Em 2011, estava rolando uma brincadeira no Twitter, com o pessoal falando mal de canhotos. Eu resolvi entrar na brincadeira e escrevei um artigo falando do porquê os canhotos deveriam ser combatidos. Os retardados de um sitezinho ficaram de mimimi dizendo que eu roubei a ideia deles. Curiosamente, aqueles espertões "esqueceram" que tinha muitos artigos MEUS copiados lá, sem minha autorização, (e sim, eu sei que vocês ainda leem meu blog, seus idiotas).
Deixando isso de lado, canhotos sempre foram mal vistos, a ponto de terem livros tentando combater isso. Estamos falando da Idade Média? Não, século XX.
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O município de São Carlos tem a Universidade de São Carlos, que se especializou em pseudociência. A
O tosco mundo de Hades, Nosso Senhor, é movido à estupidez. Larga maioria da população é burra, e eu gostaria muito de dizer que isso é exclusividade de brasileiros, mas somos apenas os mais eficientes em incompetência. É difícil ser uma gota de informação nesse oceano de insanidade chamada Internet. É difícil competir com a maluquice degenerada, à solta e sem controle. Os veículos de informação veiculam tudo, menos informação. Ou veiculam, se entendermos que informação não é conhecimento.
Tudo bem, não vivemos num Estado Laico. Distribui-se Bíblias, impõe-se ensino religioso, isenta-se igrejas de todos os tidos de todos os impostos. E você, seu idiota, é arroxado cada vez mais com impostos estapafúrdios e tarifas de água (que água?), luz e combustíveis dando tchauzinho lá da estratosfera.
Eu não ia escrever sobre isso. Mas não tenho como resistir. Somos assassinos. Somos a escória humana. Somos as piores pessoas do planeta. Eu, você, todo mundo. Nós assassinamos Peterson Ricardo de Oliveira, de apenas 14 anos, simplesmente pelo motivo fútil de ter pais que o amavam. Nós asassinamos Peterson, e por mais que a retórica diga que não, a responsabilidade é, sim, nossa. Somos monstros, construímos uma sociedade horrível. Somos tudo o que pode haver de pior. Peterson morreu por nossa culpa, apesar de não termos sido seus agressores. Não importa. O menino Peterson morreu simplesmente porque seus pais amam e se relacionam fora de uma merda de manual de uso escrito na Idade do Bronze. Peterson morreu por seus pais serem homossexuais.
Escrever é tão simples ou tão complicado quanto se queira. O importante é passar a mensagem, correto? Errado! Alguns estudiosos da Teoria da Comunicação dizem que se uma mensagem é passada e esta não é compreendida pelo receptor, a culpa é do emissor da mensagem. Mas isso é uma forma simplista, ridícula e irresponsável de se referir a um processo que de simples não tem nada e mesmo assim a obviedade da mensagem não é compreendida, porque muitas vezes o receptor é… como direi de forma erudita e de acordo com um processo analítico e acadêmico?… um boçal semianalfabeto.
Você pensa que conhece Marte. O planeta vermelho… sem ar, sem vida. Mas você não sabe nada sobre ele. Você não sabe que em algum momento ele teve atmosfera, nem que um enorme oceano primitivo cobria cerca de um quinto de sua superfície, fazendo dele um ambiente quente, úmido e maneiríssimo para abrigar vida.
Não há nada pior que pais incompetentes. Não há nada pior que um Estado que faz loucuras. Não há nada pior do que expor crianças e adolescentes aos perigos do mundo. É vergonhoso saber que tipo de sociedade nos tornamos. É lamentável termos que ver cenas todos os dias que nos afrontam, nos revoltam, nos causa asco. Um menino foi espancado e está com sério risco de morrer, num leito frio de hospital, e agora dor e ranger de dentes ecoam pelos corredores do Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. O menino está em coma induzido e não há muitas esperanças.
É comum as histórias em que o herói busca as suas origens, seu ponto de partida. Isso se reflete em como nós encaramos a própria existência e nossa curiosidade sobre quem estava aqui antes de nós, antes do ser humano ser efetivamente humano. Já coletamos muitas informações e temos ampliado e muito nossa árvore genealógica.
Eles crescem às sombras. Movem-se entre nós. Nós não lhes damos tanta atenção. São ridículos, poucos, desorganizados. Eles não oferecem perigo. São uma pífia demonstração ridícula que nunca será grande coisa. Não precisamos nos preocupar com eles.