A diferença entre psicoterapia, homeopatia e placebos é que placebos são honestos em admitir que são placebos. É troço muito louco, já que o placebo funciona mesmo quando você sabe que é placebo. O problema é quando o placebo é um placebo tão vagabundo que lá pelas tantas você já não tem certeza, mas continua tomando porque vai que… É o caso da fosfoetanolamina, por exemplo.
O mesmo se dá com psicoterapia, que efetivamente é um placebo. Funciona, mas só porque lhe convenceram que funciona. Nos comentários, gente tendo ataques de pelanca. Corre lá pra ver, eu espero.
Voltou? Ótimo!
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As notícias de saúde sempre variam. Entre novas formas de combater o Alzheimer (todo dia inventam um tratamento promissor. Se usarem todos ao mesmo tempo, curam o Alzheimer de vez). Tem o lance que semana que o ovo faz bem, para na semana seguinte o ovo fazer mal. Café é a mesma coisa. Aí aquele bando de hipsters metidos a barista ficam medindo o tempo de fermentação, secagem, torragem etc. no final, se der café Capital, vão beber e achar maravilhoso nesses Starbucks da vida, com seus cafés horríveis, quando sabemos que café bom é café de boteco de subúrbio, feito cm água de procedência nada duvidosa, pois você sabe bem de onde ela veio, só não se importa.
Em outubro de 2017 eu postei um vídeo sobre como extrair eugenol de cravo da índia. o 4-Alil-2-Metoxifenol, é uma substância com muito valor, principalmente farmacêutico. Além de ser muito aromático e usado na mascarar sabores acres de comida estragando, é usado para docinhos, pomadas, remédios contra indigestão entre outros empregos. Mas tem um detalhe. A técnica que utilizei foi a de refluxo e você poderá ver
2000 anos de Medicina nos preveniu várias doenças e aumentou nossa expectativa de vida para cerca de 70 anos (no início do século XX era de 40. Há 1000 anos era de uns 15 anos, e aos 12 você já estava pedindo pra morrer). Erradicamos várias doenças, fazemos microcirurgias, muitas vezes só com uma pequena incisão, não deixando nem cicatrizes. Mas aí chega o século XXI e temos o que? Um bando de millenials que cismaram que o bão mesmo é ter filho com parteira. Péra, parteira não. Parteira é coisa de pobre. Eles chamam “doulas” (é uma parteira hipster).
Você deve ter visto pessoal compartilhando e comentando sobre a incrível descoberta do que causa o Alzheimer: uma bactéria. Pois é, pessoal falou bobagem novamente. Não é isso. Indo pro TL;DR o que foi descoberto é como agentes infecciosos poder direcionar (e não criar) doenças degenerativas como o Alzheimer, bem como sua progressão. Isso significa dizer que uma bactéria não está fazendo as pessoas contraírem Alzheimer, e sim como a infecção age sobre uma pessoa que ou tem e apresenta ou tem, mas ainda não começaram os sintomas.
Quando a pessoa chega ao ponto que precisa de um transplante (seja do que for) é sinal que ela está bem ferrada. Essa é a parte da queda, e como sabemos que além de queda, coice, tem a parte inconveniente que você ganha um órgão novinho (ou não tão novinho assim) e seu corpo tosco acha que aquilo é um brutal invasor e faz de tudo para impedir que aquele órgão que o ajudará a sobreviver por mais alguns anos lhe ajude a sobreviver por mais alguns anos, mandando tudo que é tipo de agente imunológico para combater aquele Boulos biológico.
O modelo Kubler-Ross foi criado por Elisabeth Kübler-Ross e também é chamado “modelo do sofrimento”. Ele mostra através de passos coo lidamos com perdas profundas ou depressão, passando por vários estágios. Um exemplo disso são professores, que sempre acabam entrando em franca depressão, mediante as cobranças inerentes à profissão, ou nem tão inerentes assim, mas parece que sempre tem um sádico para fazer de tudo para acabar com a auto-estima desses profissionais. Como seria o Modelo Kübler-Ross para professores?
Se vocês me acompanham há muito tempo, devem ter lido vários artigos sobre epilepsia. Alguns tratamentos com medicamentos, outros usando optogenética. Entretanto, para os casos bem graves, a ciência não descobriu um medicamento ou tratamento realmente efetivo. Ainda estamos tateando no escuro, mas parece que agora estamos perto do interruptor; ou, pelo menos, estamos indo até ele.