As notícias de saúde sempre variam. Entre novas formas de combater o Alzheimer (todo dia inventam um tratamento promissor. Se usarem todos ao mesmo tempo, curam o Alzheimer de vez). Tem o lance que semana que o ovo faz bem, para na semana seguinte o ovo fazer mal. Café é a mesma coisa. Aí aquele bando de hipsters metidos a barista ficam medindo o tempo de fermentação, secagem, torragem etc. no final, se der café Capital, vão beber e achar maravilhoso nesses Starbucks da vida, com seus cafés horríveis, quando sabemos que café bom é café de boteco de subúrbio, feito cm água de procedência nada duvidosa, pois você sabe bem de onde ela veio, só não se importa.
Agora temos uma pesquisa (muito provavelmente candidata ao IgNobel) mostrando que bactérias do ácido láctico desempenham um papel importante e positivo no tratamento dos grãos de café, o que [e muito irônico, pois é praticamente bactéria de café com leite, mas sem leite no final das contas. Mas elas não são as únicas bactérias envolvidas no processo.

Tá todo mundo tendo ataque porque a guria que foi nomeada coordenadora-geral de formação de professores da recém-criada Secretaria de Alfabetização do MEC é formada em Direito, com um TCC tosco sobre homeschooling, e é exatamente sobre ser defensora de dar aula para as crianças em casa que ela ganhou este cargo. Eu sinceramente não vi nenhum problema quanto a isso, quando até agora colocavam pedagogas, que entendem tanto de Educação quanto astrólogo entende de nebulosas espirais.
Em outubro de 2017 eu postei um vídeo sobre como extrair eugenol de cravo da índia. o 4-Alil-2-Metoxifenol, é uma substância com muito valor, principalmente farmacêutico. Além de ser muito aromático e usado na mascarar sabores acres de comida estragando, é usado para docinhos, pomadas, remédios contra indigestão entre outros empregos. Mas tem um detalhe. A técnica que utilizei foi a de refluxo e você poderá ver
Existe uma expressão em voga chamada “preconceito do bem”. É aquela discriminação marota que não é discriminação se for favorável a determinada etnia, gênero ou orientação sexual. É como dizer que todo homem é um estuprador em potencial, mas se você diz que mulheres são interesseiras é crime capital. É o pessoal que anuncia direto vaga de emprego para determinada etnia e quando você aponta que é preconceito, lhe xingam.
2000 anos de Medicina nos preveniu várias doenças e aumentou nossa expectativa de vida para cerca de 70 anos (no início do século XX era de 40. Há 1000 anos era de uns 15 anos, e aos 12 você já estava pedindo pra morrer). Erradicamos várias doenças, fazemos microcirurgias, muitas vezes só com uma pequena incisão, não deixando nem cicatrizes. Mas aí chega o século XXI e temos o que? Um bando de millenials que cismaram que o bão mesmo é ter filho com parteira. Péra, parteira não. Parteira é coisa de pobre. Eles chamam “doulas” (é uma parteira hipster).
Todo mundo está comemorando
Você deve ter visto pessoal compartilhando e comentando sobre a incrível descoberta do que causa o Alzheimer: uma bactéria. Pois é, pessoal falou bobagem novamente. Não é isso. Indo pro TL;DR o que foi descoberto é como agentes infecciosos poder direcionar (e não criar) doenças degenerativas como o Alzheimer, bem como sua progressão. Isso significa dizer que uma bactéria não está fazendo as pessoas contraírem Alzheimer, e sim como a infecção age sobre uma pessoa que ou tem e apresenta ou tem, mas ainda não começaram os sintomas.
O modelo Kubler-Ross foi criado por Elisabeth Kübler-Ross e também é chamado “modelo do sofrimento”. Ele mostra através de passos coo lidamos com perdas profundas ou depressão, passando por vários estágios. Um exemplo disso são professores, que sempre acabam entrando em franca depressão, mediante as cobranças inerentes à profissão, ou nem tão inerentes assim, mas parece que sempre tem um sádico para fazer de tudo para acabar com a auto-estima desses profissionais. Como seria o Modelo Kübler-Ross para professores?
Se vocês me acompanham há muito tempo, devem ter lido vários artigos sobre epilepsia. Alguns tratamentos com medicamentos, outros usando optogenética. Entretanto, para os casos bem graves, a ciência não descobriu um medicamento ou tratamento realmente efetivo. Ainda estamos tateando no escuro, mas parece que agora estamos perto do interruptor; ou, pelo menos, estamos indo até ele.