Fabela é um nome que dificilmente você ouviu falar. Trata-se de um osso sesamóide, isto é, com formato de uma semente de gergilim, e daí vem o seu nome, que em latim significa “feijãozinho”. Ossos sesamóides são pequenas estruturas de formato esférico localizadas próximo à articulação do dedão com o metatarso, e a função deles é ajudar no impulso, além de auxiliar na absorção de impactos. Só que a fabela é um caso particular, pois o lugar dela é na articulação do joelho e estava praticamente desaparecida nas pessoas há alguns séculos.
Ou, pelo menos, era o que se achava.
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Vocês sabem, eu adoro ciência. Ela é incrível, elucidativa e… divertida. Sim, eu me divirto aprendendo coisas novas. A questão é que eu TAMBÉM me divirto com certas pesquisas, mas por outros motivos. Aqueles motivos que também divertem outras pessoas a ponto de terem criado um prêmio para isso: o IgNobel, e uma pesquisa da qual fiquei sabendo deve alçar um certo pesquisador ao estrelato. De um jeito ou de outro. 
Chegue perto de um espelho. Tá vendo esta nareba aí? Pois é, você sabe que esse seu narigão só serve pra cheirar, não é mesmo, vovozinha? Não só isso, é para respirar também, mas o segundo acarreta o primeiro, já que, ao inspirar, substâncias químicas adentram pelas narinas e receptores de aromas captam e mandam a informação para o cérebro. Achou maneiro? Pois e se eu lhe disser que você tem receptores olfativos funcionais também presentes nas células gustativas na sua língua? Sim, isso mesmo! Você pode sentir cheiro com a língua!
Fósseis são muito legais. E quanto mais conservados, mais legais são. Tão legais que alguns candidatos a Frankenstein correm logo para tentar reviver os bichos mortos de antigamente, mas isso seria total estupidez, como o dr. Ian Malcolm pode atestar. Mas quem liga pro que o pessoal de Exatas fala? Mas hoje não estamos falando de Jurassic Park e sim da descoberta feita por pesquisadores na região de Yakutsk, na Sibéria. O que eles conseguiram demais? Nada, não. Só extrair amostras de sangue líquido de um potro de 42 mil anos que foi encontrado num permafrost em 2018.
Dê um sorrisão. Gosta dos seus dentões, hein? Esses grandes amigos ajudam a mastigar, triturar, esmagar, rasgar e transformar sua comida, junto com a saliva, numa massa disforme inrreconhecível, embora ainda apetitosa, pronta para ser engolida. Legal, né? Dentão saudável este seu, né? Bem, agradeça aos seus genes por estarem lá em perfeito estado, principalmente o ORAI1. Uma mutação neste sem-vergonha não vai te dar poderes x-men. A não ser que você considere um poder x-men a perda de cálcio nas células do esmalte e mineralização defeituosa do esmalte dentário.
Há muitas crendices sobre o que acontece acima da Terra, fora da atmosfera. Os mitos do Espaço falam sobre como achamos que sabemos coisas sobre quanto a NASA efetivamente gastou com o Projeto Apolo, se dá para ver a Muralha da China do Espaço entre outras coisas.
A polícia foi chamada. Os Homens de Azul receberam um alerta e foram investigar um caso de roubo. Ao chegarem perto do automóvel, foram instados em tom de alarme para não chegarem perto. Ao abrirem o porta-mala, o que viram os deixou estupefatos. Não era um corpo, ou mesmo um alien. Era um… reator nuclear! E com níveis alarmantes de radioatividade; e foi aí que se soube da história de um escoteiro com ideias avançadas demais, e noção de menos.
O Clostridium difficile já traz no nome que não é brincadeira. Este bacilo (uma bactéria mais sacana que as outras) é que nem o seu cunhado. Assim como aquele inútil está se servindo do conteúdo da sua geladeira, a C. difficile é um comensal do trato gastrointestinal. Assim como o seu cunhado, que só lhe traz dor de cabeça, o Clostridium é responsável por doenças gastrointestinais, que variam desde uma diarreia até uma colite pseudomembranosa. Você não quer contrair uma colite polimembranosa, a infecção mais comumente adquirida em hospitais.