O Brasil da Divulgação Científica

Como é a divulgação científica no Brasil? Qual a importância de se divulgar Ciência? O ensino de Ciência é fraco a ponto de ter gente ainda acreditando em criacionismo, astrologia ou cobras falantes? Neste episódio do SciCast, alguns dos principais divulgadores de Ciência, como o Luiz Bento, o Pirulla, Luciano Queiroz e eu (cof… cof… cof…), mediados pelo Silmar, conversam sobre como é o futuro da divulgação científica e sua importância na nossa moderna sociedade, com suas mazelas, dificuldades e gente jogando contra.

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Um dia de Campus Party: Seus amores, seus pecados

Eu não sei se vocês ficaram sabendo, mas ocorreu o Campus Party. Eu, junto com os figurantes do SciCast, fui convidado a participar. Foi uma experiência bem diferente do que eu estava acostumado. Teve prós, teve contras, teve até gente saindo com "pulseira". Teve case do Homem de Ferro e até evocações demoníacas. O que falar do Campus Party, em termos de divulgação científica e inovação?

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Interestelar, a gravidade da má ciência

Antes de começar, vou deixar claro o seguinte: eu não espero ciência de verdade em filmes de Hollywood ou Bollywood. Do Brasil, não espero nem mesmo cinema. EU SEI que o foco é apenas diversão, mas estão falando maravilhas do filme, só porque o Kipp Thorne ajudou no esboço do roteiro. E a Ciência que está ali é só um esboço, mesmo. Porque se a Física de Interestelar é razoável, a Química e a Biologia são pavorosas.

Então, vamos ver… o que podemos falar sobre Interestelar? (SIM TEM SPOILER!)

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Considerações sobre a Pena de Morte 2 – Contraponto

A Bárbara escreveu um artigo dando sua opinião sobre a Pena de Morte. Os redatores têm total liberdade de escrever sobre um assunto sob sua perspectiva, desde que mantendo a postura geral do site. Ou seja, eles podem ser totalmente contra ou a favor sobre itens como a pena de morte, mas será muito improvável que textos defendendo o Criacionismo apareçam por aqui. Meu blog, minhas regras.

Claro está que dois ou mais redatores possam divergir sobre um tema, mas mantenho a liberdade de expressão, mesmo porque, só dou status de redator de artigos quem eu acho que tenha capacidade para tal. O que não impede, obviamente, que eu contraponha algumas opiniões. Então, vamos ao meu ponto de vista sobre o referido assunto.

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Considerações sobre a pena de morte

Olá pessoal!

Eu planejo há anos escrever algo sobre a pena de morte, mas nunca sai. Agora, com a (uma iminente, uma já ocorrida) execução de dois brasileiros na Indonésia, condenados por tráfico de drogas, resolvi tentar externalizar alguns pensamentos sobre o tema.

Antes de tudo, preciso deixar duas coisas bem clara: sou, ao mesmo tempo, uma ávida gore junkie e totalmente contra a pena de morte. Parece contraditório, mas, acredite, não é. Quanto mais eu leio sobre o assunto, mais contra eu fico.

Vou tentar explicar por quê.
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Quer divulgar Ciência? Pare aí e leia este memorando!

Ontem, relembrando época antigas, eu fui xingado por dar a minha opinião. Afinal, se você dá a sua opinião, você é arrogante. Humildade é você baixar a cabeça e concordar bovinamente com as "estrelas" da Internet. Isso porque tinham divulgado o lançamento de um livro que "ensina" a divulgar a Ciência em redes sociais. Então, eu, no uso das atribuições dadas pelo artigo 5º da Constituição Federal, externei a opinião que se a pessoa não consegue falar sobre seu trabalho ou o que gosta no twitter, com 140 caracteres, essa pessoa é incompetente.

Isso ofendeu os coraçõezinhos das pessoas. E daí, partiu-se pra todo tipo de besteira, culminando em Ad Hominem, o recurso quando você perde a linha e não tem como rebater.

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Como ensinar Arqueologia e Paleontologia de forma atraente

Ensinar é muito legal. Mais legal ainda é receber por isso. Não tão legal é participar daquelas reuniões sacais, que não levam a nada e que não se resolve nada. Sério, se você gosta de reunião pedagógica, você é masoquista. Elas são úteis, se as fizessem serem úteis. Alguém já lhe deu sugestões sobre o que fazer da sua aula? Não, só criticam que sua aula tem que ser atraente. Você pergunta como e vem a versão paulofreireana "te vira!"

Bem, eu sou seu amigo e não te julgarei. Você deve ter visto algum capítulo naquele (péssimo) livro didático falando de fósseis, arqueólogos etc. Será que podemos montar alguma aula interessante nesse sentido? Sim, podemos e faremos.

Este é o segundo capítulo do Caderno dos Professores.

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“A Internet é pequena” ou “Os mitológicos 6 passos de separação”

Tudo está ao alcance de um clique. Podemos encontrar qualquer um em qualquer lugar. Estamos a seis passos de separação de qualquer indivíduo. Certo? Nah, você já sabe que eu direi "Errado!" Algumas lendas urbanas pegam, ainda mais quando a amostragem é idiota e com um critério discutível. Isso começou na década de 1960, com um camarada chamado Stanley Milgram.

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Os melhores artigos de 2014

Recordar é viver, já diz o ditado. Mas também tem o caso de simplesmente as pessoas não terem lido meus artigos. Foram 412 artigos. Mesmo quando sei que estarei fora, deixo alguns para publicação automática, que é o que aconteceu por estes dias. Dessa forma, quem não leu, terá oportunidade de ver uma amostra do que andei postando. Se você leu, relembre. Não há um critério sobre a escolha. Fui me lembrando, dei uma olhada ou outra e fiz esta relação com o que me chamou a atenção. Vocês podem escolher os melhores artigos. Que tal colocar nos comentários os dez melhores?

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Krakatoa: o Inferno ensurdecedor da Natureza

A Indonésia conheceu o Inferno no dia 27 de agosto de 1883. Já nessa data ficou-se sabendo que dar mole com Java não dá final feliz. Quando o monstro se enfureceu e jorrou fogo, morte e destruição. Sua ira correu de ponta a ponta no planeta. Não era o Godzilla. Não era o dr. Gori. Não era nem a nomeação do Aldo Rabelo para ministro da Ciência e Tecnologia. Era ele, o monstro, a fúria, o apocalipse estrondoso no estreito de Sunda (sem piadinhas, por favor). Era a explosão do monte Perboewatan, que ficou mais conhecido pelo nome da ilha que o abrigava: Krakatoa, o Inferno de Java!

Estamos em período de Festas, mas isso não impede que nos deleitemos com mais um capítulo da seção História do Livro dos Porquês.

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