Sapos venenosos apresentam sabor agridoce quando lambidos. MAS HEIN?

A Ciência, enquanto aventura humana, nos traz diariamente coisas maravilhosas. Mas, exatamente por ser humana, de vez em quando nos prega umas peças e nos traz umas notícias um tanto quanto bizarras, e veículos de divulgação científica acabamos trazendo coisas que parecem ter saído de uma ode ao mau gosto, ainda que com sabor temperadinho. Entre tais notícias temos as informações que sapos venenosos, se lambidos, apresentam sabores diferentes. Mas quem anda, em tempos de carnaval, disposto a lamber pererecas sapos?

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E se o Homem fizesse fotossíntese?

Antes que você banque o insano e corra pra primeira loja de produtos naturais — ou casas de suco,  mesmo — para se encher de suco de clorofila (coma capim, é mais barato e tem o mesmo efeito), leia todo o artigo. Ao contrário do que se possa imaginar, ninguém vai criar cloroplastos do nada e passar a fazer fotossíntese dentro do próprio organismo. Acho que nem mesmo o Monstro do Pântano fazia isso. A ideia é desenvolver tecnologias de forma que se aproveite os vários joules de energia provenientes do Sol para aplicações práticas. Em nível bioquímico, algas azuis foram as pioneiras em fazer isso com eficiência, para depois se combinarem com plantas por meio de organização simbiótica. Será que conseguimos alguma tecnologia capaz de fazer isso?

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A vida secreta de uma bolha de champanhe

Todo pedante que se preze se gaba de conhecer um bom vinho pela sua textura, sabor, coloração e aroma. Eu não tenho pretensões se ser enólogo, não quero saber de que diabos estão falando de textura e nem quero saber de qual fruta o vinho foi obtido. Qualquer coisa, eu peço pela recomendação do garçom, já que não se impressiona mulher pelo pedido do vinho e sim com carros. Nenhuma mulher resiste à minha Variant cor de abóbora!

O champanhe é uma das bebidas mais conhecidas e charmosas do mundo. Eu particularmente não gosto e não tenho necessidade de ficar com um copo dela na mão para me sentir "chique" (fuck the police!). enquanto algumas pessoas ficam metendo o pé na jaca, outras pensam no porquê da coisa. Alguns estudam até mesmo a física envolvida nas bolhas de champanhe.

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Primeiros apontamentos de uma aula de Química

Estou aqui hoje só para dizer como sou um afortunado. Digo, sem ter nenhum pudor quanto a isso, que sou um cara de muita sorte. Nossos avós, bisavós ou nossos mais antigos antepassados olhavam para o mundo que então conheciam e se perguntavam o que era aquilo. Os riscos no céu durante uma noite chuvosa era algo que eles não sabiam.

Ao longo de nossa história, buscamos perguntas e tivemos muitas respostas. De início, não eram as que esperávamos e muitas delas eram tão ou mais misteriosas que as perguntas feitas anteriormente. Durante todo este percurso, fomos adicionando mais e mais conhecimento, saber. E este conhecimento tinha um nome na Roma Antiga: Scientia, que hoje nós chamamos de Ciência.

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A termodinâmica e um problema no RSS

Alguns leitores me chamaram a atenção por uma coisa estranha que aconteceu no RSS. Como vocês sabem, vocês podem inscrever o Cet.net no leitor de RSS, de forma a ver na hora quando um artigo e postado e poder lê-lo de maneira rápida, com conteúdo integral, salvo quando são páginas, mas eu sempre deixo uma “chamada” para o artigo principal, de forma que vocês saibam quando conteúdo sob este formato aparece.

Pois bem, esta semana apareceu um fragmento de artigo sobre Termodinâmica que não apareceu no site. Na verdade, ele apareceu no site, mas eu o apaguei em seguida. Por quê? Simplesmente porque o imbecil aqui clicou no botão “publicar” ao invés de “salvar” do Windows Live Writer. Isso não significa, é claro, que não teremos este artigo, pelo contrário. Ele está em franca preparação, mas daí me surgiu um problema.

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Quando a Apple inventa algo melhor que livros

Eu sou um apaixonado por livros. Olho para a minha direita e vejo livros sobre a história de Roma, Química Orgânica, Mitologia Comparada, manuais de reagentes, os romances de Tom Clancy e Frederick Forsyth, dicionários, teologia do Novo Testamento, algumas apostilas (escritas por mim ou nem tanto), papéis avulsos e outras histórias. Às vezes, quando estou fora de casa, me pego numa questão que não tenho como responder na hora. Seja durante a aula, seja conversando com pessoas ou até mesmo respondendo a um comentário. Posso aprovar os comentários daqui quando estou no almoço, direto do celular. Sempre pensei em ter este acervo em ebook (que eu também possuo aos montes, a ponto de nem saber direito o que tenho no HD). A pesquisa online nem sempre me retorna o que eu quero, acabando por olhar nos meus livros.

Os livros estão ali, quietos, prontos para entrar em ação. Desde algumas obras bem velhas, do século XIX, até edições novinhas em folha (algumas ainda nem receberam a luz dos meus olhos). Eles estão ali, imutáveis e este é um dos grandes problemas dos livros: sua imexibilidade (salve, pai Magri de Ogum!). Eles são estáticos, parados, perfeitos na perfeição em que foram planejadas, mas muitas vezes isso é pouco, como num mundo de grandes mudanças que sempre precisa estar atualizado. Como se faz?

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Cientista culpa James Bond por aversão a energia nuclear

Nos meus memoráveis anos da infância/adolescência, eu sempre adorei os filmes do James Bond. Carros de luxo, cassinos, tiroteio, violência não muito violenta e 007 pegando tudo que era rabo-de-saia que aparecesse, enquanto tomava uma vodka-martini (batida e não misturada) e fumava um cigarro. Em anos politicamente corretos, o James Bond de Sean Connery não teria lugar. Tempo foi passando e eu preferi filmes mais dramaticamente profundos e com linguagem própria (Rambo, Comando para Matar, Braddock e etc). Outra coisa que eu apreciava muito eram os imensos cenários, rodados nos estúdios da Pinewood, onde o vilão parecia sempre viver num imenso hangar, armazém decoradíssimo ou coisa que o valha.

Uma das aventuras era contra Goldfinger, cujo plano diabólico (sim, vem um tenebroso spoiler) era explodir uma bomba atômica em Fort Knox, deixando toda a reserva em ouro dos EUA radioativo, fazendo o preço do metal ir às alturas (Nixon ainda nem sonhava em ser eleito presidente, se me compreendem). Enquanto vivíamos o pesadelo da 3ª Guerra Mundial ali na esquina, com uma chuva de ICBM caindo em nossas cabeças, James Bond lançou o medo do poder do átomo. Começou com a disseminação do cagaço e das críticas negativas no tocante da energia atômica. Bom, pelo menos é o que a Royal Society of Chemistry acha.

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A câmara venérea da NASA

Eu pensei em vários títulos quando eu vi a notícia sobre a qual falarei. Pensei também em "NASA traz o Inferno para a Terra", por exemplo. Mas vamos manter o título atual. Tudo porque a NASA procura entender como se dá o ecossistema venusiano (sem os incas). Os engenheiros do Centro de Pesquisa Glenn trabalham numa câmara que terá a missão de reproduzir as condições ambientais de um do mais violentos (senão "O" mais violento) dos planetas do Sistema Solar: Vênus, uma fornalha gigantesca em forma de planeta, com ácidos em suspensão em sua atmosfera densa, um efeito estufa que saiu de um pesadelo insano temperaturas que superam os 500 ºC.

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Aplicativos sobre Astronomia para tablets e smartphones

Esta eu vi no Twitter do Neil DeGrasse Tyson. Um compêndio de vários aplicativos (ou no português seboso, apps) para tablets e smartphones (ok, sejamos sebosos um pouquinho) sobre Astronomia.

Vocês poderão ver a ENORME lista de aplicativos num *.pdf disponibilizado no site da Astronomy Education Review, e vocês poderá baixá-lo AQUI. Só não coloquei a lista aqui pois são 9 (NOVE!) páginas só com aplicativos dos mais diversos tipos, desde o Google Skymap até o Stellarium, passando por imagens do Hubble, sonda Cassini entre muitas outras coisas.

Divirtam-se!

Cientistas italianos concluem que não sabem como o Sudário de Turim foi feito

Uma das maiores taras do catolicismo é o Sudário de Turim, que mais parece uma toalha de mesa de gosto duvidoso. Falar nele é o mesmo que mexer em vespeiro ou questionar a… cahan… virgindade da "Dona" Maria. Por causa disso, vivemos tocando no assunto (só no assunto, eu não tenho nenhuma tara na "Dona" Maria). A questão da vez é que o Império do Mal Vaticaniano ficou feliz como pinto no lixo ao saber de uma pesquisa que chegou a nenhuma conclusão a respeito do pano-de-chão-sacro e disseram que a Ciência não podia explicá-lo. E isso foi divulgado antes do Natal. Coincidência?

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