Os perversos cientistas da Scripps Research Institute resolveram ter a audácia de entender como se forma (e é armazenada) a memória. Para tanto, eles conseguiram meio que "laçar" alguns neurônios dos cérebros de camundongos. A meta é que isso ajude a entender como as memórias se formam e são trabalhadas pelo cérebro, o que poderia ajudar humanos com doenças degenerativas e até mesmo com transtorno de estresse pós-traumático.
O dr. Mark Mayford é professor associado do Departamento de Biologia Celular da Scripps, e liderou a pesquisa que visa entender partes ainda não entendidas de nosso cérebro, esse incompreendido. A referida pesquisa se propõe a entender melhor como é a formação das memórias e o desencadeamento de certos comportamentos. Mas o que isso significa?
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Faz tempo que não coloco um VdA. Eu, há muito tempo, desisti de acreditar que o mundo estava tornando-se normal. Aparecer gente falando idiotices é sempre uma questão de "quando" e não "se". Entre maníacos falando merda, e idiotas conspiradores… bem, fico em dúvida no que pode ser pior. Os reptilianos não souberam me informar e o camarada atrás da cortina não ajuda a pagar as contas de casa. Pelo menos não mexeu na geladeira (acho). Hora de mais uma edição da sua série favorita: Grandes Nomes da Voz dos Alienados (ou algo parecido)
Eu me lembro quando a Internet começou a expandir-se de forma que todos os mortais pudessem ter em casa. Diziam que as pessoas teriam mais informação, aprenderiam mais etc. Ledo engano. Houve foi uma disseminação de gente burra e preguiçosa (ou preguiçoso e burro. Não sei o que veio antes). Por um lado, o Google facilitou as nossas vidas, garimpando as informações e servindo de aliado no nosso dia-a-dia. Pelo outro, ele ajuda a atrofiar o cérebro, onde as pessoas não usam o órgão (o cérebro! O cérebro!) como deveria. Pelo menos, é o que sugere uma pesquisa feita por várias universidades. Estamos ficando burros mesmo, ou isso só ficou mais facilmente constatado?
O problema no insano mundo das conspirações é que quanto mais você pensa que um maluco não pode falar mais besteira do que o monte de sanduíches, digo, sandices já proferida, outro chega e diz "Bitch, please" e solta mais um verborrágico texto mais louco ainda. Me disseram que a culpa era da tenra idade e a vontade de querer aprender. Óbvio que eu acredito tanto nisso como acredito nas calcinhas santas da Virgem Maria (não duvido que uma hora apareçam com esta "relíquia"). Portanto, o que resta? Resta mais um maluco com mania de conspiração e pronto para dar mostras de como vai indo a Educação Brasileira, ladeira abaixo.
Meme — ao contrário do que possam pensar — tem pouco a ver com aqueles desenhos feitos no Paint e de gosto, "história" e graça duvidosos. O termo criado por Richard Dawkins no livro "O Gene Egoísta", e de uma forma geral estabelece que partículas culturais passam de sociedade em sociedade, podendo ser desde ideias até valores éticos/morais, nem que seja uma frase de efeito que acaba participando de nossa cultura. Todo mundo sabe isso, principalmente o pessoal que mora no Canadá, como disse a Luiza.
Os olhos castanhos acompanhavam o homem à sua frente. Pés duros estavam plantados no chão. Uma leve tremida nas costas de Hans passou desapercebida, assim como um gesto imperceptível do homem à sua frente. O homem faz uma pergunta a Hans e ele não titubeia: responde corretamente. As pessoas acham aquilo fantástico, mas também não sabiam que aquilo seria o início de uma pesquisa que demoraria muito tempo e ainda é levada nos dias de hoje. Hans não era bem um cientista, mas ele foi a base para se analisar como as pessoas podem dar respostas mediante requisições devidas. Em outras palavras, por causa de Hans, psicólogos estudaram como “dicas” e linguagem corporal poderiam influenciar na decisão das pessoas e como elas respondiam a determinadas ações, mesmo que inconscientemente. Hans não era médico, cientista ou psicólogo. Hans era apenas um cavalo, mas não um cavalo qualquer. Hans, o Esperto sabia contar… Ou pelo menos é isso que se supunha na época.
Uma das maravilhas em nossos olhos é perceber o que chamamos de "3 dimensões". O mundo é muito diferente ao se olhar pela janela do que o que vemos na tela de um computador. Até mesmo o cinema em 3D não se compara ao nosso dia-a-dia.
Eu vejo produtos de "designers" como sendo algo fresco, normalmente feito no Photoshop e que viola as leis da Física. Já publiquei exemplos sobre isso,
Neurônios, como toda criança problemática, às vezes surta e pensa que pode fazer o que quer, como coisa que células conseguem pensar. Eu sei que você pode achar que isso é algum tipo de piadinha, mas não é. Neurônio NÃO PENSA. O "pensamento" nosso de cada momento é formado por um fluxo de elétrons que fica saracoteando de lá pra cá, graças às propriedades físicas e químicas das células em questão. A estrutura do neurônio dependerá muito dos seus vizinhos, pois ele precisará estabelecer ligações sinápticas. Entenderam onde eu quero chegar? Não? Então continuem lendo.
Ao ler o início dessa notícia até fiz um menear de cabeça em aprovação, até ler a publicação inteiramente, e vocês entenderão o porque. Antes, vamos examinar o que a notícia diz: De acordo com uma pesquisa, pais ateus tendem a adquirir o hábito de festejos religiosos se tiverem crianças em casa. Isso até faz um certo sentido, se aprendermos as diferenças entre uma tradição, um rito, uma religião e um evento social. Der Teufel steckt im Detail.