Hienas são animais muito bem humorados. Além de disputar comida com leões (onde muitas vezes as hienas se saem melhor), elas têm uma vida difícil, mas sempre estão sorridentes (sim, eu sei que aquilo não é um riso de verdade). Somado a isso, novas pesquisas informam que os integrantes da família Hyaenidae são capazes de resolver problemas e até "contar".
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Tutancâmon é o egípcio mais famoso. Depois dele só o Yul Brynner, digo, Ramsés II. Ramsés está mais para um Stallone, já que saiu na porrada com os hititas e foi chefiando o exército egípcio na Batalha de Kadesh (que na verdade acabou no 0 x 0, mas cada povo alegou que tinha saído vitorioso, provando que marketing político não é coisa recente). Tut está mais pro Justin Bieber ou algum ex-BBB. Ficou famoso, ninguém sabe ao certo como e o pessoal tá doido pra ver o cadáver.
Isso é bem pavloviano. Cientistas "adestram" essa gambiarra evolutiva que você tem dentro da cabeça de forma a ter respostas mediante estímulos. Claro, isso não é novidade. Também não é novidade aquela receita milagrosa (e enganadora) que você pode aprender conteúdos durante o sono. Bem, colocar a sua avó recitando Cícero e seu De Profvndis Clamavi ad Te, Domine (sim, eu sei) enquanto você dorme não o fará saber de cor os Lusíadas. Mas segundo uma pesquisa, seu cérebro pode aprender a "responder" de certas maneiras quando estimulado durante o sono.
QI, no caso, não é a abreviatura de Quociente de Inteligência. QI é a abreviação do programa
Não, não estou xingando seu filho. A pergunta acima é baseada no mais puro espírito científico. Corvos, longe de sua má fama como companheiros de bruxos e serem espiões de Sarumã, o Branco, são espertos e sabem resolver problemas. Num estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge, comparando a capacidade de resolver problemas de corvos e crianças, vemos que há pouca diferença no modo de pensar de ambos. E isso com o auxílio de um fabulista do século VI antes da Era Comum.
Mas obviamente a Ciência não serve pra nada. Ela apenas nos deu armas nucleares, não é? Não é o que um paciente de 71 anos pensa. Ele sofreu uma lesão na medula espinhal após um acidente de carro há quatro anos e este acidente ceifou-lhe grande parte de seus movimentos. Muito mal conseguia mover seus braços, mas nada muito mais que isso. Seu destino estava escrito por um poder invisível e nada poderia reverter isso.
Ok, eu sei que você queria um. Quem não quer um exoesqueleto pronto para aniquilar qualquer coisa que apareça na frente? Provavelmente, quem não é psicopata… Enquanto isso, cientistas estudam técnicas que possam ajudar deficientes físicos ou com alguma lesão na medula espinhal (se definitiva ou não, não importa) para que possam andar novamente. É nisso que um grupo de pesquisadores suíços está trabalhando, e se você só conhece a Suíça por causa de queijo, chocolate e contas numeradas, tá na hora de rever seus conceitos…
O operário está pronto para entrar para a história. Mas ele não sabe disso. Ele olha o caminho que será feito ali e é muito pouco provável que ele sequer imagine o quanto aquela obra será importante para seu país, bem como um acontecimento fortuito escreverá seu nome em livros de medicina. O homem caminha calmamente até o rochedo de forma um tanto displicente. Em sua mão não há nada mais que um punhado de pólvora e uma barra de ferro. O homem não esboça medo, pois não havia nada a temer, em sua opinião. Mas acontece um acidente e uma explosão faz com que Phineas Gage seja um dos nomes mais conhecidos da neurociência.
Todos nós sabemos, e defensores do Criaburricionismo não me deixam mentir, que o mundo é perfeitamente projetado por uma inteligência mega-blçaster-ultimate-power-ultra-inteligente. Infelizmente, formigas e fungos não sabem disso, principalmente o fungo Ophiocordyceps unilateralis, que ataca formigas da tribo Camponotini,
Não que eu ache que a religião seja a coisa mais maravilhosa que aconteceu na humanidade. De minha parte, é um pensamento até natural, da mesma forma como assassinatos, escravidão, guerras e outras coisas lindas que vemos acontecer no mundo natural, não sendo exclusividade dos seres humanos (logo, não se sintam especiais por causa disso). Entretanto, vejo algo estranho pesquisas tentando relacionar pessoas que usam mais certas partes do cérebro e comportamentos não-religiosos, como foi o caso de uma pesquisa realizada por cientistas canadenses.