Conheci um cara, que se chama Jesus. Só não veio hoje, porque acabei de inventar esta gracinha. O problema é que um idiota surtado (branco) ameaçou os passageiros de um voo da Alaska Airlines, que acabou tendo que fazer um pouso de emergência Seattle, Washington, no sábado. Sim, só isso já era para garantir pena de morte. Ninguém merece ir pra Seattle.
O inusitado, é que este energúmeno não pediu cem mil, cem mil dólares de resgate. Este boçal estava exigindo que aceitassem que Jesus era um homem negro. Tem vídeo, e a cereja do bolo você vai ver.

As pessoas são burras, e eu canso de falar isso. Nos piores períodos da História aflora-se o pior das piores pessoas. De vez em quando, aflora o pior até das melhores pessoas. Voltando ao ponto da primeira frase: as pessoas são burras, extremamente burras. Num mundo que há
Estamos num domingo pachorrento, com pessoas abertamente tocando um dane-se para o isolamento, saindo para beber e fazer nada no meio de um mundaréu de pessoas com a bênção dos governantes, que jogaram a subnotificação no 11, alegando que de sábado para domingo só houve 43 mortes. Ninguém liga, ninguém se importa.

O governo da Austrália anunciou nesta sexta-feira que vai dobrar as taxas de cursos de Humanas. Isso causou um alvoroço e pessoal até largou o bong para reclamar. O motivo que o governo Canguru deu foi que, de repente, os alunos se interessem por coisa que preste e que seja mais útil e relevantes para o mercado de trabalho, como os cursos de STEM, sem o A. meter o “A” é coisa de pedagogo.
Este seria uma típica ideia tão tosca que ninguém deveria ter tido. Mas tiveram. Um grupo de engenheiros, fazendo uso de suas atribuições numa de suas definições*, acharam que seria maneiríssimo ter algo que enfie um troço na sua boca e vá até a garganta. Sim, eu sei o que você está pensando, mas não é isso. É pra testar o paciente suspeito de ter coronavírus.
Tomar decisões não é algo fácil. Mesmo na parte que nos não estamos ligados do tipo: que diabos acontece quando decidimos por algo? Nossas decisões, desde escolher qual pé iremos usar para dar o primeiro passo até escolher o momento de esmagar os nossos inimigos envolvem cálculos realizados por redes de neurônios que abrangem nosso cérebro.