Uma foto rapidinha da luz

Existem coisas rápidas. Ayrton Senna era rápido, SR-71 era rápido e até a velocidade que meu salário cai na minha conta e é devorado pelos boletos imediatamente é rápido. Ah, sim, tem a luz e a caganeira, mas vamos deixar velocidades escatológicas de lado e ficarmos só na luz. Sim, a luz é rápida. Ainda assim, dá para ser captura em foto quando ela se propaga. Dá até pra fazer videozinho, principalmente se você não for o Kylo Ren e parar o feixe.

Foi o que alguns pesquisadores conseguiram fazer, ao criarem uma câmera com o desempenho boçal de ser capaz de tirar 1 trilhão de fotos por segundo. O timelapse ficará show de bola.

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Ciência vê e escuta aquilo que ninguém mais é capaz

Ciência é mais que conhecimento organizado. Eu diria que é pura poesia. Aquela palhaçada do filme Contrato “ain, tinha que levar um poeta”. PORRA NENHUMA! Ciência é mais do que isso até. Ela é capaz de ver o invisível e ouvir o inaudível (lembrei daquele conto chato do príncipe que ficou um ano na floresta.)

Imagine você ser capaz de ver um átomo e ouvir o sussurro do Sol. Um poeta apenas solta palavras, mas jamais descreverá isso com exatidão. Já a Ciência…

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Pesquisa mostra que soja causa probleminhas no cérebro. Isso explica seu amigo vegan

Não há natureba que se preze que não enalteça as maravilhas da soja. Soja é excelente e, assim como o grafeno, serve pra tudo. Soja é uma maravilha culinária que substitui a carne, aquela coisa odiosa pros vegans, que criam múltiplas receitas usando soja para criar comida que se pareça com carne, pois, comida vegan é tão horrível que nem vegan gosta.

Obviamente, aqui é Ceticismo.net e se você é leitor assíduo já está esperando pela revoiravolta. Bem, aqui vai ela: uma nova pesquisa mostra que o óleo de soja não apenas leva à obesidade e ao diabetes, mas também pode afetar condições neurológicas como autismo, doença de Alzheimer, ansiedade e depressão.

Sim, você está rindo que eu sei. Ou está espumando de raiva, já correndo para me dizer que quem come carne vai morrer de diabetes e obesidade.

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Pesquisa demonstra ligação do uso de maconha com casos de câncer. Thank you, Darwin!

A todo momento, imprensa corre para noticiar novas maravilhas dos “medicamentos à base de maconha”, que não necessariamente é da Canabis sativa, e sim outras espécies, daquelas sem altas concentrações de tetrahidrocanabinol, também conhecido como THC (a molécula que deixa doidão), de preferência focando em substâncias específicas, como as do grupo canabdiol. Não, fumar o jererê não lhe fará mais saudável, e agora vem aquela pesquisa que vão esbravejar dizendo que é financiada pela Big Pharma (a Big Pharma que pesquisa os canabdióis, tão amados pelo pessoal que odeia a Big Pharma).

Uma recente pesquisa identificou o mecanismo molecular ativado pela presença de THC na corrente sanguínea que acelera o crescimento do câncer e HPV.

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Desenvolvida máquina que conserta fígados (não o seu, seu bebum!)

Transplante de órgãos é uma das maiores conquistas da ciência médica. Se seu coração, fígado, rins, pulmões, medula etc. estão com problemas, um transplante pode ser a solução, e muitas vezes esta solução é uma questão de vida ou morte. O problema é que nem sempre há órgãos disponíveis para transplante.

De tudo e por tudo, o Brasil é uma referência em transplantes, sendo o segundo país em número de transplantes por ano, ficando atrás apenas dos EUA, enquanto seu amigo ancap retardado (desculpe o pleonasmo) acha um absurdo o país pagar por transplantes, achando que cada um deveria pagar pelo seu. No caso de fígados, por exemplo, em 2018 foram realizados 2182 transplantes (dados do Registro Brasileiro de Transplantes). É um número alto, mas a necessidade estimada também é alta: 5192 transplantes. Mais da metade não foi atendido. Deveria haver uma forma de ajudar as pessoas com lesões nos fígados a viverem mais, de preferência reparando os fígados. Não seria o máximo? Bem, pesquisadores do Hospital Universitário de Zurique conseguiram.

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O futuro da exploração do Sistema Solar

Como se dá a exploração do Espaço? O que podemos esperar para daqui por diante? Estamos há muito numa nova aventura. Antes, singramos os mares, hoje, avançamos por entre planetas, satélites, cometas e asteroides. Quando chegaremos pessoalmente nesses lugares e colocaremos os nossos pés?

Essas são perguntas que cientistas, pessoal técnico, astronautas e especialistas de várias áreas estão ansiosos em responder.

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Nova bandagem promete deixar seu feridão em paz quando for removida

Quem já se machucou, tendo que colocar bandagem ou apenas um esparadrapo com algodão sabe o que é o terror na hora de tirar o curativo, encharcando tudo de soro fisiológico ou rezando para alguma enfermeira sádica, com pagamento atrasado, indo remover de uma vez, jurando de pés juntos que de uma vez não dói. Isso é verdade até a hora do WRAAAAAAAAAAP e você é capaz de ver Jesus dançando rumba com Satanás de tanta dor que está sentindo.

Depois de ter choramingado, e ainda sentindo dores do arranque do curativo, você clama para os Céus para que alguém arrume uma maneira da droga do curativo não ficar grudado no seu ferimento. A quem rezar? Claro, se você tem um problema, se ninguém mais puder ajuda-lo e se conseguir encontra-lo, você poderá contratar um engenheiro.

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Micro-organismos comem microplásticos e produzem ácidos graxos. Onde está a sua Greta, agora?

Num esquete do George Carlin, ele argumenta que o planeta gosta de plásticos como uma de suas criações, seus bebês. Não apenas isso, plásticos responderiam a um grande questionamento filosófico:

– Por que estamos aqui?

Nossa brutal arrogância acha que estamos destruindo o planeta, sendo que o planeta está muito bem, obrigado. Nós que estamos ferrados, mas estamos de certa forma, dando uma mãozinha devolvendo à Mãe Natureza microplásticos. Acha que não? Bem, então diga isso aos pesquisadores que rastrearam o carbono oriundo de plásticos e descobriram que ele foi utilizado para a formação de ácidos graxos benéficos, ômega-3 e ômega-6 por micróbios originários dos lagos húmicos. In your face, Greta!

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Pesquisadores criam detector de vírus portátil (ou quase)

Para mim, uma das coisas mais fascinantemente ficcionais eram os tricorders médicos. Tipo. O dr. MacCoy passava o saleiro (sim, aquilo era um saleiro que a produção achou bem futurista para ser usado como algum dispositivo do século XXIII) e o tricorder lia o que a pessoa tinha. A não ser se estivesse usando roupa vermelha. Neste caso, já partia pro “He is dead, Jim”, a fim de economizar tempo de filmagem.

Mas já pensou se tivéssemos um treco para ajudar médicos a não só mandar um “é virose, como já dizer qual vírus sem-vergonha está por detrás a infecção? Bem, é isso o que estão desenvolvendo. Sim, usa nanotubos. Nanotubos é a moda agora. Senta e aceite!

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Pesquisa aponta que corais longe de pessoas são mais felizes

Corais são mais que seres vivos. São um bioma inteiro. Eles apresentam uma imensa biodiversidade, com plantas, animais e micro-organismos de um imenso universo entre espécies vivendo em equilíbrio. Para se ter uma ideia, cerca de 1/4 de todas as espécies de peixes das águas marinhas dependem dos recifes de corais para sobreviver, já que eles fornecem abrigo e alimento para diferentes seres vivos, além de funcionar como um grande filtro da água do mar. Acompanhar a saúde dos corais é acompanhar a saúde dos oceanos,

Sabendo disso, pesquisadores de diferentes instituições de pesquisa compararam a água do mar de 25 recifes em Cuba e nas Florida Keys, nos EUA, variando em impacto e proteção humanos e descobriram que aqueles com maior diversidade microbiana e menores atividades humanas próximas eram marcadamente mais saudáveis. Não que soe alguma novidade, mas é sempre bom ter certeza.

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