Ciência no Brasil é tratada como piada. E de mau gosto. Eu canso de postar notícias aqui e já nem ia mais colocar links pro que eu já escrevi, mas isso tem que ser lembrado e relembrado. Desde a tristeza que aconteceu no Instituto Vital Brasil até a ignomínia do despejo do Instituto de Arqueologia Brasileira, Ciência é tratada como lixo.
A palhaçada agora foi a recusa de financiamento por parte do CNPq para o trabalho da drª Suzana Herculano-Houzel, minha neurocientista favorita.
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Em qualquer obra decente de ficção científica, é clichê ter robôs-cuidadores, seja como enfermeiros, seja como diaristas, ajudando em tarefas domésticas. O problema é que pessoas mais velhas têm certa reserva (e até mesmo aversão) a este pensamento, preferindo ao invés disso, pessoas reais, de carne e osso.
Sim, eu sei que está mais parecendo manchete do Notícias Populares, Meia-Hora ou algum jornal tosco que atrai o pessoal no meio da rua com suas manchetes magníficas (confesso: eu adoro as capas do
Você já teve dias em que nada dá certo? Já teve dias de revolta, aborrecimento extremo, raiva de tudo e mergulhou nas trevas da desesperança. Mesmo figuras famosas (e principalmente elas) têm dias assim; entre elas, Charles Darwin.
Lavras é um mimo de lugar, apesar de coisas estranhas que acontecem por lá. A população é diferenciada e exótica, seja lá o que isso queira dizer, se é que quer dizer algo. A cidadezinha pacata vai na contra-mão do adágio que mineiro age em silêncio… pelo menos, para quem é vizinho de uma igreja evangélica no bairro Jardim Glória, que muito provavelmente escreveu um evangelho próprio onde Jesus era torneiro mecânico e não usava EPI; ficou surdo e, por isso, a crentalhada tem que tocar o maior zaralho. Um dos vizinhos disse "Not on my watch!" e a guerra foi declarada.
Qualquer postagem sobre mudanças climáticas acarretam sempre em algum mané perguntando como seria possível nós mudarmos o clima, que o Homem não é isso tudo e blábláblá Molion blábláblá Felício diz que não existe camada de ozônio blábláblá Jô Soares é melhor fonte de pesquisa que a Nature blábláblá. A verdade é que não só temos essa capacidade como já a fizemos com a invenção da agricultura, onde já
Acredite em mim quando eu falo: você não gostaria de encontrar uma mamba-negra pela frente… nem pelos lados e muito menos por trás. Aquela criatura infernal – mais conhecida pelos cientistas como Dendroaspis polylepis – é simplesmente uma das cobras mais peçonhentas do mundo. Só não digo que é má feito o pica-pau porque não rimaria.
O mundo governado por Hades tem das suas insanidades insanas. Mas, vez por outra, coisas escapam do controle, que até mesmo Cérbero, o cão tricabeçudo, não consegue conter. O problema de hoje — ou melhor, ontem, foi de um cara que estava na santa paz da santa protetora dos casais endiabrados, Maria Madalena (sim, eu sei), estava recebendo, digamos, um presentinho de sua namorada. O problema é que com grandes poderes vem grandes responsabilidades e no caso a "responsabilidade" veio sob a forma líquida. Como a dona não era daquelas que engolir era uma opção, ela – NHAC! – decepou o sujeito. E quando eu falo "sujeito", eu estou me referindo ao principal sujeito da ação.
Tutancâmon é o egípcio mais famoso. Depois dele só o Yul Brynner, digo, Ramsés II. Ramsés está mais para um Stallone, já que saiu na porrada com os hititas e foi chefiando o exército egípcio na Batalha de Kadesh (que na verdade acabou no 0 x 0, mas cada povo alegou que tinha saído vitorioso, provando que marketing político não é coisa recente). Tut está mais pro Justin Bieber ou algum ex-BBB. Ficou famoso, ninguém sabe ao certo como e o pessoal tá doido pra ver o cadáver.
O que mais fascina na Natureza é seu caráter repetitivo, se podemos assim chamar. É como ver e rever coisas em diferentes ocasiões, seguindo padrões que nossa tola imaginação preenche ou mesmo cria. Não que isso seja sempre errado, pois foi dessa criatividade que surgiram as grandes obras artísticas, onde pessoas talentosas exploraram suas percepções e as transformaram em magníficas e inesquecíveis obras de arte (falei "arte". Pichação e funk não são expressões artísticas e sim poluição).