Um dos grandes problemas do discurso “está acabando a água” é que a água não está acabando. Qualquer um que sabe ciclo da água sabe disso. O problema é deixar a água existente própria para ser consumida, e o tratamento de água está ficando caro, porque remover imundície sai caro. Apesar de dessalinizar água estar ficando cada vez mais barato, o problema é quando se está longe do mar e tem uma água péssima para consumo, em que uma simples filtragem é difícil.
Pediram para um grupo de sociólogos resolverem isso, mas eles estavam ocupados dando aula de Sociologia para dizer que Sociologia serve para algo que eles não sabem bem o quê. Então, pediram para engenheiros resolverem o problema. A solução seria ver o que se tem de melhor produzido nos últimos 3 bilhões de anos. Bem, acharam: proteínas.
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Nossa fala é mais que articular palavras. É um processo neurológico. Entretanto, não adianta ter o software de controle sem o hardware que será controlado. É preciso ter lábios, mandíbula e língua capazes de propiciar que os sons sejam articulados. Ainda assim, tem uns probleminhas, já que macacos possuem estes órgãos bem semelhantes a humanos. Ainda assim, macacos não falam (no conceito humano, já que eles possuem comunicação própria). Entrou aí a teoria da “laringe descendente”.
Que as geleiras estão em franco derretimento, é de pleno conhecimento de todos (a não ser se você for o Molion, que insiste em dizer que não, apesare de todas as evidências). Novos vídeos de lapso de tempo das geleiras e camadas de gelo da Terra, obtidos por meio de fotos tiradas do espaço, estão fornecendo aos cientistas mais informações sobre a velocidade do processo. Na reunião anual da União Geofísica Americana em San Francisco, pesquisadores divulgaram novas séries imagens do Alasca, Groenlândia e Antártica usando dados de satélites, que ilustram muito bem as mudanças dramáticas das geleiras do Alasca
Eu gosto quando algumas pesquisas são o puro óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. Não que algumas delas não sejam necessárias. Até são, mas isso porque as pessoas são absurdamente estúpidas e insistem e fazer merda, como andar pela rua entretido com a fuça no celular.
Chegando a época das férias e você aí querendo dar um rolé por um Buraco Negro? Calma lá, amiguinho! Você tem umas coisinhas que precisa saber antes de picar a mula espacial para lá. Mete a mão no passaporte intergaláctico que vamos aprender um pouquinho sobre estas coisinhas lindamente mortais, que são os Buracos Negros.
Nossos ancestrais sempre estavam acompanhando os astros. A falta de Netflix, internet, TV aberta etc. acarretou este tipo d distração, além de outro tipo, daquelas que faz neném. Sempre ficaram maravilhados com as conjunções de estrelas e planetas, mesmo sem saber bem a diferença de um pro outro. Era tudo uma questão de geometria e óptica, mas eles não sabiam disso. Hoje, mesmo sabendo que é uma questão de referencial, ainda nos maravilhamos com essas ocorrências.
Evolução, você sabe, seleciona aqueles que estão melhor adaptados de forma a viver por mais tempo e gerar descendentes. Você pode pensar que isso é algo solitário, mas não é, pois enquanto você está evoluindo (você, espécie. Não necessariamente você, você), outra espécie também está. Se você depende da outra espécie. Serão selecionados os que, juntos, evoluírem de forma a um ajudar o outro. Este é o conceito de Coevolução, em que a pressão seletiva favorecerá duas ou mais espécies que adquirirem capacidades que beneficiem ambos. Caso contrário, um vai pra vala evolutiva.
A todo momento surgem tratamentos para devolver movimentos a paraplégicos e tetraplégicos, e quanto mais, melhor, já que cada caso é um caso. Entre cirurgias e exoesqueletos, Ciência tem provido bem novas tecnologias e tratamentos, que se tornaram baratos à medida que forem usados em larga escala, e o tempo de pesquisa e desenvolvimento for reduzido, o que acontecerá rápido se mais e mais técnicas aparecerem.