Estando na gloriosa República Florentina, aos 31 dias do mês de julho do ano de Nosso Senhor de 1490*, escrevo ao digníssimo excelso senhor Lorenzo, O Magnífico estas poucas letras, pedindo permissão para dirigir-me à Vossa Magnificência.
Sabeis, meu gentil senhor, que muito tenho andado pelo mundo, e muito tenho aprendido. Decidi, porém, se me faz esta cândida mercê, compartilhar com o Magnificentíssimo sobre notícias que tenho recebido. Me curvo perante vossa sabedoria e peço permissão para deitar sobre esta folha o que tenho ouvido e, sentido-me merecedor dos auspícios de vós, me sinto na obrigação de comentar sobre estes comentários e bochinchos que Vossa Alteza deveis ter ouvido, mas sem devidas considerações, destarte que somente o vozerio dos ignorantes chegam até vós, sem as devidas salvas e ressalvas que se fazem necessárias. Sendo assim, Ó Magnificentíssimo, permiti-me falar sobre estas toleimas que chegarão até vós, se é que não já as chegaram, falando principalmente sobre absurdos que alguns dizem ser o futuro, mas não passa de loucos desvairados em suas fantasias absurdas sobre o mundo.
Continuar lendo “Estudo mostra que não é possível circunavegar o mundo com as tecnologias atuais”


Eu acho comunistas uma classe de pessoas fascinantes. São dignos de serem observados por um zoólogo. O mais interessante de comunistas é que eles adoram as maravilhas do Capitalismo. Não só adoram, como praticam; mas parece que não sabem disso. outra coisa que eles não sabem é o mínimo de Biologia e isso acarreta em certas peculiaridades, como uma certa ONG que resolveu plantar arroz orgânico, sem estes venenos que o agronegócio malvado usa, tendo enormes gastos, porque se tem uma coisa que o Capitalismo Opressor gosta é de gastar dinheiro em demasia. O problema foi que eles perderam toda safra de arroz e agora estão pedindo ajuda
Eu costumo dizer que brasileiro odeia Ciência, mas é uma forma simplista. De uma maneira geral, as pessoas odeiam algo que lhes tire do conforto, de suas crenças, da vontade que tudo aconteça por mágica. É puro comodismo. Isso explica a quantidade enorme de pessoas que acreditam em médiuns, videntes, líderes religiosos e políticos (têm diferença?), veganismo e terapias alternativas. As pessoas preferem a crença ao saber. Preferem as religiões, de alguma forma. Elas querem que seus mundinhos mágicos fiquem estáveis e tudo se resolva por si só.
No universo das pequenas coisas, você precisa fazer um estardalhaço com algo que não tenha efeito nenhum, de forma a fingir que trabalha e mostra serviço. Nada é mudado mas você tira onda que está fazendo muito por todos, quando efetivamente não está fazendo nada para ninguém. É com base nisso que se baseia esta proibição imbecil dos canudos de plástico no Rio de Janeiro. Motivo? “Ain, o meio-ambiente lindinho não pode ser emporcalhado por causa desses malditos canudos”. Que nem a foto ao lado mostrando a imensa quantidade de canudinhos de refrigerante.
De uma maneira geral, as pessoas têm uma péssima ideia quando se envolve números muito grandes. Não importa sobre o que esteja se falando. Números são muito ardilosos, e quando se entra discursos de ordem política, econômica e/ou interesseira (o último e a soma de tudo), temos um caminho lindo para ludibriar pessoas. Um exemplo disso são as terras indígenas. Você pensa que, pela forma que as reportagens falam, os pobres índios estão em algum terreno com área semelhante a um bairro de cidade pequena. Bem, não é isso. Uma recente pesquisa mostra que povos indígenas têm direitos (totais!) de propriedade, de pelo menos um quarto da superfície terrestre do mundo. Não me parece pouco, parece?
Distúrbio Psicogênico em Massa, ou Histeria Coletiva, é o termo usado para descrever uma situação em que várias pessoas sofrem de sintomas histéricos semelhantes. Sejam pessoas dançando sem parar ou tendo visões ou adoecendo por motivo nenhum. É o cérebro pregando pessoas e isso de forma em que várias pessoas tenham a mesma ocorrência, o que explica o fenômeno religioso, aparições, OVNIs e coisas do tipo.
Nada pior que fanatismo, que leva a atos absurdos e insanos. Um exemplo disso aconteceu no Japão, em 20 de março de 1995, no que ficou conhecido como Ataque ao Metrô de Tóquio. O motivo do atentado? Não foi por fronteiras ou por libertação de presos políticos. Simplesmente por causa de religião, aquela coisa que religiosos dizem ser muito importante para fazer as pessoas mais éticas, sem a qual cairíamos na barbárie.