Em 1979, estreou um seriado chamado Salvage 1 (em português ficou como Operação Resgate). O seriado – que só teve 20 episódios – era sobre um dono de ferro-velho que teve a magnífica ideia de construir um foguete e mandá-lo à Lua para recolher o lixo espacial de lá, trazê-lo para a Terra e vendê-lo. Para isso, ele contratou um ex-astronauta e uma cientista especializada em combustíveis.
Em um dos episódios, havia um imenso problema de combustíveis e a cientista meio que inventou um meio de produzir petróleo para extrair de poços esgotados. Na época, isso era ficção, mas os engenheiros de hoje estão acelerando o que a Natureza demorou milhões de anos: transformar algas em óleo cru.
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Uma das questões primordiais sobre o início da vida é… quando surgiu e como? Entendê-la é entender a Química em si, e entendendo a Química, entenderemos melhor como surgiu a vida. Sim, um paradoxo, mas um paradoxo intrigante. Muitos começaram com o lenga-lenga de Pasteur que disse que é impossível um corpo vivo ser produzido por um não-vivo, esquecendo-se de um pequeno detalhe: como delimitar onde realmente uma substância começa a reagir por si mesma, se auto-copiando? Basicamente, a vida depende de substância com moléculas muito grandes (macromoléculas), logo, é preciso entender bem como se formaram as primeiras macromoléculas.
Quando começou a vida no Universo? 1 "ano" (usando nosso padrão de contagem de tempo) depois do Big Bang? 100 anos? 25000 anos? Ou há pouco menos de 4 bilhões de anos? Não se sabe ao certo. Não sabemos nem se somos os únicos seres vivos em todo o universo. Não sabemos se fomos os primeiros ou se seremos os últimos.
Desde quando aqueles dois ingleses bêbados resolveram amassar plantações e fingirem que ETs estavam invadindo a Terra, as pessoas ficam catando por qualquer evidência que não evidencia nada, como foi
Os brilhantes cabelos são afastados, para que um par de olhos possam ver. A maravilha está à sua frente, em estado natural, mas a verdadeira beleza não é facilmente vista, ainda mais por olhos destreinados. E quando a maravilha foi levada à máquina, um mundo se descortinou frente aos olhos doces da mulher que observava.
Não é magia, não é o caso de índios esquisitos com poderes especiais nem caciques minhoquinhas que trabalham no Reveillon. Quando o clima seco e baixa humidade afeta a vida de muitas pessoas, é hora para apelarmos a um poder supremo. O poder do Conhecimento. O poder da Ciência.
Há a onda de muita gente ter mania de ser natureba e odiar química, numa frase que, em si, não faz o menor sentido. Uma das piores coisas que tem é dor. Eu odeio sentir dor. Não que eu seja molenga, até que suporto bem dores, mas por que ficar sentindo dor desnecessariamente, só porque a "indústria farmacêutica ganha trilhões de dólares todos os anos por causa do sofrimento alheio blábláblá". Ganham? Ótimo! Assim, têm verba de pesquisa para pesquisar outros medicamentos.
O mais importante dos sentidos, com certeza é o tato. Sem ele, estaríamos incapazes de perceber o perigo à nossa volta, nos machucaríamos, quebraríamos ossos e nada sentiríamos. Ainda assim, a visão é o sentido mais lamentado por se perder. A perda do tato não nos permite sentir nossos entes queridos e interagir com o mundo, mas deixar de ver o mundo também é deplorável, apesar de eu achar que qualquer sentido que se perca fará uma imensa falta.
Caí de para-quedas numa pergunta que sequer foi dirigida a mim: "Qual seria o tamanho mínimo de um biodome para simular as condições de nosso mundo?" É uma pergunta interessante, mas complicada. A rigor, é muito difícil reproduzir nossa biosfera, que é a parte onde larga maioria dos seres vivos… bem, onde eles vivem e se mantém vivos.
Eu canso de dizer que tecnologia não é computador, não é acessar internet ou usar smartphone pra baixar joguinho. Os homens da Antiguidade já dispunham de tecnologia. Que diabo! Uma alavanca é ferramenta tecnológica! Mas algumas obra são fenomenais e mostram a engenhosidade dos “tempos de antigamente”, Eu nem menciono as pirâmides, que é arroz de festa. No Oriente podemos ver coisas que faz de nossos índios… bem, índios: pessoas que mal saíram da Idade da Pedra e nem sabiam o que era fogo até Bartolomeu Bueno da Silva ganhar o apelido “Anhanguera” (não sabe do que estou falando? Livros: leia-os!).