O mundo moderno nos trouxe muitas coisas boas, mas os antigos dizem que toda boa ação será castigada, e o castigo é o surgimento de novos tipos de idiotas. O mundo do século XXI é altamente conectado (salvo se você for cliente de operadoras brasileiras). Curiosamente, comisso surgiu todo tipo de imbecil, desde os que postam fotos do que comeram no almoço até retardados que ficam trocando textículos (textos ridículos) via SMS, Twitter etc. Não que enviar estas mensagens tenha algum problema. O problema é quando você cisma de enviar tais mensagens.
Agora, pesquisadores analisam o impacto de enviar mensagens de texto via celulares enquanto o dono está fazendo coisa de pouca importância, que de alguma forma parece não ser necessário ter atenção. Como dirigir, por exemplo.
Continuar lendo “Pesquisa indica que dirigir usando celular é a mesma coisa que estar bêbado”

Esta é uma postagem atípica. Eu não mantenho o Cet.net para reclamações pessoais nem pra ficar mimizando sobre as vicissitudes da vida. É muito raro eu fazer isso, que nem quando eu postei a “maravilha” que é o serviço da UOL. Mas as pessoas, assim como todas as coisas, têm seu ponto de ruptura. O ponto de fulgor em que você simplesmente se recusa a aceitar como normal uma coisa disparatada. E um dos principais motivos de minha úlcera estar dançando polca é a maldita empresa Oi, que fornece um dos péssimos serviços do universo: o Velox, o serviço de (dizem) Internet Banda Larga.
Fósseis são muito importantes. Eles nos ensinam mais sobre o passado da Terra e sobre os seres que viveram. A saber, todas as espécies fossilizadas que foram descobertas até hoje é uma ridícula fração de tudo o que já viveu. O processo de fossilização é demorado e difícil, e muitas das espécies do passado não tiveram a sorte de serem fossilizadas para que cientistas pudessem estudar. Por isso, cada fóssil é tratado como o tesouro que ele realmente é, e muitas vezes não se pode nem movê-lo para não destruí-lo.
Hoje é quarta-feira, e só restaram as cinzas. O Carnaval encerrou-se ao meio-dia, Hora de Brasília. Alguns afortunados (eu inclusive, com a graça de Ártemis!) só voltarão ao trabalho na segunda-feira. Até esta micro-férias acabará. Tudo acaba. Até mesmo o Sol terá seu fim um dia.
Eu tenho uma gama imensa de acontecimentos guardados em minha memória. Uma delas é a respeito do concurso de redação que o colégio onde eu estudava propunha. Os alunos cada série de cada segmento tinham que entregar suas composições e esperar o resultado. Fui agraciado 2 vezes com o primeiro lugar. Só não ganhei o terceiro ano consecutivo, pois começaram a reclamar que eu sempre ganhava. Fui considerado hors concours, que no vocabulário de uma criança significa "você foi garfado, loser". Aquilo me deixou bem irritado, pois eu tinha deixado de ganhar o prêmio máximo: um livro.
Eu fico feliz por morar no Brasil. Este país é ma-ra-vi-lho-so, não só pelas suas belezas naturais como as coisas que brotaram aqui. É tanta maravilha quase mágica junta que eu estou pensando que contrataram o Steve Jobs para ser porta-voz da Previdência. O problema é o povo incrédulo que o segura errado.
É um fato: não podemos olhar pro Sol diretamente. Sua grandiosidade, moldada às custas de muita energia produzida em seu interior, ofusca e pode nos cegar. Só com instrumentos especiais podemos acompanhar o relato diário de sua vida, sua ira e sua atividade. O órgão responsável que vigia, estuda e monitora o Sol, é o Observatório Dinâmico Solar (
Enquanto você está aí, ainda tentando entender como se programa seu vetusto vídeo cassete, tratadores de orangotangos do Zoollógico Nacional Smithsonian trabalham com iPads. Não para que eles tomem anotações ou xinguem no Twitter. Os iPads são para que os orangotangos (e não os macacos pelados), e não é para jogar Angry Birds.
Quanto mais jovens somos, mais temos a impressão que o mundo surgiu como é do nada, PUF! Quanto mais jovens somos, mais achamos que o pessoal da Terra ovem está errado: O mundo NÃO TEM 6000 anos e sim a nossa própria idade. É divertidíssimo ver a expressão de crianças e adolescentes ao lhes dizer que o Homem foi à Lua com um computador no módulo inferior ao meu relógio de pulso e que os
Eu sempre digo que a Ciência os tirou da barbárie. Ela não só estuda os fenômenos da Natureza, como tenta entendê-los e reproduzi-los. Para tanto, a observação é essencial. Nossos antepassados contemplavam o céu e astrônomos do passado tentaram entendê-lo e explicá-lo, mediante a tecnologia que dispunham na época. Hoje, desfrutamos esse mesmo deslumbramento com nossa atual tecnologia, que astrônomos do futuro balançarão a cabeça e se perguntarão como conseguimos ver algo no céu.