FUD é acrônimo para Fear, Uncertainty and Doubt (Medo, Incerteza e Dúvida). É algo que é usado desde séculos atrás, como veículo de propaganda, que não foi inventada no século XX. Ramsés II já usava propaganda para dizer o quanto ele foi um general fodástico na Batalha de Kadesh. Tudo bem que os Hititas fizeram a mesma coisa, e como naquela época não tinha Google, ficava difícil dizer o que acontecia fora do vilarejo.
Claro, uma propaganda não existe para falar a verdade, e sim para CRIAR uma verdade, mesmo que ela não seja verdadeira; mas, HEY, ela não é para você e sim para quem tem tendências a acreditar num princípio pré-estabelecido como sendo verdade.
A Panera Bread é uma cadeia de restaurantes e padarias atuando nos EUA e no Canadá. Estando sua sede em Sunset Hills, Missouri, um lugar que, não sei porque, nunca é destino final de gente que quer emigrar. Estes só querem Nova York, Miami ou Califórnia. Para vender seus produtinhos, nada como usar de propaganda, e qual propaganda é tão boa e efetiva quanto o velho FUD?
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Me perguntaram o que significava ser cientista. Não só isso! Perguntaram como ser cientista. O que é preciso. Muitas vezes os pais nem são muito ligados em ciência, mas veem o interesse dos filhos. Assim, pais até querem saber mais, até para orientar melhor suas crias. Isso é muito legal!
O mundo antigo, bem antigo, já não era lá essas coisas lindas que filmes de monstros fazem crer. Nada de dinossauros cuspindo fogo, nem gorilas gigantescos e nem nada remotamente parecido com um Kaju. Ou seja, era algo chato, ainda mais no período Jurássico, que não tinha dinossaurões. Ainda assim tinha muita coisa para se preocupar. Era um mundo perigoso e, hoje, vemos que sempre estivemos frente a frente com vários perigos.
Diferente do que pensa gente culta e inteligente, com formação especifica, como Zezinho, o moleque de 13 anos que vê vídeo conspiracionista no YouTube e foi reprovado em Ciências (de novo), a elevação da temperatura global é um fato, que pode ser observado por qualquer entidade de pesquisas que não se baseie em vídeo de perfil falso no YouTube. Uma pena que registros via satélites e in loco fornecem bastante dados a respeito, a não ser que você seja tão especializado como o Aldo Rebelo.
Asteroides são um perigo real, só não se sabe se é imediato. Aqueles pedregulhões do mal lá no Espaço podem muito bem entrar em rota de colisão. Para tanto, nós temos vigias. Gente perscrutando o firmamento, prontos para entrar em ação no caso do pior acontecer, avisando com antecedência.
O Sol não fica paradinho. Sabe-se que ele tem altíssima atividade, com suas explosões solares e ejeção de massa coronal. Mas não é só isso! Milhões de jatos de material solar explodem da superfície do Sol a cada momento, chegando a ter quase 10 mil quilômetros de altura a uma velocidade absurda de milhares de quilômetros por segundo. Só agora, mediante simulações computacionais, estamos começando a entender esta dinâmica e sua natureza.
Eu gosto de lâmpadas incandescentes. Que se dane se gastam muita eletricidade, desperdiçando 95% da energia consumida sob a forma de calor. Tanto que agora temos até lâmpadas retrô de LED sendo vendidas no Mercado Livre imitando antigas lâmpadas incandescentes, que eu sempre achei um charme, principalmente as que imitam o design de lâmpadas da década de 1930-40.
O experimento do Massaru Emoto é aquele tio japa que teceu uma teoria muito legal. Palavras têm sua força, e se colocarmos etiquetinhas com frases tipo “Eu te amo”, “obrigado”, “amor” etc, mudará a rede cristalina da água e ela ficará… bonita. Fofo, não? Entretanto, se você colocar palavras feias, como “você é um idiota”, “imbecil” ou qualquer xingamento, isso poderia mudar toda a disposição dos átomos da água, deixando-a feia e disforme. Sim, isso mesmo! Só uma etiqueta era o suficiente, independente da intenção, caso contrário, a própria intenção do Emoto anularia seu experimento, de acordo com a proposição.