Segundo alguns youtubeiros, as pessoas devem parar de ficar em redes sociais (das que o próprio youtubeiro usa para falar suas sandices) e ler jornais. Ok, eu leio jornais, mas ler é diferente de me informar. Pelo que vejo, um monte de jornaleiros quer apenas dar views pros seus veículos, o que eu entendo perfeitamente, já que eles vivem de investidores, e investidores querem ver as métricas, que são traduzidas pelos números. Não importa que 7000 estejam xingando o seu tweet. São 7000 interações. Beleza, eu entendo isso, mas tudo tem um limite.
Eu digo isso depois de ver uma coluna do Helio Schwartsmann – que além de jornaleiro é filosofeiro –, na qual ele defende que prender corruptos é perda de tempo, e a Justiça não deveria dar tal sentença, já que “a sociedade não ganha nada encarcerando pessoas que não representem perigo físico a outros cidadãos”. Pois bem.
Continuar lendo “Jornaleiro metido a filósofo passa paninho pra político ladrão e outros corruptos”

Dizem que quem não estuda história corre o risco de repeti-la. O mundo segue eventos cíclicos em termos de comportamento geral. Um exemplo é a onda que intercala períodos de liberou geral com o que eu chamo de “recatismo”. Alguns chamariam de “conservadorismo”, mas eu leio isso e penso “o que estão conservando?”. É uma questão de semântica, prefira o termo que quiser, não é este o assunto.
Existe gente burra. Existe gente idiota. Existe gente canalha. Existe gente mal-intencionada. Somem tudo isso e temos político brasileiro (antes que vocês comecem, isso é válido para quaisquer políticos de todos partidos. Ceticismo.net não defende nenhum desses parasitas, não passando de uma horda de desclassificados). 




Nesta segunda-feira, nosso Presidente
Então que o artigo 13 foi aprovado. O item polêmico da Diretiva da União Europeia sobre Direitos Autorais no Mercado Único Digital (European Union Directive on Copyright in the Digital Single Market) deixou um monte de idiotas relinchando que este é o fim da Internet. Você está lendo este texto num tablete de argila? Então, ficou provado que essa palhaçada de “fim da internet” é só isso: uma palhaçada.