Nem sempre fomos todos idiotas. Nós tínhamos mais habilidades, o conhecimento global era facilmente compreendido por todos e tudo o que podemos entender por Ciência e Tecnologia da época era de fácil assimilação por toda a população. Isso até merece um "U-AU!", mas isso só dura até quando sabemos que a população humana era medida em ordens de milhar e não em bilhões de pessoas.
Há muitos anos, o saber era pouco, assim como poucos eram os seres humanos. É fácil que todos dominassem todo o conhecimento corrente, já que havia pouco, muito pouco, o que se saber. Mas o que se sabia naquela época ajudou a mudar a pré-história, pois iria se tornar História. E quando examinamos ferramentas neolíticas, curiosamente, vemos que algo no passado volta para nos ensinar mais sobre nós mesmos e nossos próprios processos de manufatura.
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O problema com o mundo é… nenhum. Nenhunzinho sequer; ou, segundo as sábias palavras do profeta George Carlin, o planeta vai muito bem, obrigado. As pessoas é que estão ferradas. Caminhando pro próximo bilhão de habitantes, arrumar comida para esse pessoal todo é um desafio. E não é só isso! Temos o problema de transporte, já que o artista pode ir até onde o público está, mas comida não tem essa autonomia.
Uma das piores formas de exigir certo comportamento de alguém é quando você não segue o modelo, na base do "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". É difícil esperar que um filho aja de forma responsável quando seus pais estão com uma vida desregrada. Da mesma forma, é fácil querer um comportamento exemplar de um cidadão respeitador de leis, quando o próprio Estado não só não respeita como estupra suas próprias leis.
Nada é mais bizarro que criaBURRIcionista tosco. Se já não bastavam argumentos idiotas para tentar "provar" que a Evolução é mito., uma escola gerida por idiotas fundamentalistas (desculpem o pleonasmo) estão ensinando que a Evolução não existe porque o monstro do Lago Ness é tão real quanto Jesus.
Um dos principais axiomas que existe é o que explica em como as pessoas podem ter certas atitudes. É a Lâmina de Hanlon, que muitos atribuem ter origem no escritor Robert Heinlein, em cujo conto Logic of Empire, de 1941 é dito “Você assumiu como vilania o que é simplesmente resultado de estupidez”. Ou, mais simplesmente, “nunca atribua à malícia o que pode ser explicado pela estupidez”.
Mais que um grande físico, cientista e laureado com prêmio Nobel, Richard Feynman tornou-se uma lenda. Se ele tivesse escolhido ser químico, teria alcançado a perfeição absoluta que só os grandes possuímos. Infelizmente, o modo jocoso lhe trouxe alguns probleminhas, onde o próprio Niels Bohr só faltou colocar um chapéu colorido e perguntar-lhe se Feynman não ia com a cara dele. Outro que muito provavelmente não via Feynman com bons olhos era J. Edgar Hoover, mas isso não era novidade, já que ele não ia com a cara de ninguém, a não ser Walt Disney, que era muito legal com as crianças, mas dedurou tudo que foi artista de Hollywood.
Para finalizar o caso dos neutrinos ligeirinhos, temos a pá de cal no sepulto das medições efetuadas pelo Opera. Se você não faz a menor ideia do que estou falando e ainda acha que Plutão é planeta, sugiro acompanhar os artigos que escrevi
O tosco mundo de Hades volta e meia surta de vez. O Arquiteto resolveu dar um dane-se pra humanidade e o Agente Smith infectou tudo oque podia, inclusive o celular da Carolina Dieckmann. Foram perguntar pra Oráculo e esta deu de ombros e disse: "Foi ráquer… E esta bosta de colher não existe". As Forças das Trevas estão à solta e o John Constantine ralou peito pra longe. Uma obreira, na santa paz de nóssinhô Jesus foi assaltada pelo ispritu malígrino do Bento Carneiro e ficou grávida… de 3 CAVEIRAS! Valhei-me, meu São Chapolim!
Você vem andando calmamente e conversando com um amigo. Daí, algo de estranho no ar. Seu amigo fica com olhos vidrados, o maxilar cai e ele fica todo torto. Olha pra você e balbucia: "braiiiinsssss". Você, bom amigo e preocupado com o bem estar alheio, sabe muito bem o que fazer: RUN, FORREST! RUN!
O operário está pronto para entrar para a história. Mas ele não sabe disso. Ele olha o caminho que será feito ali e é muito pouco provável que ele sequer imagine o quanto aquela obra será importante para seu país, bem como um acontecimento fortuito escreverá seu nome em livros de medicina. O homem caminha calmamente até o rochedo de forma um tanto displicente. Em sua mão não há nada mais que um punhado de pólvora e uma barra de ferro. O homem não esboça medo, pois não havia nada a temer, em sua opinião. Mas acontece um acidente e uma explosão faz com que Phineas Gage seja um dos nomes mais conhecidos da neurociência.