Quando falamos de deserto, vêm-nos à mente o deserto do Saara, o segundo maior deserto do mundo em extensão. Sim, eu sei que você vai me corrigir, mas quando se fala em "deserto", devemos compreender que nem todo deserto é quente. Há um deserto bem maior que o Saara, tão desolado quanto, mas não tão quente. A bem da verdade, não é nada quente. Estou falando da Antártida (sim, aquilo é considerado um deserto e se você pensar bem, vai entender o porque).
O Saara só pode ser considerado como o maior deserto, se considerarmos apenas o deserto mais quente. Entretanto, não é o mais vazio (e se levar em conta a SAARA no Centro do Rio, aí mesmo que isso não se aplica), não é o mais seco e, com certeza, não é o mais quente de todos. O mais quente fica no Irã e é o Dasht-e Lut, do qual você saberá um pouco mais no LIVRO DOS PORQUÊS.

Conta-se, ó jovem mestre, que a bela Io, mais bela entre as ninfas mais belas, teve a desventura de ser tão sublime que o próprio Rei dos Deuses, Zeus, apaixonou-se por sua formosura. E isso acendeu, mais uma vez, o ciúme doentio de Hera a rainha cônjuge de Zeus. Io foi condenada a uma forma de novilha e ficado sob a eterna vigilância de Argos Panoptes, com seus 100 olhos. Hermes, o emissário dos deuses, conseguiu matar o vigilante e Hera, consternada, adornou o pavão – animal consagrado a ela, com os olhos de Argos Panoptes.
O homem que trabalhou para os nazistas tem seu tempo praticamente esgotado. Ele está sendo caçado e é uma questão de horas que o peguem. O homem responsável por milhares de mortes está com o seu tempo de vida contado em minutos, a menos que ele consiga seguir com o plano. O homem dali teria uma vida diferente e seria referenciado nos livros de História, não como o infame Adolf Eichmann, mas como o principal responsável pela conquista do Espaço; lançando o mundo numa nova era.
Nada fascina tanto a humanidade quanto a Lua. Eu não sou exceção. Por mais que eu a olhe à noite e saiba que só a vejo por mera reflexão dos raios do Sol, o luar sempre foi inspirador. Os raios, quais feixes de prata que se derramam sobre nossa existência, estiveram sempre conosco, estando de guarda desde muito antes que os dinossauros tenham sido extintos, governado e antes mesmos dos primeiros terem pisado o solo da Terra.
Quanto mais eu saco dos phasers, klingons aparecem do nada. Muito provavelmente um wormhole para a dimensão da idiotice foi aberta ou alguma entidade estacionou um Buick Roadmaster 1953 lá pelas terras do gaúcho nascente. Tinham me mandado esta notícia de manhã, e mesmo que as loucuras sejam a ordem do dia, a coisa ganha tonalidades catastroficamente épicas num mico de 3 punhais.
Muitas coisas podem sair erradas com qualquer coisa. Vênus é o perfeito exemplo de como tudo pode ir para as cucuias. Mesmo tendo quase o tamanho da Terra (o que lhe conferiria, em princípio, uma força gravitacional equivalente), Vênus tornou-se o próprio exemplo de planeta em eterna TPM. Com suas temperaturas abrasadoras, chegando a mais de 500 °C, Vênus é o planeta mais quente do sistema solar, mesmo sabendo-se que Mercúrio é mais próximo do Sol.
Eu tenho um lado sádico (Não! Sério??). Não consigo parar de rir depois de ter lido uma notícia.
Uma aranha! Entretanto, não é uma aranha comum e ninguém precisará pegar o chinelo para matar a desgraçada. Ela não está viva, e não é o defunto de um aracnídeo. É um robô, projetado, construído e desenvolvido com um único objetivo: salvar vidas, e isso poderá ser adquirido de forma barata, já que sua força motor será obtida apenas com o auxílio de ar comprimido. Eu quero uma!
O bom de viver no futuro de um antigo presente (ou presente do que foi futuro um dia) é poder ver coisas fantásticas. Claro que ainda há gente vivendo hoje num passado que há muito tempo já passou. Não é para eles o que tenho para mostrar. SENHORES! Contemplem 40 séculos de História que pouco se importa com sua ridícula existência e frugal tempo de vida. Eu vos dou… as Pirâmides!
Estou aqui hoje só para dizer como sou um afortunado. Digo, sem ter nenhum pudor quanto a isso, que sou um cara de muita sorte. Nossos avós, bisavós ou nossos mais antigos antepassados olhavam para o mundo que então conheciam e se perguntavam o que era aquilo. Os riscos no céu durante uma noite chuvosa era algo que eles não sabiam.