
Voltei ao trabalho. Tive uma linda segunda-feira sem fazer nada no colégio, acabando por ter que dar aula lá, no meio ao caos. Era rede não funcionando, as câmeras rateando e o Meet dando pau. Sim, eu ainda estou no online também, pois alguns pais são espertos e não quiseram mandar os filhos pro colégio. Meu trabalho que antes tinha duplicado, piorou. Ninguém pensou, em seis meses, em fazer exaustivos testes.





As pessoas são burras, e eu canso de falar isso. Nos piores períodos da História aflora-se o pior das piores pessoas. De vez em quando, aflora o pior até das melhores pessoas. Voltando ao ponto da primeira frase: as pessoas são burras, extremamente burras. Num mundo que há
Estamos num domingo pachorrento, com pessoas abertamente tocando um dane-se para o isolamento, saindo para beber e fazer nada no meio de um mundaréu de pessoas com a bênção dos governantes, que jogaram a subnotificação no 11, alegando que de sábado para domingo só houve 43 mortes. Ninguém liga, ninguém se importa.
