Estamos caminhando de vento em popa para o pico de infecções do COVID-19, também conhecido como coronavírus, ou Coronga, entre os mais chegados. Para quem trabalha como profissional de saúde, a exposição é um risco constante, e por mais que se tenha EPI disponíveis (você não, Brasil) é preciso ter testes à disposição. O problema está aparecendo quando muitas decisões médicas são tomadas por causa dos testes.
Como poderia isso dar errado? Alguns testes não serem confiáveis e darem respostas de falsos negativos, isto é, quando a pessoa está contaminada, mas o teste diz que ela está de boas. Conseguem imaginar o quanto isso vai dar ruim?

Há milênios, sabe-se que o uso de prata ajuda no combate a infecções, mesmo antes de se saber o que era bactérias, filhas de mães de moral duvidosa ou micróbios que ficam atrasando o trabalho. A prata metálica era conhecida pelos caldeus em 4.000 AEC, e era o terceiro metal conhecido mais usado pelos antigos, depois de ouro e cobre. Ao longo desses milênios, a prata tem sido usada para inúmeras condições médicas.
Saturno está um tantinho longe. Do Sol até lá são cerca de 1.429.400.000 km ou 11.911.666.666 campos de futebol, ou uma hora de viagem numa Uno com escada. Por estar muito longe, você pensa que lá é muito frio. E é, mas as camadas superiores na atmosfera de Saturno e outros gigantes gasosos são quentes, assim como as da Terra. Claro, tem um pequeno diferencial: exatamente a distância; logo, não deveria ser tão quente assim. Então por que é?
Esta aqui do lado é Nefertiti. Ela foi a esposa real (nos dois sentidos) de Akhenaton, rei da 18ª Dinastia. Foi uma das dinastias mais ricas, prósperas e poderosas do Egito. Depois que Akhenaton morreu, o trono deveria ir para o filho Tutancâmon. Só que o moleque ainda era pequeno e Nefertiti assumiu o como Neferneferuaten, chegando a usar barbas postiças (no Egito, mulheres não poderiam governar como rainhas, só homens, mas Nefertiti mandou todo mundo reclamar com Aton, o deus que Akhenaton estabeleceu como deus único.
A brutal extinção em massa no final do período Permiano, há 252 milhões de anos, mandou pra vala 95% de toda a vida na Terra. Pero dela, a extinção que aniquilou os dinos não foi nada. Mas tem um detalhe: evidências sugerem que esta extinção foi muito mais severa na terra seca do que nos ambientes aquáticos, de acordo com os novos leitos fósseis da África do Sul e Austrália.
Sim, todo mundo está dando a máxima atenção ao corona. Não implica, entretanto, que não noticiemos formas de detecção de outros agentes infeciosos. Um exemplo disso é um pequeno dispositivo que pode detectar rapidamente bactérias nocivas no sangue, permitindo que os profissionais de saúde identifiquem a causa de infecções potencialmente mortais e combatam-nas com medicação de forma a mandar aqueles seres do Inferno pra vala.
Não é que eu tenha me esquecido de postar ontem, é que veio artigo interessante e resolvi tocar, daí deixei o resumão pra hoje. Sim, isso que é bom ser dono do site: faço o que eu quero. RÁ!
Eu adoto o jornaleirismo. Pessoal corre pra noticiar alguma bobagem e por pura ignorância escreve mais bobagens ainda! Um exemplo disso é o Mashable, conhecido por trazer matérias dedicadas a jovens, sendo o próprio Jovem do jornaleirismo. É tipo ser a Superinteressante da Superinteressante.
Eu adoro soluções para problemas que não são problemas. Pessoal vive preocupado com o quanto seu celular consome de eletricidade, em termos monetários, ao recarregar a bateria. Daí, ficam inventando inúmeras soluções, na maioria idiotas, prometendo um mundo mágico de uso de eletricidade gratuita. Alguns usam até uns geradores eólicos caseiros, contando com o poder e Eolos para carregar o seu celular.
Nevascas são perigosas, mas, mesmo assim, mesmerizantes. Um bailar hipnótico de pequenos flocos dançando ao sabor do puro deslocamento regido pela inércia e as variáveis não-determinísticas de um sistema caótico e imprevisível. Agora, some isso a um mundo que não é bem um mundo, mas um cometa.