Nossa história mescla-se com a história do Universo, porque fazemos parte do Universo. Começamos quando havia a singularidade e tudo começou a expandir, formando estrelas, sistemas, galáxias, mais planetas, mais estrelas, mais planetas e o nosso Sistema Solar, com os planetas e a nossa Terra, passando pelos éons do espaço-tempo, começando o surgimento da Vida, passando por dinossauros e até chegar em nós, quando começou a Aventura Humana e chegou nos dias de hoje
Este vídeo magnífico e profundo (apesar da trilha sonora ser chata) mostra esta história, ainda que de forma resumida. Discute nossa própria existência sem dizer nada, mas mostra o pior de nós, mas nossas conquistas também

Os números de mortes de coronavírus só está aumentando, assim como os casos de estupidez humana (o primeiro oriundo do segundo). Mas ainda tem coisa boa no mundo, apesar de ser raro, pois a insânia é uma constante neste país.
E nas maluquices diárias que têm aparecido, quase todas elas têm a ver com o coronavírus, ou corona vírus, ou SARS-CoV-2, ou COVID-19. A todo momento está sando alguma loucura para tratar, nem que seja ozônio ou MMS via retal. Se bem que se alguém vier falar que está tomando MMS, eu pergunto por que não enfia logo na bunda.
Plásticos são uma solução que se tornou um problema. Seus fragmentos, chamados “microplásticos” estão zanzando pelo oceano e, ao que parece, proibir sacolas de supermercado, canudinhos de refrigerante e copos plásticos não fez a menor diferença. Provavelmente, que a fonte de plásticos não é isso, mas todo mundo ficou com consciência tranquila de “fizemalgumacoisa”. Só que a quantidade de plásticos não para de crescer e já está formando um solo oceano por cima do solo oceânico, e isso vai dar muito, mas muito ruim!
Nada pior que a maluquice humana. Isso é um fato, mas todo dia temos que lembrar. Isso associado com pessoas idiotas, burras e ignorantes; às vezes, um pacotão numa embalagem só. Ah, e some religião também, mas aí seria consequência dos primeiros. Ou não, sei lá. Os índices de coronavírus, ou corona vírus, ou SARS-CoV-2, ou COVID-19 (aqui, Google! Aqui, garoto!) no Irã estão absurdos, mas mais absurdos são as formas que idealizaram que cura esta bagaça. Aqui é chá de limão, arruda socada, rezar pro Padim Ciço ou mesmo homeopatia. Lá no Irã resolveram que o que pode dar fim ao coronga é…
Eu gosto de timelapses do céu noturno. Na verdade, eu gosto de todos os timelapses, mas os do céu à noite são especiais, pois mostra um céu que eu não consigo ver de casa. Um céu cm estrelas e a espinha dorsal da Via Láctea se movendo pelo céu (sim, eu sei).É uma impressão mágica, tão mágico quanto tudo o que está fora do nosso campo de visão.
Os números de pessoas que contraíram o coronavírus, ou corona vírus, ou SARS-CoV-2, ou COVID-19 ou coronga estão aumentando. Aspessoas precisam se tratar, e a melhor coisa é o medo, mantendo a bunda em casa e evitando proliferação do agente infeccioso. É preciso se proteger quando é necessário sair de casa e, para isso, temos máscaras. Mas qual delas é a boa? Falando nisso, o CFM acha que cloroquina é o máximo, principalmente se não levar em consideração a ciência.
Por causa do coronavírus, em muitas cidades – como o Rio de Janeiro – os prefeitos determinaram obrigatoriedade de sair à rua com máscaras. Seguindo a linha “enquanto alguns choram, outros vendem lenços”, começou um festival de pessoas faturando um dinheiro vendendo máscaras de tudo que é tipo, principalmente porque as pessoas são porcas e ficam tossindo e espirrando sem nem colocar a mão na boca (o que já estaria errado), espalhando perdigotos coronguentos para tudo que é canto.
A índia é um lugar fascinante. Sua sociedade é paradoxal ao ponto de ter ciência avançada a ponto de mandar uma sonda para orbitar Marte e acertar a órbita de primeira (se bem que eles inventaram a aritmética e até os números), mas em contrapartida ainda vivem em castas, como desde antes da Idade Média. Parte disso é explicado pelo seu índice demográfico com 1,353 bilhão de habitantes, a tendência a uma ampla diversidade cultural é altíssima. Isso vai das pessoas mais atrasadas até as que têm maior acesso à educação.