Em 1971, o dr. Phillip Zimbardo queria estudar como era o comportamento de prisioneiros e guardas dentro de um presídio. Ele idealizou um experimento simulando isso nos porões da Universidade de Stanford (daí o nome). Tudo ia bem e parecia estar tudo nos conformes, até que aconteceu uma das coisas mais aterradores em termos de comportamento humano. Tão aterrador que este experimento não só ficou conhecido como Experimento de Stanford, mas também de “Efeito Lúcifer”
Continuar lendo “O Efeito Lúcifer ou o Experimento de Stanford”

Vocês aprenderam a ler mapas… quer dizer, eu espero que sim. Por favor, nãosejam como os imbecis que ficam escandalizados quando a gente diz que pessoas nascidas no Oriente Médio são tão asiáticas quanto russos e chineses. O problema na leitura e representação de mapas é que estamos forçando um sistema que é tridimensional numa figura bidimensional, como é o caso da Projeção de Mercator. Esta projeção cartográfica cilíndrica foi elaborada pelo geógrafo, cartógrafo e matemático Gerhard Mercator, no século XVI, e apesar de serr a mais utilizada no mundo, tem os seus problemas.
Madre Teresa de Calcutá foi uma das figuras mais abomináveis do catolicismo do século XX, pertencendo a uma religião cheia de figuras abomináveis. Sobre ela,
Na década de 1960, Stanley Milgram, um psicólogo comportamental, queria saber o que levava pessoas boas a cometerem os mais horríveis atos. Sua ideia era que a simples presença de uma autoridade induz as pessoas a cometerem atrocidades como as dos nazistas. Como saber isso? Para tanto , ele idealizou um experimento que visava estudar o comportamento de alguém infringindo dor dor a outra pessoa, simplesmente por estímulo de uma outra pessoa na sala.
Depois de duas décadas on-line, estou perplexo. Não é que eu não tive um bom tempo na internet. Conheci grandes pessoas e até peguei um hacker ou dois. Mas hoje, estou desconfortável com essa comunidade mais moderna e supervalorizada. Os visionários veem um futuro de trabalhadores fazendo home office, bibliotecas interativas e salas de aula multimídia. Eles falam de reuniões eletrônicas de cidades e comunidades virtuais. Comércio e negócios mudarão de escritórios e shoppings para redes e modems. E a liberdade das redes digitais tornará o governo mais democrático.
Eu adoro o puro lampejo do óbvio. Principalmente no tocante ao pessoal de Humanas™, que quando não está sorvendo jirombas por aí, está indo em orgias gay. Isso, em outros países, parece não ser muito diferente. Enquanto não ficam dando vazão às suas taras, pessoal da Antropologia parece se especializar no óbvio, como a pesquisa que diz que a civilização moderna não deixou de ser violenta.
Na catástrofe que foi a Extinção do Permiano, no período Triássico-Jurássico (aquela que caiu um meteorão do mal, evento também chamado Triássico Tardio), mais de 50% das formas de vida foram para a vala, mas que sobrou foi o suficiente para acarretar em youtubeiros e seus comentaristas hoje (o que eu não sei dizer se foi uma boa, mas Evolução nunca significou melhoria). Entretanto, apesar da mortandade quase total, pesquisas atuais mostram que não houve mudanças drásticas na forma como os ecossistemas marinhos funcionavam.
Este é um drama, uma tragédia, ainda que não grega. Começa com dois irmãos. Gêmeos. E eles compartilharam o mesmo destino. Temos a mãe e o pai, que ainda que tivessem boas intenções (talvez?) sabemos qual lugar quentinho e aconchegante é formado por essas boas intenções. Temos um médico incompetente e um psicólogo sádico. Tudo isso num horrível show de horrores que foi tido como um dos experimentos mais cruéis da história.
O Felipe do Café e Ciência resolveu entrevistar um velho blogueiro das antigas, daqueles que têm muita história pra contar e causos maneiríssimos. Daí ele o convidou, mas o miserável mandou o Lima; daí acabou me entrevistando mesmo.