Existe uma raça de gente insuportável que enche o saco de todo mundo: são os “especialistas”. Pode ser em qualquer coisa, como enólogos, por exemplo. Eno-chato é um nojo de criatura. Certa vez chamaram um monte de eno-chato para testar uns vinhos. Entre as observações sobre o “om amadeirado e as notas frutadas”, o que eles estavam provando mesmo era o velho conhecido Sangue de Boi.
Outra classe insuportável são os metidos a baristas. O vagabundo não toma café, despeja um arsenal de bobagens sobre o tom do café, mas se bobear, não diferencia o café arábica do cacete a quatro com aquele sabor horroroso do Starbucks com café Capital. Pelo menos, o Café Capital é honesto e não se oferece como algo com requinte a um preço carérrimo. É ruim, mas é honesto.
Mas agora, matemáticos resolveram como fazer o café perfeito: usando equações matemáticas (e não será com Báskhara, que efetivamente serve pra algo).

Como saber o que procurar em Marte? Como buscar sinais de vida lá? A resposta é simples e complicada ao mesmo tempo. Deve-se partir de algum parâmetro de comparação. Sendo assim, vamos tirar como exemplo aqui mesmo. Onde estão as mais antigas evidências de vida?
Greta, no seu festival de idiotices previamente escritas pelos pais, disse que não devemos simplesmente reduzir as emissões de gás carbônico, mas efetivamente zerá-las. Isso é lindo, mas vindo de
Existem coisas rápidas. Ayrton Senna era rápido, SR-71 era rápido e até a velocidade que meu salário cai na minha conta e é devorado pelos boletos imediatamente é rápido. Ah, sim, tem a luz e a caganeira, mas vamos deixar velocidades escatológicas de lado e ficarmos só na luz. Sim, a luz é rápida. Ainda assim, dá para ser captura em foto quando ela se propaga. Dá até pra fazer videozinho, principalmente se você não for o Kylo Ren e parar o feixe.
Ciência é mais que conhecimento organizado. Eu diria que é pura poesia. Aquela palhaçada do filme Contrato “ain, tinha que levar um poeta”. PORRA NENHUMA! Ciência é mais do que isso até. Ela é capaz de ver o invisível e ouvir o inaudível (lembrei daquele conto chato do príncipe que ficou um ano na floresta.)
Os investigadores olham a cena. Algo está errado. Eles se detêm nos detalhes. Sim, algo está muito estranho. Sim, a vítima se matou, é o que tudo indica… mas tem algo errado! Por que alguém que cometeria suicídio teria feito um bolo pouco antes? Não, não faz sentido. Os investigadores chegaram à conclusão: assassinato. A perpetradora foi uma senhora, uma senhora de olhos doces e rechonchudinha como a Dona Benta. Uma senhora que cometeu vários assassinatos de todos os tipos, desde facadas até tiros, envenenamento, enforcamento e asfixia.
Saiu mais uma pesquisa que espécies estão ameaçadas pela chamada “pegada humana”, ou seja, pela simples presença de seres humanos, os quais deixaram marcas em todo o planeta. A rigor, não tem um só lugar do mundo que não tenha uma marca da passagem da humanidade, tendo o estudo avaliado 20 mil espécies terrestres, e descobrindo que 85% agora estão expostas a intensa pressão humana.
A todo momento, imprensa corre para noticiar novas maravilhas dos “medicamentos à base de maconha”, que não necessariamente é da Canabis sativa, e sim outras espécies, daquelas sem altas concentrações de tetrahidrocanabinol, também conhecido como THC (a molécula que deixa doidão), de preferência focando em substâncias específicas, como as do grupo canabdiol. Não, fumar o jererê não lhe fará mais saudável, e agora vem aquela pesquisa que vão esbravejar dizendo que é financiada pela Big Pharma (a Big Pharma que pesquisa os canabdióis, tão amados pelo pessoal que odeia a Big Pharma).