abas. É um trabalhão monumental, além de eu me perder várias vezes, mas no fim tudo dá certo.

Entretanto, fica a dúvida: como os antigos historiadores, eruditos, pesquisadores e cientistas faziam quando precisavam consultar mais de uma obra? Continuar lendo “O Control+Tab dos antigos” →

Quando nossas avós ficaram na moleza pra pegar no duro

Malhar não é exclusivo de hoje em dia. Nossos avós também pegavam academia, e isso vale ara nossas avós, também. Até a década de 1940, mulheres só ficavam em casa cuidando da família. Acontece que aconteceu uma coisinha meio desagradável na Europa, e muitos homens tiveram que ser mandados para lá. Isso  acarretou em duas coisas: mulheres tendo que ocupar espaços exclusivamente masculinos no trabalho braçal e desenvolvimento de tecnologia.

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Seu nome nas tábuas da vida

Como demonstrar seu respeito e admiração? Como honrar uma memória? São perguntas difíceis, para as quais eu mesmo não tenho resposta. Agora imagine alguém que resolveu homenagear os moradores de uma casa e seus vizinhos de forma delicada, gentil, mas arquitetonicamente perfeita.

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