O problema de ler certas notícias é o sorrisinho cínico que acaba se desenhando na gente. Se prostituição é a mais antiga das profissões, vendedor de armas é a segunda mais velha (a terceira é corretor de imóveis. Perguntem aos hebreus). Mas parece que o pessoal dos direitos humanos acham que esse negócio de usar máquinas autônomas prontas para mandar todos os "alemão"1 não é algo, digamos, muito legal. Mandar um mariner armado até os dentes não entrou na discussão.
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Estou calmo e plácido vendo pela janela o céu plúmbeo (alguém realmente fala assim na vida real?) quando meus Oompa Loompas trazem notícias a serem postadas (hoje, vocês terão meio pão de forma de brinde, fiéis lacaios). Enquanto no Brasil os pedagogos acham que professores devem ter relações erótico-freudianas com alunos (
Uma coisa bem chata é quando o comentarista escreve um testamento daqueles. Tem uns que chega a dar sono! Mas o pior é quando o idiota escreve bagarai, não coloca NADA em relação ao que você escreveu e surta de maneira tão épica que deveria estar em algum compêndio de psiquiatria. Obviamente, este tipo de comentário não é aprovado e normalmente eu deleto direto. Mas quando sai algumas pérolas como as que se seguirão, não tenho como não compartilhar com vocês.
Eu não gosto muito de fanáticos, seja de que espécie for. Mas, no entanto, contudo, todavia, entretanto, eu seria injusto se dissesse que eles nunca fizeram nada que preste. Bem, alguns fazem, nem que seja limpar o planeta eliminando a si próprios, como foi o caso de Dominique Venner, um ensaísta de extrema-direita que participou do OAS, o que nada tem a ver com empreiteiras.
No mundo de Qward, inserido no Universo de Anti-matéria – mais conhecido como Internet –, circula uma historinha curiosa. Um cabaré lá pra dentro do Ceará (e o único cabaré legal que eu tenho notícia é o show da Broadway) resolveu incrementar seus ganhos, mas a ira do poderoso Senhor dos Exércitos mostrou que ele é "o cara" e mandou os negócios pra vala. A dona do Cabaré disse "not on my watch" e assim começa mais uma história de amor e temperança dos cristãos.
No tosco mundo de Hades, qualquer coisa precisa de ter um apelo sobrenatural. As pessoas de uma maneira geral têm uma vida medíocre, mas insistem em serem especiais, pois não aceitam a verdade. Isso acarreta numa dissonância cognitiva que impede as pessoas (idiotas) de verem o mundo como realmente é. Em Ceilândia, um naco de gelo num galho de árvore virou point de romeiros, e se não tivesse gente se aproveitando, religião não seria.
Normalmente, o ser humano, quando em grandes grupos, pode ser classificado de uma forma bem simples: bando de idiotas! As pessoas acham que só porque um bando de gente cisma de fazer manifestações que aquilo é sinal de uma unificação de desejos, mas não é bem assim. Pelo menos, é o que uma pesquisa indica. Uma pesquisa pra lá de óbvia, por acaso.
Em qualquer postagem, comentário, artigo e conversa que se faça enfocando a importância da Ciência e Tecnologia, sempre aparece um chato que fica papagueando que somos cientificistas, que o mundo isso, que Filosofia é importante, que temos que entender o "eu" ou algumas maluquices sem sentido, como análises dimensionais do campo social num contraponto neoepistemológico voltado para os vieses da humanidade. No fim, a Ciência é ruim, e para sair da caverna teremos que nos tornar filósofos, pois estes, em sua arrogância, acham que são capazes de entender algo só pensando dentro de um buraco.
Hades, o verdadeiro SENHOR deste mundo, saiu do Tártaro e resolveu dar um rolé no Rio de Janeiro para curtir o feriado de São Jorge, vestindo vermelho e acendendo vela.. Sendo irresponsável assim, só podia acabar dando merda, já que aquele cão tricabeçudo ficou dormindo o tempo todo. Portanto, a tosqueira saiu pra dar um passeio também.
Vida de gordo não é fácil. No ônibus é aquele aperta-aperta. Vida pior só de quem está no ônibus cheio junto com um chupetão de baleia, rolha de poço, pudim de banha, pneu de trator, free willy e outros nomes não muito elogiosos que destinam a pessoas obesas. Para piorar a situação, ua pesquisa feita com médicos revelou que os facultativos insistem em duas coisas: não estabelecer bons relacionamentos emocionais com pacientes com sobrepeso e ir procurar no dicionário que diabo de facultativo é esse.