O caos abraçou a frente da Catedral. O homem armado com um revólver mantinha uma mulher como refém nas escadarias. Outro homem chegou, um morador de rua. Ele queria salvá-la. O samaritano empurrou o meliante, este caiu, mas conseguiu usar a arma para acertar o samaritano, que caiu, tombou. 2 tiros tiraram-lhe a vida. A mulher escapou, mas a policia chegou, ciosa dos seus compromissos em proteger a população, e encheu o sequestrador de tiros.
Isso não é roteiro de um filme. Não é uma novela. É a vida real, e aconteceu hoje, em frente à Catedral da Sé, em São Paulo. Duas pessoas morreram. Um criminoso e um cidadão comum. Mais um dia violento, mais um início de final de semana problemático. Mais uma SEXTA INSANA!
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A Síria já anda em clima de terror que nem Stephen King seria capaz de descrever. Isso não começou agora, mas está tomando dimensões cada vez piores, embora não tão alarmantes para alguém tomar uma atitude. A não ser que as ações da ONU e suas cartas bem sérias seja fazer algo. Na quarta-feira, as Interwebs ficou em polvorosa por causa da foto de um menino morto, junto com tantos outros refugiados que tentavam sair daquele Inferno na Terra chamado Síria. Uma imagem chocante, horrível, triste, desesperançada e impactante. Todos rangendo em lágrimas, rasgando a roupa e criticando a imprensa ou dando parabéns pela coragem.
Diz o mito que a USP é uma das melhores universidades do país. Tão ótima que
Eu fico pasmo como ainda ficam enchendo o saco citando "a tradicional medicina chinesa", como se fosse algo digno de nota, sendo que os tios de 100 anos de hoje não comiam as porcarias industrializadas que temos, sempre tiveram um ritmo de vida mais saudável, e não foi aquele besteirol de acupuntura que resolveu. Mas placebo é placebo.
Diz Joseph Campbel, mitologista, que mito é como se define a religião dos outros Muitas histórias são contadas de pais para filhos, ao longo dos anos. Sacis, cucas, boitatás, iaras etc. Será que tem tanta diferença assim de pregadores com poderes mágicos, como andar sobre a água, curar pessoas e multiplicar peixes?
Dizem os sábios que de boas intenções, a faculdade de Pedagogia está cheia. Aliando isso a burocratas, temos risada garantida da parte de qualquer um que veja o futuro ou que simplesmente tenha conhecimento daquela chatice chamada "mundo real".
O problema nem é chegar na idade adulta. É quando adquirirmos a maestria do cinismo. Eu, de minha parte, já desencanei desse negócio de respeitar as pessoas, principalmente o amor próprio e a dignidade delas. Respeitar necessidades básicas é algo que não existe mais no vocabulário das instituições e colégios não estão excluídos, muitíssimo pelo contrário.
Há uma coisa básica a saber sobre o Rio de Janeiro. Rio de Janeiro é a Rússia Brasileira. Ponto. Aqui, a tosqueira não tem limites, mas se piorar um pouquinho vira o Japão. A saber, São Paulo é Mordor, o Amazonas é a Austrália e Curitiba é Detroit do Robocop. Fim do desvio de assunto (por enquanto).
Ser albino é uma bosta. Ser albino não garantirá que você tocará sanfona como o