Eu sempre digo que a Ciência os tirou da barbárie. Ela não só estuda os fenômenos da Natureza, como tenta entendê-los e reproduzi-los. Para tanto, a observação é essencial. Nossos antepassados contemplavam o céu e astrônomos do passado tentaram entendê-lo e explicá-lo, mediante a tecnologia que dispunham na época. Hoje, desfrutamos esse mesmo deslumbramento com nossa atual tecnologia, que astrônomos do futuro balançarão a cabeça e se perguntarão como conseguimos ver algo no céu.
A sonda Cassini estuda ele, o Senhor dos Anéis. Saturno não tem segredos para ela, e a cada dia mais imagens fantásticas chegam até nós.

Bem-vindos! Aqui é um sistema automatizado. Enquanto vocês estão lendo este artigo, eu estou de férias, de pés pro ar, tomando daiquiri enquanto contemplo o mar do Caribe. Como muitos de vocês chegaram aqui há pouco tempo, não devem ter lido muitos de nossos artigos. Se leram, é legal recordar-los. Não há um critério perfeitinho, eu apenas peguei os que eu me lembrei e mais gostei. Então, sentem-se e divirtam-se:
Mas, vejamos, por que ser tão direto assim? É sempre tão legal colocar mensagem de Natal e Fim-de-ano e compartilhar bons desejos e bons pensamentos. Não é crendice, não é superstição. Simplesmente, vejo um bando de idiotas que só compartilha foto de desgraça, notícias ruins ou como seu time de futebol ridículo não teve condições de ganhar a 5ª divisão do campeonato do Tocantins.
Há uma ideia extremamente idiota, estúpida, burra e totalmente fora de propósito que o Universo é bonzinho. Não é. Só alguém de visão limitada acha que vivemos em um universo harmônico e perfeito. Não vivemos. Planetas explodem, cometas se chocam com o que tiver pela frente e estrelas explodem em supernovas, levando tudo consigo. Agora, cientistas têm evidências do aniquilamento de um planeta, sordidamente devorado por uma estrela.
Algo recorrente em alguma conversa com religiosos é a tentativa de provar coisas com argumentos despropositados, loucos, insanos e/ou totalmente idiotas. O Cristianismo não seria uma religião com seguidores se estes não tivessem algum motivo para acreditar, mesmo que seja totalmente estapafúrdio, onde se acaba decaindo para falácias idiotas, como
Em épocas festivas como a atual, peregrinos de várias partes do mundo vão visitar a terra de Jesus: Belém, apesar de ele não ser bem originário de lá. Só que parece que havia mais de uma Belém. Afinal, qual é a Belém mencionada no relato evangélico e, mais importante, onde Jesus teria nascido a ponto de ser encarado como Messias mediante as predições messiânicas?
Ser rei nunca foi fácil. Se o pessoal hoje em dia já sente ciúmes do seu fusquinha porque eles andam de ônibus lotado (ou sentem as maravilhas do calor humano do metrô de São Paulo), imagine comandar um vasto império como o Egito, Egito-ê. Todo mundo é suspeito e até mesmo o inspetor Poirot ficaria em dúvidas. O segundo faraó da 20ª Dinastia estava caminhando placidamente pelo seu palácio. No sagrado ano de 1155 A.E.C., a tragédia (solo de tambores) abateu-se sobre o Império do Nilo. O filho de Rá sucumbiu à conspiração e seu fim foi decretado.
No filme do Indiana Jones, o arqueólogo malvadão sai em busca de caveiras pré-colombianas, as chamadas caveiras de cristal. Longe de serem artefatos extraterrestres, que na verdade eram "ossadas" de antigos ETs (sim, spoiler. E o dr. Jones tem um filho, o pai dele já tinha morrido e ele continua com medo de cobras. Me processe). Infelizmente, a realidade não é bem essa e as
Todos nós sabemos que o mundo é lindo e ético. Vemos a beleza da Mãe Natureza dando mostras de como as espécies vivem em perfeita harmonia. Leões sendo amigos de zebras. Girafas se dando bem com hipopótamos e pinguins unidos em… errr, desculpem; eu me distraí e comecei descrevendo o filme Madagascar. A verdade é que a Natureza não é mãe e sim uma madrasta.
Apesar das mãos estarem cheias de sangue, os romanos adoravam tomar banho. Não só por causa de questões higiênicas e sim porque os banhos romanos eram como os shopping centers de hoje. Na época, era o point onde o pessoal se encontrava para jogar conversa fora, fofocar a vida dos outros e tramar de que maneira se podia cravar um punhal nas costas do Imperador sem que desse muita bandeira.