Histeria Coletiva

Distúrbio Psicogênico em Massa, ou Histeria Coletiva, é o termo usado para descrever uma situação em que várias pessoas sofrem de sintomas histéricos semelhantes. Sejam pessoas dançando sem parar ou tendo visões ou adoecendo por motivo nenhum. É o cérebro pregando pessoas e isso de forma em que várias pessoas tenham a mesma ocorrência, o que explica o fenômeno religioso, aparições, OVNIs e coisas do tipo.

Não se apavore ou perca as estribeiras. Aqui você aprenderá um pouco mais sobre isto.

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Reino Unido apresenta um caso de mutilação genital feminina a cada duas horas

A religião faz as pessoas mais éticas e mais ciosas da moralidade das ações, e bons exemplos. É o que vivem dizendo para pessoas como eu que acham que religiões são um câncer sociológico (eu diferencio religiosidade, a tendência do ser humano a se conectar com algo fora da Natureza, de religião, o sistema organizado de controle). O tempo que perdem falando isso para mim poderiam usar para explicar aos próprios religiosos.

Obviamente, não aceitam isso; daí acontece um aumento absurdo de mutilação genital na Inglaterra e em toda Grã Bretanha, devido à onda de refugiados de religião muçulmana. Mas é a religião deles, temos que respeitar.

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Mania idiota de ver gordofobia em todo lado piora os casos de obesidade

No mundinho mágico millenial, você não pode apontar nada errado, que eles acham que tudo é preconceito. Esta gentinha mimizenta, tola, superficial e fútil acha que eles estão sozinhos e que o mundo é malvado e está contra eles. Que o mundo é malvado, é fato; mas ninguém está contra eles. O mundo é contra todo mundo. Agora, a bola da vez é se acharem pobres perseguidos, principalmente os que alegam sofrerem preconceitos por gordofobia, porque o médico passou uma dieta e falou para pararem de se encher de fast food, de preferência fazendo uns exercícios junto. Olha que audácia! O problema é uma coisinha chamada “Realidade” que está pouco se lixando se você vive ótima com seus 180 quilos, se entupindo de salgadinhos e Big Mac. Uma pesquisa mostra que essa normalização de corpos “plus size” (plus size é um gordo hipster. Pobre é rolha de poço, mesmo!) pode estar levando a um número crescente de pessoas subestimando seu peso, o que futuramente irão (não tem nenhum “se” aqui) irá reverter em sérios problemas de saúde

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As fotos antes de serem fotos que estavam perdidas, agora recuperadas

De um modo geral, há uma concepção que apenas registros históricos de grandes personalidades devem ser conservados. Alguns acham que a verdadeira história é escrita por anônimos. Sendo assim, o máximo de informação e registros de todo mundo, seja um grande político ou imperador ou mesmo um zé ruela que se mantenha é não deixar que nossa memória se apague. Conservar estas informações, entretanto, é um problema. Hoje conseguimos por meio de fotos digitais (e nem isso é garantia), mas e quando do início da fotografia se tinha apenas daguerreótipos?

Muitos daguerreótipos hoje estão totalmente escuros, por causa do passar do tempo (já que eles têm mais e 100 anos). Agora, químicos conseguiram reverter este processo.

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Mui brevíssima anatomia dos livros de anatomia

Esta imagem que vocês estão vendo ao lado é um coração, com veias e artérias. É a tecnologia do século XXI em ação, ajudando profissionais e estudantes. É uma forma moderna e não-invasiva de estudar anatomia. Antes, os estudantes de Medicina, há um século, dispunham de cadáveres e livros apenas. Alguns desses livros tinham uma folha de acetato impressa que se sobrepunha a várias outras e o aluno ia “dissecando” página por página. Que maravilha, não é mesmo? Então, fica a pergunta: como os médicos da Idade Média estudavam?

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Efeito Espectador (Bystander Effect)

Catherine Susan Genovese, mais conhecida como Kitty Genovese vinha para casa na noite de 13 de março de 1964. Ela foi ataaca, tentou fugir, mas não conseguiu. Foi esfaqueada até a morte próximo de sua casa em Kew Gardens, no Queens, Nova York. Ninguém a ajudou, apesar dos gritos por socorro.

O efeito espectador (ou bystander effect) é uma ocorrência em que uma determinada pessoa se sente inibida de agir em alguma ocorrência séria quando há mais pessoas presentes. Isso começou  a ser estudado quando saiu uma reportagem do New York Times apontou que Kitty gritou por muito tempo por socorro e 38 pessoas ouviram, e nada fizeram.

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Como as primeiras moléculas replicantes replicavam

Um dos temas da Biologia que eu mais acho fascinante é a origem da vida na Terra. Simplesmente, é pura Química (vocês sabem que Biologia é Química aplicada, né?). O ponto-chave foi quando as moléculas orgânicas começaram a ter propriedades x-moléculas de se replicarem, formando o que seria um proto-RNA muito, muito tosco, mas que conseguia fazer o feijão-com-arroz dos seres vivos: Gerar cópias de si mesmo, nem que fossem cópias toscas, o que acabava por serem selecionadas pelo ambiente. Mas como era primeira molécula capaz de fazer cópias de si mesma? Coo era o processo de replicação?

Agora, temos a melhor explicação para este acontecimento, quando pesquisadores demonstraram como a primeira vida na Terra (na forma de RNA) poderia se replicar, usando um mecanismo químico totalmente diferente de qualquer outro que possa ocorrer naturalmente na Terra hoje.

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Espécies invasoras atacam a Europa e estão vindo pro Mediterrâneo. CORRÃO!

Espécies invasoras são quando um determinado ser vivo, acostumado ao seu habitat, vai parar em outro habitat e começa a se proliferar lindamente, principalmente quando os seres que estão ali não são algo que irá predá-los. se eu for morar na Antártida, a probabilidade é eu morrer de frio, ou um urso cinzento me devorar vivo. não, péra, ursos cinzentos são meio difíceis de aparecer na Antártida. o que vai me ferrar é o frio mesmo. já chegando em alguma clareira da Nova Zelândia, o máximo que vai me enfrentar é um Hobbit, então, ficarei tranquilo lá. espécies invasoras sem predadores acabam se alastrando e, SURPRESAAAA, este biltre desavergonhado é que será o predador de todo mundo, como aconteceu com um crustáceo malvadão, que saiu invadindo a praia alheia.

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Ossos são excelentes para adagas, confirma pesquisa. Seu cunhado tem um para doar?

Papua Nova Guiné é um lugar exótico. Por “exótico” é algo tão longe e esquisito que imaginamos mil cenários; quase todos fantasiosos. Lá poderia ser até Wakanda, mas sem o Vibranium. Só que não é bem assim. Papua Nova Guiné não fica na África, mas na Oceania e é praticamente um monte de ilhas juntas. Aquele lugar é um caldeirão cultural há séculos, com mais de 800 línguas diferentes e uma população de cerca de 7 milhões de habitantes. É praticamente um Rio de Janeiro sem as favelas (não que o país seja muito melhor que isso).

Papua Nova Guiné ainda tem muitos aborígenes, semelhantes aos aborígenes australianos. Alguns deles pertence à tribo Korowai que, por sinal, antropófaga. E por falar em antropofagia, sabe essa imagem que abre o artigo? Pois é, são adagas. Adagas feitas com ossos humanos.

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Cientistas fazem tomografia de um crânio de ave de parentesco coladinho com dinossauros

Todo mundo que frequentou um colégio decente, lê Ceticismo.net ou, melhor ainda, as duas coisas, sabe da clara ligação entre aves e dinossauros, ainda mais que dinossauro gigantão era coisa rara e o velociraptor boladão era pouco maior que uma galinha. Uma galinha MUITO mau-humorada. Obviamente, os defensores do mito chamado “Criacionismo” querem sempre mais e mais provas, apesar de mais e mais provas serem mostradas (o que só vale para um lado. Eles nunca provam o PUF! UM ELEFANTE!). bem, se querem mais privas, ok, toma mais provas: o Ichthyornis dispar. Sim, temos mais fósseis deste antigo pássaro.

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