Algumas teorias dizem que chegará a um momento em que poderemos simular verdadeiros mundos com todos os detalhes possíveis. Já conseguimos chegar bem perto com o Second Life, por exemplo. Mas aí vem o questionamento.
Um computador hiperpoderoso poderia simular esta realidade que aqui vivemos. Nós mal seríamos capazes de distinguir o que é real do que é simulado, e isso nos faz pensar: Isso que nós vivemos é real ou será que nós vivemos numa simulação por computador?
Seria possível que nós estejamos na Matrix? A resposta está bem no vídeo.

Eu acho que cada um tem o direito de acreditar no que quiser. Se você arria despacho ou reza pra action figure do Nazareno Mágico, quem sou eu para criticá-lo? Cada um paga o mico que quiser, mas tem horas que o que já era ridículo cai para as raias do absurdo.
Oxigênio, enquanto elemento, não é bem uma raridade no universo. Tê-lo em forma gasosa é. O problema do oxigênio é ser o elemento com a segunda maior eletronegatividade (o maior é o flúor, como você não se lembra das aulas de Química no colégio). Isso faz com que ele seja muito reativo e oxidante; e aliás, o termo oxidação veio dele, até descobrirem que várias substâncias oxidam as outras, isto é, roubam elétrons.
Os EUA – vocês não acharam que eu ia falar do Brasil, né? – tem vários defeitos. Um deles é o Ken Ham e o Bible Belt. O sistema educacional é falho em muitos pontos, como na hora de escolher livros didáticos, não raro feito por comissões constituídas por gente burra, estúpida, ignorante e totalmente idiotas e… Ops, desculpem. Tem idiotas que acham que divulgadores científicos não podem dizer que pessoas burras são pessoas burras. My bad. (Sim, eu sei que você está lendo isso. Beijo na irmã!)
Aaron Swartz deveria entrar no meu rol de Grandes Nomes da Ciência, mas eu teria pouco a escrever sobre ele, sua trajetória, enfim. Talvez seja um erro mas não é por falta de merecimento. Ele merece. Tal qual Prometeu, Swartz trouxe algo do reino dos deuses e deu aos Homens, pagando uma penitência severa por isso, e agora é tarde. Swartz já não está mais entre nós. A drª Alexandra Elbakyan é uma seguidora, herdeira, digamos assim, do Prometeu moderno.
O mundo anda polarizado demais. Se você não é a favor, é contra. Se for contra, tem que ser MUITO CONTRA, ou será a favor. De partidos políticos a opções de alimentação, passando por religião, times de futebol ou tipo de calçado.
O caso da fosfoetanolamina está se tornando uma ópera-bufa. Um bando de retardados defendendo, gente como eu e outro cientistas apontando as maluquices surgidas nas redes sociais, baseados com fontes tiradas da bunda. Encheram tanto o saco que obrigaram a USP a produzir o pseudoremédio em massa. Fizeram o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação estudar as propriedades curandeirísticas dessa merda. Resultou que o
Você já deve ter visto a quantidade de matérias e notícias sobre o caso envolvendo a Tay, um chatbot com algoritmos de aprendizado de máquina que era projetada para aprender e aumentar seu vocabulário conforme vai se comunicando. É uma ideia linda, ainda mais porque o chefe DVDM tinha ido pegar um café. Quando voltou era tarde demais pro Departamento do Vai Dar Merda fazer alguma coisa. Tay estava apresentando discurso de ódio, preconceituoso e até sendo favorável ao Trump.
Os melhores blogs sobre Astronomia em língua portuguesa, com certeza, é o