Um dos grandes problemas do discurso “está acabando a água” é que a água não está acabando. Qualquer um que sabe ciclo da água sabe disso. O problema é deixar a água existente própria para ser consumida, e o tratamento de água está ficando caro, porque remover imundície sai caro. Apesar de dessalinizar água estar ficando cada vez mais barato, o problema é quando se está longe do mar e tem uma água péssima para consumo, em que uma simples filtragem é difícil.
Pediram para um grupo de sociólogos resolverem isso, mas eles estavam ocupados dando aula de Sociologia para dizer que Sociologia serve para algo que eles não sabem bem o quê. Então, pediram para engenheiros resolverem o problema. A solução seria ver o que se tem de melhor produzido nos últimos 3 bilhões de anos. Bem, acharam: proteínas.
Continuar lendo “Quer águinha limpinha? Químicos fazem melhor que a Natureza (in da face, Darwin!)”


Nossa fala é mais que articular palavras. É um processo neurológico. Entretanto, não adianta ter o software de controle sem o hardware que será controlado. É preciso ter lábios, mandíbula e língua capazes de propiciar que os sons sejam articulados. Ainda assim, tem uns probleminhas, já que macacos possuem estes órgãos bem semelhantes a humanos. Ainda assim, macacos não falam (no conceito humano, já que eles possuem comunicação própria). Entrou aí a teoria da “laringe descendente”.
Todo mundo já está sabendo da escolha da Greta Thunberg, como personalidade do ano da revista Time. Acham que isso é o máximo, e não apenas uma capa de revista como sempre. Estão comemorando tanto que deixaram de lado Zozibini Tunzi, a miss África do Sul, por ter sido escolhida como Miss Universo. Alguns estavam dando ataquezinhos felizes por Zozibini ter sido a primeira mulher negra a ganhar a coroa de Miss Universo, quando não é verdade. A primeira mulher negra a ganhar o título foi Janelle Penny Comissong, miss Trinidad Tobago, em 1977. A imensa ironia que lacradores apagam sua própria história para poderem defender uma causa. Nem a KKK chegou a esse ponto.
Eu gosto quando algumas pesquisas são o puro óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. Não que algumas delas não sejam necessárias. Até são, mas isso porque as pessoas são absurdamente estúpidas e insistem e fazer merda, como andar pela rua entretido com a fuça no celular.
Chegando a época das férias e você aí querendo dar um rolé por um Buraco Negro? Calma lá, amiguinho! Você tem umas coisinhas que precisa saber antes de picar a mula espacial para lá. Mete a mão no passaporte intergaláctico que vamos aprender um pouquinho sobre estas coisinhas lindamente mortais, que são os Buracos Negros.
Nossos ancestrais sempre estavam acompanhando os astros. A falta de Netflix, internet, TV aberta etc. acarretou este tipo d distração, além de outro tipo, daquelas que faz neném. Sempre ficaram maravilhados com as conjunções de estrelas e planetas, mesmo sem saber bem a diferença de um pro outro. Era tudo uma questão de geometria e óptica, mas eles não sabiam disso. Hoje, mesmo sabendo que é uma questão de referencial, ainda nos maravilhamos com essas ocorrências.
A todo momento surgem tratamentos para devolver movimentos a paraplégicos e tetraplégicos, e quanto mais, melhor, já que cada caso é um caso. Entre cirurgias e exoesqueletos, Ciência tem provido bem novas tecnologias e tratamentos, que se tornaram baratos à medida que forem usados em larga escala, e o tempo de pesquisa e desenvolvimento for reduzido, o que acontecerá rápido se mais e mais técnicas aparecerem.
O Brasil tem talento pro fracasso em vários setores, mas o educacional é a cereja do bolo de merda. Ano após ano, as métricas educacionais são sempre uma vergonha, e sempre dizem “no próximo ano, no próximo ano…” e o próximo ano nunca que vem. Ou vem, com mais vergonha alheia. Estou falando isso e vocês sabem o motivo: o PISA, aquele exame bianual que se especializou em mostrar o lixo educacional que é o Brasil, um imenso atoleiro de vergonha e ridículo que evidencia o caos que reina nos colégios e em políticas inexistentes voltadas para Educação.